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V de Vingança - Versão Resumida - Parte 10

May 29th, 2008

[DELIA] 23 de maio. Até hoje só obtivemos dois pacientes bem sucedidos com a aplicação do soro. Nenhuma cobaia apresentou resultados sequer parecidos com os de Steve Rogers e Nicholas Joseph Fury.

[DELIA] 5 de novembro. De alguma forma, um tal de projeto Arma X, de um colega nosso, deu incrivelmente errado. Estava tentando achar uma saída entre as chamas quando o vi.

[V] Venha comigo, se quiser viver.

[FINCH] …Victor Von Doom, Vassorito, Vovó Mafalda…

[DEITRICH] Boa noite Londres! Hoje vamos fazer um programa diferente, porque eu trouxe aqui LINDAS GAROTAS vestidas apenas de…

[GAROTAS] Tutti tutti tutti-frutti!

[EVEY] Dietrich!

[DEITRICH] Peraí que agora vem a melhor parte.

[DEITRICH] E aqui está a maravilhosa Orange, que vocês chamam no terceiro mundo de Laranja e que é nossa querida…

[LARANJA] Debbie!

[DEITRICH] Muito bem, Debbie, e agora você está com frio ou calor?

[DEITRICH] Evey! Destrua meus bonecos dos Teletubbies!

[AGENTE] Eu… ODEIO este lugar. Este zoológico. Esta realidade, seja lá que nome que queira dar.

[AGENTE] É o cheiro! Sério mesmo! A diarista só vem terça e sábado. Repartição pública underground é isso aí.

[AGENTE] Ao que parece, você tem vivido DUAS vidas… Em uma delas você é assistente de produção em uma estação de TV, na outra você é uma Senadora Galáctica que namora secretamente um cavaleiro Jedi.

[AGENTE] Teve também aquela vida onde você era uma assassina menor de idade, amante de um ítalo-retardado viciado em leite. Mas essa eu vou deixar passar.

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SITALA - Parte 03

May 28th, 2008

Sitala é um conto seriado de Fernando "Tucano" Russell, com ilustrações de Brunner Franklin. Confira as partes 1 e 2!

CERVEJA IRLANDESA E CHUTEIRAS

Não demorou muito para chegarmos à costa, mas os cães já estavam impacientes, saltando de um lado para outro dentro do barco. Eu teria uma enorme simpatia por esses cães, se nosso começo não tivesse sido tão desastroso. Apesar de nunca mais terem me atacado, eu jamais perdi o medo completamente.

Nós desembarcamos em um local diferente daquele em que eu havia chegado. Javier se guiou pelo farol da cidade e aportamos em um pequeno ancoradouro rochoso. Os cães foram os primeiros a saírem do barco. Eu e Javier saltamos em seguida.

Enquanto Javier amarrava o barco no cais, me disse que aquele local era mais seguro para eles aportarem e que ele tinha um grande amigo que morava no farol. Não demorou muito para eu descobrir grau de amizade entre os dois.

- Espanhol desgraçado. Ladrão de chuteiras.
– Gritou um homenzarrão ruivo, com uma espingarda nas mãos e sotaque carregado.
- Não atire, Sean. – Respondeu Javier se abaixando e se protegendo próximo a uma pedra.
O pedido de Javier não surtiu efeito e o ruivo disparou um tiro, que ricocheteou em um rochedo, indo se perder no mar.
- Esse é o seu amigo? Perguntei, ainda fraco pela viagem.
- Calma, ele está bravo porque eu peguei as chuteiras dele emprestadas. Ele gosta de Rugby!

Um tiroteio por causa de um par de chuteiras! Eu não estava acreditando que tinha atravessado o oceano para me livrar da selvageria de Nova York e tinha achado gente mais louca na Europa.
- Fica com esse barco e eu te arrumo chuteiras novas. Achei a casa de uns australianos em Cork. Prometo que semana que vem eu trago um par novo para você – gritou o espanhol.
O ruivo disparou mais um tiro e berrou:
- Espanhol mentiroso. Acabou com as minhas chuteiras. Maldito!
- Eu tenho Charaaaaas – gritou Javier, levantamos as mãos e mostrando o saco cheio de plantas que ele tinha buscado no navio. – E pode ficar com o barco. Trouxe para você, Sean. É seu!

