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Violência Gratuita | Crítica

Uma singular experiência fílmica sem entretenimento
domingo, 21 de setembro de 2008 Mário "Fanaticc" Abbade


Violência Gratuita (Funny Games, 2007) é a refilmagem da produção austríaca homônima realizada em 1997. Cineasta Michael Haneke, que escreveu e dirigiu o original, retorna ao material com o objetivo de mostrar que apesar de uma década de seu lançamento, o tema está mais atual do que nunca: a banalização da violência. Esse epistola serve de pilar para outras reflexões que envolvem a sociedade e a necessidade de vingança. A história é simples e remete o público a centenas de outros longas com psicopatas torturando famílias de inocentes. A diferença está na abordagem do tema e em seus desdobramentos.

Na trama, um casal rico curte o início das férias com seu filho em uma casa à beira de um lago. Enquanto o marido (Tim Roth) e o menino (Devon Gearhart) cuidam do barco, a esposa (Naomi Watts) recebe a visita de um educado vizinho (Brady Corbet) que pede ovos emprestados. Ele e outro sujeito (Michael Pitt), que chega logo depois, não irão mais sair da casa. A família é mantida em cativeiro pelos dois invasores, que executam jogos sádicos e violentos.

As interpretações naturais e fantásticas de todo o elenco, já justificariam o remake. Porém, as verdadeiras idéias por trás do roteiro são o destaque. Haneke procura mostrar que a platéia é cúmplice da violência. Quase como um desejo insano por tortura. Essa visão demonstra que há décadas a agressividade se tornou um complemento da sociedade em sua brutalidade real do dia-a-dia e na forma vulgarizada que é retratada no cenário cultural, principalmente nos filmes.

O público acaba sendo parte vital da experiência proposta por Haneke, como um sádico voyeur que participa dos “engraçados jogos” criados pela dupla psicopata. A cada nova etapa, o espectador participa como um observador. O cenário é cru e desprovido de efeitos. Até a trilha sonora é dispensada para que o espetáculo de selvageria se transforme no mais real possível. Ela surge em breves momentos contrastando a música clássica com o metal com uma proposital construção cênica.

Os poucos elementos fantasiosos servem para que o público possa dialogar com os dementes. Mesmo esses não são os famigerados relaxadores de tensão. Haneke não deixou sua refilmagem cair nos velhos clichês de Hollywood. A típica fórmula de produções envolvendo psicopatas dá lugar a uma experiência fílmica, em que o entretenimento não faz parte da receita. A aridez é o principal ingrediente do prato.

Resta a platéia torcer por um final moralista em que os maníacos sejam punidos. A cada nova atrocidade, Haneke aumenta esse desejo de vingança do espectador, provando que a sociedade permite esse tipo de barbaridade, contato que o agressor tenha um final merecidamente sanguinolento. Para a felicidade dos cinéfilos, Haneke é um cineasta diferenciado e avesso ao lugar comum.

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48 COMENTÁRIOS

  1. Esó diz:
    domingo, 21 de setembro de 2008 às 6:42 pm

    Estou ancioso para ver adoro violencia.

  2. evilmirror diz:
    domingo, 21 de setembro de 2008 às 7:09 pm

    ( Capitão Óbvio mode on)”parecem dois emos que gostam de violencia.”(Capitão Óbvio mode off)

  3. A.J. diz:
    domingo, 21 de setembro de 2008 às 7:10 pm

    Peraí… quem escreveu essa crítica foi o Alottoni ou o Fanaticc?

    Pelo jeito de escrever, dá pra perceber que é o Fanaticc… alguém conserta esse erro que tá lá embaixo do título!

  4. Chiriko diz:
    domingo, 21 de setembro de 2008 às 7:31 pm

    Outro erro, na página principal está classificando a matéria como Nerdcast =P

  5. Aline Freitas diz:
    domingo, 21 de setembro de 2008 às 8:04 pm

    A fotografia lembra Clockwork Orange.

  6. Gustavo Forlin diz:
    domingo, 21 de setembro de 2008 às 8:21 pm

    Esse promete! Pena que aqui em Botucatu, onde eu moro, provavelmente ( na verdade certeza absoluta) não vai passar na única sala da cidade. O jeito é esperar o DVD… :/

  7. Alottoni, o Jovem Nerd diz:
    domingo, 21 de setembro de 2008 às 10:59 pm

    @A.J.
    Erro meu, o texto é do Fanaticc sim!

