Tudo o que você sempre quis saber sobre Star Trek
Mas não tinha um amigo nerd para perguntar| Quinta-feira, 7 de maio de 2009 | Alottoni, o Jovem Nerd |


É muito comum o público geral confundir Star Trek (Jornada nas Estrelas) com Star Wars (Guerra nas Estrelas), ou até mesmo os próprios fãs das duas franquias se digladiarem em provocações exaltando as qualidades de suas paixões.
Nestas pelejas, Star Trek é frequentemente acusado de ser parado, confuso e entediante. E pode até ser para uma mente distraída, mas em uma análise mais minuciosa, a riqueza encontrada na fronteira final do espaço justifica o fenômeno que revolucionou a cultura pop e moldou o universo nerd que conhecemos hoje, antes mesmo da saga de George Lucas.

Hoje, depois de 6 séries de TV e 11 filmes, fica difícil imaginar que Star Trek (1966-1969) não chegou ao mundo na glória do sucesso. Na verdade, as dificuldades que o criador Gene Roddenberry enfrentou para conseguir lançar e manter a série foram resultados óbvios do impacto de ideias visioárias em um monolito de conservadorismo.
Star Trek estreou em 1966 com um elenco multiétnico, que obedecia o conceito de um futuro utópico, de paz e união mundial justamente em uma época conturbada pela segregação racial nos Estados Unidos, guerra do Vietnã, o medo vermelho do comunismo e da guerra nuclear.
A rede NBC repudiou o piloto “The Cage” (A Jaula), que apresentava uma mulher (Majel Barrett, que depois se tornou a Sra. Roddenberry) como a oficial segundo em comando da Enterprise. Segundo a emissora, a ideia era ridícula e ninguém jamais acreditaria nisso, nem em um programa de ficção-científica.
Muita coisa teve que ser mudada para Star Trek nascer como uma série. Todo o elenco do piloto caiu, com exceção de Leonard Nimoy (que permaneceu como Spock, mas ganhou sua fria lógica sem emoções) e Majel Barrett (que virou enfermeira) em um segundo piloto chamado “Where No Man Has Gone Before” (Onde Nenhum Homem Jamais Foi).

Capitão Pike (Jeffrey Hunter) e Spock (Leonard Nimoy) no piloto rejeitado “The Cage”.
A NBC queria um elenco principal de homens brancos. Roddenberry não podia ganhar todas as batalhas, então deu o posto de segundo em comando a Spock, que era incialmente visto como um homem estranho de aparência satânica, mas acabou passando. Com esta jogada e com uma patente menor, Roddenberry não só conseguiu manter uma mulher na ponte de comando, mas conseguiu um feito inédito: uma mulher negra em um elenco principal, a oficial de comunicações Uhura (Nichelle Nichols).
FATO CURIOSO: Como seu papel era pequeno, Nichelle Nichols pensava seriamente em deixar a série. Quem a convenceu de ficar foi ninguém menos que o Dr. Martin Luther King, dizendo que ela era um símbolo e um modelo a ser seguido por todas as jovens negras norte-americanas.

A tripulação original. Da esquerda para a direita: Scotty, Spock, Kirk, McCoy, Uhura e Chekov.
A Spock e Uhura se juntaram o capitão James T. Kirk (William Shatner), o engenheiro-chefe Scotty (James Doohan), o timoneiro Hikaru Sulu (George Takei), que neste segundo piloto era médico. Os outros membros da tripulação clássica viriam depois. O Dr. Leonard “Magro” McCoy (DeForest Kelley) entraria para o grupo no início da série e o navegador Pavel Chekov (Walter Koenig) só na 2ª temporada.
A FRONTEIRA FINAL

Mas engana-se quem pensa que a série estourou logo no início. Ou no meio. Ou no final. Na verdade isso jamais aconteceu enquanto era produzida. Apesar de ter um público fiel entre jovens universitários, nunca atingiu índices satisfatórios de audiência.
Alguns atribuem isso ao pioneirismo antes de seu tempo, outros ao fato da série nunca ter tido chance no horário nobre da NBC. O fato é que Star Trek esteve em apuros desde sua concepção e durou apenas 3 temporadas.