Os cães começaram a uivar e Javier os repreendeu, mandando-os calarem as bocas. Os cães obedeceram ao dono e se deitaram no chão como se pedissem desculpas.
- Charas? Perguntou o ruivo. Por que não disse logo? Continuou ele, abaixando a espingarda e abrindo um largo sorriso.

Javier levantou a cabeça vagarosamente, olhando para o farol. – Posso ir até aí? Perguntou ele desconfiado. O homem, do alto do farol, fez um gesto com a mão, nos mandando entrar.
O ruivo era Sean Cotter, um velho marujo irlandês que vivia no farol. Sean morava ali com seu filho Will, mas havia três semanas que estava sozinho. Will Cotter havia seguido para Dublin com mais quatro aliados para comprar explosivos para uma guerra que, fatalmente eles teriam que travar na cidade.    
Aquele farol era quase uma fortaleza. Possuía um muro alto que o circundava desde o mar, até a avenida principal. Cara, esse tipo de paisagem só reforçava a minha teoria de Feudalismo Pós-Moderno. Sean era o senhor feudal da zona costeira de Youghal e o farol era sua torre medieval.

Eu, Javier e os cães subimos por um caminho que circundava o muro, até chegarmos ao portão. Lá, estavam esperando Sean e seus cães. Eram oito setters irlandeses, ruivos como o dono, que fizeram festa para os visitantes.
- Trouxe charas, seu maluco? Perguntou Sean. – Pena que Will já se foi. Ele poderia trocar alguns charas por muito explosivo – completou.
- Sim, é uma pena. Mas vamos fazer negócios em Cork. Os japas vão ter que ir embora daqui de uma vez – disse o espanhol.

Eles tomaram cerveja irlandesa e eu fiquei só no leite. Não que eu não gostasse de cerveja, mas na situação em que eu estava, achei melhor me alimentar antes de começar a beber.
Depois de um tempo na Irlanda, nós três voltamos a nos encontrar algumas vezes para tomar Guinness e devo confessar: depois de Guinness, a Budweiser nunca mais teve a mesma graça. Assim como o football, que tinha perdido o encanto depois que descobri o rugby.

Infelizmente eu só descobri o prazer de beber cerveja quando já era mais velho, depois que meus pais morreram. Enquanto eles eram vivos eu era ainda muito jovem e doutrinado segundo a lei de que o álcool é um veneno e contra os ensinamentos do Criador. Mas depois, lendo a Bíblia, entrei em parafuso: não há uma passagem onde Cristo não tome uma taça de vinho. Bem, o álcool é realmente um veneno, mas eu tomo minha cerveja como Jesus tomava seu vinho.

Muitas coisas mudaram na minha vida quando resolvi interpretar a Bíblia ao meu modo, sem levar tudo ao pé da letra, como faziam meus pais. Apesar de tudo, minha fé continuava intacta.

Depois que saímos do farol, eu e Javier caminhamos um pouco menos de uma milha pela a avenida costeira, até chegarmos a um prédio antigo que possuía uma garagem grande e cheia de carros.
- Esses carros são seus? Perguntei.
- São de Sean. Essa parte da cidade é toda dele e do filho – me respondeu o espanhol, fazendo ligação direta em um jeep aberto. – Vamos pegar emprestado para chegarmos à minha casa. É do outro lado da cidade. A pé cansa!

Youghal devia ter uns seis ou sete mil habitantes antes da varíola. Quando eu cheguei lá eram 200 no máximo. Javier dirigia muito bem, mas corria feito um louco. Por várias vezes quase caímos nos rochedos, mas ele dizia que era preciso dirigir rápido para escapar dos atiradores nas janelas. Naquele dia eu não vi ninguém, mas depois iria saber que ele estava certo.