    @Chiriko
    A vitrine está alterada sim, isso deve ser cache do seu browser. :)

  8. andre daris ( O quase Fannatic) diz:
    domingo, 21 de setembro de 2008 às 3:15 am

    O filme e muito bom e realmente quebra o padrão de final com moralismo hollywoodiano. Vale a pena ser visto mas pra quem tem estomago fraco e pede justiça no final, sinto muito. Sô uma duvida a cena em que o filme e rewind na cena do tiro, essa cena tem no original ou foi uma novidade da versão americana?

  9. NILSON diz:
    domingo, 21 de setembro de 2008 às 8:42 am

    Será que um filme no estilo “jogos mortais” ganhará um oscar no futuro?

  10. Rafael diz:
    domingo, 21 de setembro de 2008 às 9:35 am

    Não assisti ao original, mas em se tratando do mesmo diretor, mesmo em hollywood, não deve ter sido diferente (Agora estou até curioso para assistir!). O filme não é para o fracos mesmo. Gera angústia e revolta a cada segundo; e só vai aumentando, até o final surreal (tanto pela cena do “rewind” quanto pelo desfecho da história). Eu não gostei, não figuraria na minha lista dos 50 mais, mesmo do genêro, mas há de se laurear o diretor pela coragem e originalidade.

  11. Jorge Wagner diz:
    domingo, 21 de setembro de 2008 às 12:27 pm

    Ótima escolha esse Michael Pitt. De longe dá pra sacar que ele é um psicopata.

  12. Léo diz:
    domingo, 21 de setembro de 2008 às 2:41 pm

    Sinceramente, achei esse filme uma bosta.

  13. Dennys diz:
    domingo, 21 de setembro de 2008 às 2:51 pm

    Detestei esse filme!!!
    Primeiro ponto achei a historia fraca sem um argumento que prende se a atenção.
    Segundo a violência pra mim ficou só no nome, o filme não chega nem aos pé de filmes como jogos mortais e Albergue em termos de violencia
    terceiro não gostei da trilha sonora, não empolga não faz vc entrar no clima do filme

    particularmente foi o pior filme que assisti esse ano, deixando filmes como a múmia 3 e outros comendo poeira

  14. VAMPIRA diz:
    domingo, 21 de setembro de 2008 às 3:26 pm

    É incrível como a violência se tornou algo até normal para a humanidade hoje. Vemos notícias cada dia mais e mais violentas e as pessoas agem como se aquilo fosse normal, como se o dia pedisse para ser violento.

    A pior de todas essas notícias de banalização da violência pra mim foi quando o famoso jogo GTA San Andreas foi noticiado com cenas de sexo. Nisso, uma avó que disse que comprou o jogo para o neto, queria ser indenizada porque ela não sabia que no jogo tinha cenas de sexo. Quer dizer que roubar, matar e pilhar pode mas algo sexual que é muito mais natural não?

    Não assisti a esse filme e nem irei assistir pois sou fraca demais para isso. Acabo sempre indo ao banheiro ou não consigo assistir o filme até o final. Mas espero que ele abra o olho dos espectadores para mostra que violência não é normal.

  15. Mauro diz:
    domingo, 21 de setembro de 2008 às 4:27 pm

    obrigado pelo spoiler do final.

  16. Marcelo diz:
    domingo, 21 de setembro de 2008 às 4:38 pm

    Funny Games é uma ode ao sadismo. E o “rewind” não deixa nenhuma dúvida.

    Só não gostei das roupas brancas dos garotos. a referência a Laranja Mecânica ficou muito explícita (a maquiagem tb é idêntica).

    Outro filme de uma linha um pouco diferente mas que passa a mesma sensação de impotência ao telespectador é “Wolf Creek (2006)”

  17. Tampaoster diz:
    domingo, 21 de setembro de 2008 às 4:43 pm

    Spoiler detectado…
    Deasimation mode on…
    Poxa que final xoxo hein?!?!
    Poderia ser melhor, ou não

  18. paulo diz:
    domingo, 21 de setembro de 2008 às 9:26 pm

    Filme completamente descartável.

    Naomi Watts… só isso que presta.

  19. MinderMind diz:
    domingo, 21 de setembro de 2008 às 1:31 am

    O filme estava muito bom até perto do final. Com certeza aquela idéia do controle remoto (quem viu vai entender) foi para mostrar que quem manda é o público, mas sinceramente, não precisava ser mostrado como foi. Acabou deixando de ser uma mostra de realidade.

    Até entendo que talvez seja para satisfazer ambos os lados do público. O faminto por sangue e violência e o puritano protetor. Mas ficou muito puxado, pelo menos na minha opinião.

