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A indústria do cinema e gravadoras querem filtrar o conteúdo que os usuários acessam |
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Por PoLLaR
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07 de fevereiro de 2008 |
Medida visa combater a pirataria
 A MPAA (Motion Pictures Association of American - Associação Americana de Filmes) e a RIAA (Record Industry Association of America - Associação das Gravadoras americanas) estão em vias de adotar medidas bem drásticas para combater a pirataria. Estúdios como Disney e NBC Universal tem mantido contatos com a AT&T (companhia de telecomunicações e provedora de serviços) para utilização de uma tecnologia de reconhecimento de conteúdo, que possibilitaria o bloqueio de materiais pirateados de serem mandados e recebidos por usuários em sua rede.
A RIAA também quer que provedores de serviços mantenham filtros para bloquear conteúdo pirata, bem como Cary Sherman (chefe da RIAA) ainda deu a entender que é necessário que programas como os anti-vírus disponham de mecanismos para filtrar localmente. A Verizon, conhecida provedora de serviços, ao contrário da AT&T disse, através de Tom Tauke, seu vice-presidente de Relações Públicas, que NÃO vai atender tais requisições por três motivos: - Abre a porta para outras organizações fazerem exigências, dizendo o que deve, ou não, ser permitido. Nesse ponto, a Verizon acha que a internet não pode ser tão policiada.
- Cria um precedente para outras provedoras, tornando-as responsáveis legalmente em caso de falhas no bloqueio.
- A Verizon vê a filtragem de conteúdo como uma invasão de privacidade, e eles tentam balancear os desejos dos consumidores e a necessidade de proteção de conteúdo.
 PoLLaR acha que MPAA e RIAA deveriam se preocupar mais em em diminuir lucros: isso, sim, seria uma boa política anti-pirataria. |