Porra, o espanhol era completamente louco. Muitas vezes eu não entendia nada do que ele falava. Não apenas por causa do péssimo inglês e pelos passeios lingüísticos, ora no castelhano, ora em um dialeto que eu nunca soube o que era. Às vezes eu não o entendia simplesmente porque as coisas que ele dizia não tinham nexo.
           
A arquitetura era o que mais me causava estranheza nos primeiros dias. Nada de arranha-céus. Só prédios no estilo antigo! Mas algumas coisas eram a mesma merda. Os carros nas ruas estavam abandonados e depredados, a maioria sem os motores, que eram usados para gerar energia nas casas. As pessoas não ficavam nas ruas também e o silêncio quase absoluto chegava a ser irritante.

A casa de Javier era em cima de um monte. Uma bela casa que ele tinha tomado para ele. Devia ser uma mansão em outros tempos, mas se parecia mais com um quartel general, cheio de bugigangas e equipamentos empilhados e armazenados.

Durante quatro dias eu me recuperei da viagem. Foram quatro dias de chuva ininterrupta. O tradicional clima irlandês. Depois desse tempo, quando a chuva diminuiu, Javier disse que estava na hora de eu pagar minha estadia. Ele tinha uma lista telefônica guardada dentro de um cofre. Era o maior tesouro dele. Ele a usava para localizar “artigos de necessidade”. A lista em papel era muito rara, já que a maioria dos catálogos telefônicos ficava on-line antes do colapso da rede.

Fomos até Cork de moto. Javier tinha uma Ducati vermelha de mil e duzentas cilindradas. A moto era a realização de um sonho de infância, que a pandemia lhe havia proporcionado. Na cabeça dele, esse era um ponto bom da varíola: os bens foram socializados. Um milionário morria e seus bens eram divididos pelos sobreviventes.

Com esse processo de “socialização”, Javier tinha conseguido realizar quase todos seus sonhos. Ele tinha uma Maserati Qattroporte automática, uma casa com piscina e a Ducati vermelha. O único sonho que estava incompleto era o de uma mulher bonita para dividir a cama:
- As irlandesas e as inglesas são horrorosas. De vez em quando uma sueca ou uma holandesa aparece em Cork. Mas eu já nem me lembro de quando eu vi uma mulher sem marcas na cara. Malditas pústulas – lamentava-se ele.

Eu não era tão exigente quanto ele nesse quesito. Mas também, nunca fui um ícone de beleza e a varíola foi cruel com meu rosto.  Javier me lembrava o primeiro cara que eu matei. Não tinha marcas no rosto. Eu me perguntava se ele não havia desenvolvido a doença, ou se o sistema imunológico dele tinha sido mais eficiente. Nunca falamos sobre isso.

|| Clique na imagem para ampliar ||

Cork foi meu batismo de fogo na Europa. Javier dirigia e eu ia atrás, com duas pistolas Glock 17 apontadas para frente e uma mochila cheia de outras armas nas costas. Ele tinha uma lista de endereços e eu daria cobertura. Fomos a todos, um a um. Ele tinha separado alguns nomes latinos e outros tantos que, sabe-se lá como, ele deduziu que eram de australianos ou neo-zelandeses.

Acho que o cara era uma espécie de gênio. Era difícil entender como a mente dele funcionava, mas no final, as coisas geralmente davam certo. Achamos o que ele queria em Cork: chuteiras.

Estávamos bem armados e foi necessário o uso do nosso poder de fogo para invadir alguns edifícios. Eu só estava perplexo com o grau de insanidade daquilo tudo. Estávamos matando gente para roubar chuteiras.

No último endereço, um prédio de três andares na Shandon, nos deparamos com uma mulher de cabelo castanho que nos recebeu com uma rajada de uma submetralhadora alemã. Ela atira como um homem!- comentamos com um tom de escárnio.
- Venham aqui seus filhos da p&*%. Comam isso! Gritava ela enquanto atirava. 