    Tiro uma estrela e ponho apenas três…

    Obs: Michael Pitt, Naomi Watts e Tim Roth realmente mandou ver na interpretação… (Nessa ordem)

  20. Thiago Berseker diz:
    domingo, 21 de setembro de 2008 às 7:12 pm

    Achei o filme maravilhoso, e realmente é um filme muito violento. A muito tempo um filme não dava um frio na barriga e uma sensação de medo.

    Aquela parte do controle remoto, na minha opnião, foi uma forma de mostra que hj em dia alem de não ter mais a “necessidade” de ter um motivo para a violencia ela está totalmente fora de controle mesmo quando o alvo dessa é vc mesmo.

    Um otimo filme com certeza

  21. Micael diz:
    domingo, 21 de setembro de 2008 às 2:34 pm

    SPOILER

    Os garotos nao dormem nao?? Mataram os vizinhos e foram pra casa da Naomi.. mataram eles e depois ja foram pra outra casa… caraio…3 dias sem dormir.. oq eles tomam?? anfetaminas??

    E puta merda… a cena do rewind é pra sacanear mesmo! huahuahuahuua..

  22. Meme diz:
    domingo, 21 de setembro de 2008 às 12:52 am

    Sinceramente, achei esse filme uma bosta. [2]

  23. jose diz:
    domingo, 21 de setembro de 2008 às 6:08 pm

    Qual o nome da banda que aquela pauleira?

  24. jose diz:
    domingo, 21 de setembro de 2008 às 6:09 pm

    Desculpe, quis dizer o nome da banda que toca aquela pauleira.

  25. Diego Kober diz:
    domingo, 21 de setembro de 2008 às 10:47 am

    Eu honestamente acho que a cena do rewind é pra tirar do espectador a felicidade que ele teve, naquela hora. Creio que foi uma forma do diretor dizer “Ok, felizinho agora? ENTÂO TOMA!!!”.
    Muito bom o filme.

  26. Gui diz:
    domingo, 21 de setembro de 2008 às 11:34 pm

    O FILME É FODA SIM!

  27. Augusto diz:
    domingo, 21 de setembro de 2008 às 2:58 pm

    Esse filme é maravilhoso.
    Um filme para poucos é claro.
    A cena do controle, mostra muito bem que os psicopatas “sempre” estão no controle da situação, não existe essa de hérois da vida real.
    Que eles tentam passar que tudo que aparece no filme é real, como no diálogo entre Peter e Paul no barco.
    A câmera fixa e cenas ocorrendo sem que possamos ver dá uma angústia, é como se estivessemos lá, assistindo a tudo, sem poder fazer nada.
    Ainda tem a comunicação dos assassinos com o público.
    Entendo essa parte como seguinte: violência ocorre todos os dias, em vários lugares, muitas vezes ouvimos, vêmos e não fazemos nada para melhorar.
    Um dos melhores filmes que assisti.

  28. Thais diz:
    domingo, 21 de setembro de 2008 às 10:59 pm

    O filme é foda. Principalmente com o Tim Roth, que é um dos melhores atores de cinema da atualidade, na minha opinião. Agora, se o Haneke quer discutir a banalização da violência, quem viu o filme e disse que é ruim porque não é violento como Albergue ou Jogos Mortais, não entendeu praticamente nada. Só. Se a pessoa não gostou por qualquer outro motivo, ainda vai, né… Eu vejo isso acontecendo com diversos fãs de Laranja Mecânica, eles não páram para pensar no filme, só adoram as várias cenas de violência, estupro com perucas coloridas, humilhação. Sendo que o filme é MUITO mais que isso, é parecido com a discussão que o Haneke quis levantar.

  29. Gabriel Vargas diz:
    domingo, 21 de setembro de 2008 às 4:56 pm

    O cara da foto principal lembra um pouco o Alex…Vamos ver como que é este filme…A respeito de Laranja Mecanica, a cena que mais gosto é quando o Alex fica trancado no quarto do escritor ( que é bem parecido ao quarto da parte final de 2001: uma odisseia no espaço ) e é obrigado a ouvir seu compositor favorito: Bethoven. Mas simplismente não suporta a musica e se joga da janela…NEsse sim você ve ultraviolencia de verdade!

  30. Augusto diz:
    domingo, 21 de setembro de 2008 às 8:14 am

    Engraçado que o meu xará pra defender seu gosto desmerece a inteligência de quem não gostou. Típico comportamento de um idota. Eu achei o filme fraco, nem cheguei a ver o final, achei sua história bem fraquinha, na verdade o enredo é digno dos filmes do Frota, apenas substitua sexo por violência e veja se não é a mesma coisa, mas como é cultuada por gringos chega aqui vira cult, típico de brasileiro e sua síndrome de underdog.

