Nanobôs estão mais perto da realidade!
Nanomachines?!?| Quarta-feira, 21 de janeiro de 2009 | Stephan Martins |

Metal Gear Solid, System Shock 2, Doctor Who entre outras histórias sempre dependeram da idéia de minúsculas máquinas (nanobôs/nanites) que podem alterar o corpo num nível microscópico. Os avanços da tecnologia já possibilita eletrônicos microscópicos - o problema era fazer essas coisas se moverem.
Motores elétricos convencionais possuem um limite menor de dimensão milimétrica, que faz a resistência a movimento quase impossível de se superar.
Agora, uma pesquisa publicada no Journal of Micromechanics and Microengineering demonstrou um motor duas vezes o tamanho de um cabelo humano. Esta última pesquisa usa materiais piezoelétricos, que tipicamente são cristais que expandem e contraem quando a voltagem é aplicada neles.
James Friend, professor da Universidade de Monash na Austrália, conseguiu produzir no ano passado um motor do tamanho de um grão de sal, mas ainda trabalhavam de forma linear (para frente e para trás). Para fazer um movimento real, os motores precisam poder girar.
Isso foi superado montando uma “porca” no motor, para que um movimento reto no tempo correto faça com que gire ao mesmo tempo, numa forma similar à uma bacteria que se move com sua cauda.
O protótipo do “motor giratório” tem apenas um quarto de milímetro de tamanho - 70% menor que seu concorrente mais próximo.
Via The Escapist

Stephan Martins gosta da idéia. Mas não sabe o que elas farão.
. Tags: robô, Tecnologia
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FALANDO NISSO

Quarta-feira, 21 de janeiro de 2009 às 11:29 am
Humm estou vendo um mundo onde ações militares em bio-tecnologia irão dominar as nações, rsrs cyberpunk 2020!, só falta resolverem o problema da energia!
Quarta-feira, 21 de janeiro de 2009 às 11:54 am
Esses cientistas deveriam assistir Stargate e ver como o quanto nanorobôs podem ser problemáticos…
Quarta-feira, 21 de janeiro de 2009 às 12:18 pm
Esses cientistas deveriam assistir Stargate e ver como o quanto nanorobôs podem ser problemáticos… (2)
Quarta-feira, 21 de janeiro de 2009 às 12:32 pm
Não gerando o “GREY GOO” já tá bom…
E faltou Crysis e Deus EX na introdução do texto!
Quarta-feira, 21 de janeiro de 2009 às 12:44 pm
Será que o Google tem envolvimento nisso?
Quarta-feira, 21 de janeiro de 2009 às 1:03 pm
Muito interessante! Estamos mais perto do grey goo então, como já apontou o Lib aí em cima hehe!
Mas duas vezes a [b]espessura[/b] do cabelo humano seria o termo mais correto, não é?
Quarta-feira, 21 de janeiro de 2009 às 1:38 pm
Trabalhar de forma linear (pra frente e pra trás) já faz a alegria de muita gente.
Girar já é um pouco de estripulia demais. Vai que dá um tilt e torce os bago?
he he he
Quarta-feira, 21 de janeiro de 2009 às 2:08 pm
“Trabalhar de forma linear (pra frente e pra trás) já faz a alegria de muita gente.”
Essa frase tem um sentido que vai beeeeem além disso.
Quarta-feira, 21 de janeiro de 2009 às 2:09 pm
Um oferecimento FoxDie®
By Google®
Quarta-feira, 21 de janeiro de 2009 às 3:05 pm
Quando o google comprar a Coca-Cola… teremos sérios motivos para se preocupar.
Quarta-feira, 21 de janeiro de 2009 às 3:31 pm
Vim só comentar que adorei terem citado Doctor Who na notícia. heheheh
Quarta-feira, 21 de janeiro de 2009 às 3:41 pm
quando a time warner comprar o google… teremos sérios motivos para se preocupar.
Quarta-feira, 21 de janeiro de 2009 às 3:41 pm
“Esta última pesquisa usa materiais piezoelétricos, que tipicamente são cristais que expandem e contraem quando a voltagem é aplicada neles.”
Uau, se isso fosse desculpa de um filme/hq/vg eu ia achar ridículo!
Só falta falar que é positrônico. (tudo em filmes que é “positrônico” parece altamente tecnológico)
Quarta-feira, 21 de janeiro de 2009 às 8:57 pm
@Ogro Himself: eu acho o inverso mais provável, e muuuuito mais problemático.
Quarta-feira, 21 de janeiro de 2009 às 2:02 am
Quando a Fox comprar a Warner, o Google e a Coca-Cola,
aí phudeu……..
PAZ…
Quarta-feira, 21 de janeiro de 2009 às 10:00 am
Alguém aí leu “Prey” do falecido Michael Crichton? Tb sobre nanorobôs?
Bem, o livro não é tão bom, mas a idéia é ótima! Usar bactérias ou vírus para transportar os robôs… tipo bactéria andróide… muito legal e resolve o problema da locomoção.
Quarta-feira, 21 de janeiro de 2009 às 6:08 pm
O problema das baterias parece ter sido resolvido. Vi um documentario no History Channel de um professor do MIT que descobriu (por acidente, como é comum as grandes descobertas) como produzir nano baterias a partir de imperfeições do papel-aluminio (pra ser sincero, a ideia parecia bem simples).