Javier ficou olhando para aquela mulher com certa admiração e hesitou um pouco antes de revidar. Ele se lembrou de um filme antigo. Domino, era o nome.
Ficamos atrás de uma pilastra esperando uma chance.
- Quer se render, chica? Gritou ele.
A mulher respondeu cuspindo mais uma rajada de balas de 9mm.

Javier recarregou as duas pistolas Glock, olhou para mim e disse meu nome com um tom grave. Os sinos da igreja de Santa Ana tocaram naquele exato momento e eu me arrepiei.
O espanhol respirou fundo e recitou:

- Ezekiel, 25:17. O caminho do homem justo é rodeado por todos os lados pelas injustiças dos egoístas e pela tirania dos homens do mal. Abençoado é aquele que, em nome da caridade e da boa-vontade pastoreia os fracos pelo vale da escuridão, para quem ele é verdadeiramente seu irmão protetor, e aquele que encontra suas crianças perdidas. E Eu atacarei, com grande vingança e raiva furiosa àqueles que tentam envenenar e destruir meus irmãos. E você saberá: chamo-me o Senhor quando minha vingança cair sobre você.

Depois disso, ele prendeu a respiração e caminhou decidido pelo corredor que nos separava da mulher. Ele nem sequer se protegeu. Tinha as armas apontadas para frente e foi pisando nos cadáveres que estavam no caminho.


|| Clique na imagem para ampliar ||

- Hola, muchacha. Vámonos ahora mismo para el infierno, beber una cerveza con el diablo. Te gusta cerveza, chica?
A mulher apareceu na frente de Javier e tentou atirar novamente, mas o espanhol foi mais rápido que ela e acertou sua perna esquerda e seu ombro direito, fazendo-a cair no chão.
- Olé! Gritou ele, dando um chute na HKMP5 que estava na mão da mulher.
A arma voou longe. Ele olhou para ela e viu seu rosto marcado pelas pústulas. Olhou para mim e fez uma careta:

- Carajo, más fea que un Perro. Adios, muchacha.
Foi a última coisa que ela ouviu, antes de sua cabeça explodir em pedaços. Excelente. Mais um Bola de Neve para minhas memórias.


Texto: Fernando "Tucano" Russell
Ilustrações: Brunner Franklin
Cores: Felipe Prieto

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V de Vingança - Versão Resumida - Parte 9

May 27th, 2008

[EVEY] Pô Dietrich, te considero pra caramba ich! não quero te prejudicar…

[DEITRICH] Não se preocupe, Evey. Se os homens-dedo vasculharem meu apartamento, você vai ser a menor atração da festa.

[EVEY] Como é que é?!

[DEITRICH] Eu… aham… Já viu minha coleção de coisas proibidas?

[EVEY] Meu Deus, Dietrich!

[DEITRICH] Eu disse que você era o menor dos meus problemas.

[EVEY] Livros de RPG, mangás yaoi… Não acredito, você tem CARMAGEDDON!

[V] Olá, Delia. Você não me conhece, mas eu conheço você. Eu quero jogar um jogo.

[V] Uma vez assisti a um episódio de Além da Imaginação em que colocavam um verme que se alimentava de álcool no estômago de um alcoólatra. Se ele voltasse a beber, o verme cresceria e o mataria.

[DELIA] Você colocou um verme em mim?!

[V] Nããão. Só lembrei disso agora.

[V] O que fiz foi mais divertido. Injetei refrigerante de cola em você.

[DELIA] Mas o que eu tenho que fazer? De que forma sangrenta posso me salvar?

[V] Hein? Não tem nada que você possa fazer. Sua mãe nunca te falou que isso era um veneno?

[DELIA] Mas e o jogo?

[V] Tô doido para jogar. Já estão todos me esperando!

[FINCH] Esse negócio de chegar sempre alguns segundos depois do criminoso fugir está começando a me irritar.

[DOMINIC] Devo olhar atrás da porta, chefe?