  31. Bruno (TaRuGo) diz:
    domingo, 21 de setembro de 2008 às 11:25 pm

    Puta, curti muito a critica…

    de qualidade total! =D

    nao sei mais se quero ser cumplice, ou avesso apenas para ter um ponto de vista..

    acho que vou aceitar a provocação dele.. não tem jeito!

  32. Marcos Alexandre diz:
    domingo, 21 de setembro de 2008 às 12:03 pm

    E bastante legal,apesar de nao ter assistido ainda mas eu sou nerd mesmo ?socorro……….!!!!!!!!!!!!!!!!

  33. Joe(mesmo!) diz:
    domingo, 21 de setembro de 2008 às 8:54 pm

    Ainda não assisti a ’singular experiência fílmica sem entretenimento’ mas, pelo post acima e comentários…bem, bem… qual a novidade até aqui qto à platéia se tornar cúmplice e querer que o ‘vilão’ tenha a cabeçola explodida no final(”moralista”…kkk) do filme…? Qualquer e todo filme a, b, c, d, e enlatados afins tem feito isso(sempre fez isso)seja na telona, na telinha…com as ‘cabeçolas platéicas’ que o único sinal de inteligênca seria…ler um livro?…kakakaka…

  34. Paulo Haroldo diz:
    domingo, 21 de setembro de 2008 às 3:16 pm

    Filme ruim, crítica idem. Não há nada de interativo que justifique a participação dos espectadores, como “voyeurs sádicos”, observadores que possam fazer qualquer coisa além de desperdiçar seu dinheiro num ingresso de cinema com essa merda. Nem se eu tivesse visto o filme com controle remoto em meu dvd eu teria uma participação nessa bosta. Só vi até o final para saber se este seria diferente, embora finais infelizes não sejam tão novidade assim - e os Jogos Mortais estão aí para confirmar isso.
    As atuações são boas, nada memoráveis. O que a crítica não falou é que o diretor, para tentar realçar a atualidade do assunto, refilmou seu próprio filme quadro a quadro, sem adicionar nem mudar um cena sequer do filme original, que na época pode ter causado algum impacto. Não hoje.

  35. Leandrus diz:
    domingo, 21 de setembro de 2008 às 8:19 pm

    o 1º tbm eh mto bom o/

  36. Engraçadinha diz:
    domingo, 21 de setembro de 2008 às 11:47 am

    Eu vi o cartaz no shopping Tijuca inteiramente branco, com os caras de luvas sujas de sangue. Sinceramente? Tive medo.

  37. Renata diz:
    domingo, 21 de setembro de 2008 às 9:16 pm

    Concordo com Paulo Haroldo.
    Achei que forçaram a barra quando a personagem de Michael Pitt, ao torturar a família na sala de TV, olha para a câmera e conversa com o público, bem como acontece com a cena do rewind. E olha que sou uma entusiasta de rupturas formais tanto no cinema quanto na literatura. Achei o filme morno, a história parece que não passa nunca.
    Apesar também de não ser tão fã de pretextos hiper realistas, será que na(s) outra(s) casa(s) em que a dupla agiu não houve jeito de avisar a polícia ou outra pessoa? Na casa da Naomi ficou tudo explicadinho com a história do celular na água e tal, mas e antes, nas outras famílias? Sei lá…
    Enfim, o filme não me impressionou, ou antes, me impressionou negativamente; mas também, acho que elevei demais minhas expectativas ao ver o cartaz e o título…

  38. Renata diz:
    domingo, 21 de setembro de 2008 às 9:25 pm

    Ah, só pra não falar que não achei qualidades: a câmera estática ficou legal, bem como o fato de não terem gastado litros de catchup para indicar a violência - coisa que já vem da Grécia antiga, o espetáculo deve ser o “sentimento” humano, não a exposição física dele.
    Nessa linha, prefiro discussões um pouco mais bem realizadas, como Dogville e Manderlay…

  39. Renan diz:
    domingo, 21 de setembro de 2008 às 10:41 pm

    rated: filmes para virgens.