[FINCH] A lista de suspeitos continua… Vader, Voldemort, Verônica Mars…

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Festival de Legendas - 75 - Resultado

May 26th, 2008

Say hello to my little friend!
- Muuitos nerds

Han sempre atira primeiro!
- Vários nerds

Joga o D20 aí, garoto!
- *perdemos o seu nome, nerd! Anuncie-se nos comentários!

Não é o meu chicote que eles temem…
- Rafael Silva

O trânsito está de enlouquecer, não?
- Luiz Urtiga

Falsas religiões e armas antigas não se comparam a um trabuco na tua mão, garoto.
- Daniel Cacheta/ Micael Gerosa / Jayman

Mas Indy, é só uma cobra!
- Victor Ribeiro

Quem disse que não posso frear estando no banco de trás?
- Douglas Psy

…e iniciará uma reação em cadeia que destruirá a estação inteira!
- nandospm

A única forma de chegar lá é dando um “rocket jump”!
- João Gabriel Giannaccari Kraemer

Mulé! É hora!!!
- Lot

A nova imagem está no box na coluna da esquerda, ou aqui . Participe! Quem sabe na próxima segunda-feira você tem sua frase entre as melhores legendas da semana?

Quer mandar imagens para serem legendadas? O e-mail é legendas@jovemnerd.com.br :)

Publicado em Festival de Legendas | 21 Comentários »
 

Nerdcast 113a - Indiana Jones e os Caçadores do Nerdcast Perdido

May 23rd, 2008

Nerdcast - 113a - Indiana Jones e os Caçadores do Nerdcast Perdido

Lambda lambda lambda! Hoje Alottoni, Guga, Mario “Fanaticc” Abbade, e Azaghâl, o anão relembram as façanhas do maior aventureiro do cinema, na trilogia INDIANA JONES!

Nesse Podcast descubra quem sujou as calças durante as filmagens, aprenda com quantas cobras se faz um blockbuster, saiba como um divórcio pode influenciar um longa metragem e responda: Você sabe qual é o primeiro filme da trilogia?

Tempo de duração: 98 min

COMENTADO NA LEITURA DE E-MAILS
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PARA COMPRAR NO SUBMARINO
- Indiana Jones - The Adventure Collection- Triplo

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Casting Nerd - Blogueiros: A Série - Resultado

May 21st, 2008

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ESTILO: COMÉDIA

ELENCO

 

Wayne Knight
Masi Oka
Greg Grunberg
Milo Ventimiglia
Kristen Bell
Steve Carell
James Kyson Lee
Seu Jorge
Johnny Galecki
Lauren Graham
Emilie de Ravin
Eva Longoria
Alexis Bledel
Mike Myers
Hill Harper
Bruno Garcia
Marcos Mion
Judah Friedlander
Pamela Anderson
Zachary Quinto

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Casting escrito pelo também blogueiro Marcelo Salgado (Blog do Salgado).

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V de Vingança - Versão Resumida - Parte 8

May 20th, 2008

[EVEY] De uma caixa de costura, pano, linha e agulha, nasceu uma menina valente…

[BISPO LILLIMAN] Hoho… Monteiro Lobato? Que criativo, dessa eu nunca brinquei…

[V] Cuidado com a Cuca, que a Cuca te pega!

[BISPO LILLIMAN] Eu quero ser o Pica-Pau… HeheHEHEEE-HE!

[EVEY] É um sítio, seu idiota. O maluco do cosplay tá vindo aqui te passar a peixeira!

[V] Que meu padinho padiciço me perdoe, matá bisbo dá um azaaaar…

[BISPO LILLIMAN] Sobretudo para o bispo!

[AGENTE #1] Acho que tem alguma coisa esquisita acontecendo com o bispo.

[AGENTE #2] 99… 100%!!! LOOOOOOOOOOOOST!!!!!

[DOMINIC] A rosa de novo, mas aquele número 1 ali é novidade.

[FINCH] É… e ele caiu direitinho em cima do desenho…


Contribuiu: Jayman

Publicado em Versões Resumidas | 53 Comentários »