  40. michele diz:
    domingo, 21 de setembro de 2008 às 5:51 pm

    Ví o filme e sem duvida os atores realmente são perfeitos tanto que tive ódio profundo dos dois, ainda bem que não sou vizinha de nenhum dels porque se não eles iriam sentir o peso da minha ira, acredito que esse tipode filme é desnecessario porque a violencia ja esta dominando e aí vc promove ela?
    ESSE FILME É UMA BOSTAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA

  41. Thiago diz:
    domingo, 21 de setembro de 2008 às 1:36 pm

    achei esse filme sensacional, pelo q li dos criticaram, queria violencia mais explicita rsrsrsrs isto é, Haneke estava certo. We wanna violence!!

  42. Victor Hugo diz:
    domingo, 21 de setembro de 2008 às 6:44 pm

    Pergunta pra quem assistiu: Como se sentiu sendo usado pelo diretor (pra não dizer conduzido), e ainda jogando-lhe na cara que você é um pervertido, que no fundo você é igual a eles, apenas de uma maneira diferente?

    Não vamos apenas assistir. Vamos refletir um pouco em que temos nos tornado nesses dias e o que podemos fazer, a nossa parte, para deixar o mundo menos violento. Mesmo que somente nós tenhamos esse pensamento.

  43. Fernando diz:
    domingo, 21 de setembro de 2008 às 12:56 am

    Vi o filme como crítico, analisei bem.. É beeeeeeem polêmico e no final nos deixa bem angustiados, revoltados e meio que querendo um pouco mais de “final Holywoodiano”. Mas não é dos melhores que vi. Parece que foi feito milimetricamente para te deixar incomodado, para ser “errado”. Achei meio desnecessário quase metade do filme e a cena do controle afirma mais ainda o que eu disse sobre ele ser feito para te incomodar. Eu fiquei com raiva deles, mas queria que alguem aparece pra ajudar, tipo policiais pra prender eles, não estava sedento por morte e tem que estar muito pra gostar desse filme.

  44. EnglishRox diz:
    domingo, 21 de setembro de 2008 às 12:29 pm

    rated: filmes para virgens. [2]. Muito ruim mesmo, mas é cool dizer que só os inteligentes entenderam, né?

    É, grande Voltaire, já que lutaste pelo direito de todos falarem…

  45. T4T1 diz:
    domingo, 21 de setembro de 2008 às 2:10 am

    Esse filme é uma obra de arte aquém da expectativa.Recomendo.

  46. Maurilio diz:
    domingo, 21 de setembro de 2008 às 5:48 pm

    [Spoilers!!!!!!!]

    Bom filme

    As cenas que ocorrem após a saída dos bandidos mostram que muitas vezes estamos insensíveis à violência e o “pouco” que eles fazem com a família, em comparação a outros filmes, acaba se mostrando uma barbaridade. Na maioria das vezes que vemos uma cena de violência no cinema, acontece um “deixa pra lá” em relação as vítimas, como se violência banal fosse a coisa mais normal do mundo. Esse ponto de vista ficou muito interessante nesse filme. Quem pegou o filme querendo assistir um “Jogos Mortais” prova isso.

    Alguns pontos negativos foram os dialogos com o público (o diretor podia ter assistido Curtindo a Vida Adoidado antes e trabalhado melhor isso) e a cena do controle remoto. Essas partes quebram o clima do filme.

    Att

  47. Dark Lotus diz:
    domingo, 21 de setembro de 2008 às 10:37 pm

    Simplismente detestei esse filme, um lixo, NOTA ZERO >:(

    Parece que esse diretor babaca pseudo-intelectual estava fazendo uma brincadeira de mal-gosto para provocar os espectadores.

    <<>>

    Faz você ficar o filme todo vendo os psicopatas se divertirem com suas “brincadeiras”, você fica morrendo de vontade de ver os desgraçados serem punidos, mas no final levarem a melhor, matam uma família toda sem sofrer um arranhão, e ainda partem pra outra. Claro, com a desculpa de “provocar reflexão nos espectadores”. Isso não é arte, isso não é filme, isso é UM LIXO! Não valeu nem os R$4 da locação, devia ter comprado pirata, esse diretor merecia ter sido roubado. Só serviu pra me deixar com raiva.

  48. anonimo diz:
    domingo, 21 de setembro de 2008 às 8:48 am

    esse filme é horrivel da vontade de vomitar , caramba o garoto morre e os pais não tao nem aí !!! nossaaa Alem disso aqueles sadicos são ums nojentos deu vontade de entrar dentro da tv só pra espancar elesss!!
    Eu acho que ficaria melhor pelo menos se alguem da familia sobrevivesse pra se vingar deles !!! pq cara o final foi podre os loucos ainda saem vivos!! aí não da……..

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