O que foi descoberto tardiamente na extinta série, foi o cerne da boa Sci-Fi, que é estabelecer uma verdade científica, dar um passo além no imaginário, e discutí-la.
Enquanto o cinema pipoca da década de 1950 trazia a Terra enfrentando terríveis invasões alienígenas, Gene Roddenberry pensava: Peraí! Por que uma raça alienígena quereria invadir a Terra? Quais seriam os motivos políticos? De que forma ela seria vista por outras raças ao covardemente assolar uma sociedade inferior, sem capacidade de defesa?

O espaço não era apenas um novo lugar para invocar os mesmos monstros dos mapas navais do século XV. A galáxia deveria estar repleta de complexas sociedades, impérios, conquistadores e mediadores da paz.
E qual seria o papel da humanidade nesse cenário? Uma vez que a Terra havia atingido um patamar de uma utopia socialista, eliminando o dinheiro, guerras, fome e doenças, de onde viria o desafio? E quem estaria a frente dele?
Entra o fantástico texto de abertura, que em poucas palavras justifica exatamente o espírito de Star Trek e nos mostra o que podemos esperar desde admirável mundo novo.
“Espaço, a fronteira final. Estas são as viagens da nave estelar Enterprise em sua missão de cinco anos em busca de estranhos novos mundos, novas vidas e novas civilizações. Audaciosamente indo aonde nenhum homem jamais esteve.”
A humanidade estava inserida e enterrada nas burocracias diplomáticas de uma comunidade galáctica, representada pela Federação Unida dos Planetas, no entanto, dentre os massivos recursos da Frota Estelar, havia uma nave inteiramente dedicada à exploração do desconhecido, tripulada por desbravadores sob o comando de James T. Kirk e seu oficial de ciências, o meio-vulcano/meio-humano Spock.

Uma combinação de personagens que deu muito certo. Enquanto Kirk, apesar de competente, era um capitão impulsivo, que rasgava qualquer manual ou protocolo de ação da Frota Estelar em prol do instinto, Spock, em toda sua lógica vulcana e emoções suprimidas, era um contrassenso perfeito nesta mistura.
Notável também era a personalidade forte e o frequente mau humor do Dr. McCoy com seus bordões típicos, como “Eu sou um médico, não uma escada rolante!”, ou o alívio cômico de Scotty aos berros pelo intercomunicador dizendo que não podia quebrar as leis da física, quando o captão exigia mais velocidade e mais potência nos escudos da nave.

CENA CLÁSSICA: No episódio “The Trouble with Tribbles”, um Klingon começa a bradar insultos a ao capitão Kirk em um bar. Scotty acalma Chekov, dizendo que eles eram melhores do que isso, que não precisavam brigar por causa de meros insultos ao seu capitão. Mas no momento em que o Klingon passa dizer que a Enterprise era uma lata velha mal projetada e que deveria ser descartada como lixo, o próprio Scotty se levanta e desce o cacete no fanfarrão.
Essa era a miscigenada atmosfera da USS Enterprise NCC-1701, que também se tornou um “personagem” de toda a franquia, mudando de forma com o passar das eras na cronologia trekker.

Aos fãs, sempre doeu vê-la danificada ou até mesmo destruída, mesmo sabendo que certamente seria substituída por um modelo igual ou mais moderno.
Apesar de escrever sobre o espaço, Roddenberry sempre manteve uma concepção náutica em suas naves, com centenas de tripulantes, oficiais em pontes de comando e salas de máquinas. Aquela agilidade da Millenium Falcon fugindo das TIE Fighters em Star Wars simplesmente não existia em Star Trek.

As manobras de combate eram traçadas com antecedência, uma vez que as colossais naves se moviam lentamente. A mira dos phasers tinha de ser caulculada pelo artilheiro e o os torpedos de photons carregados manualmente.
As batalhas não eram rápidas, mas tinham o charme dos conflitos navais entre monstros de metal.
TECNOLOGIA
Star Trek estava sim à frente de seu tempo, não só em sua filosofia, mas como no campo tecnológico.
WARP SPEED
Segrè and Chamberlain acabara de descobrir o antipróton em 1955 e Roddenberry já visualizava uma nave movida por uma reação de matéria/antimatéria, resultante em um electro-plasma que era canalizado pelos longos condutores na cauda da nave. Desta forma ela podia gerar um campo de distorção do contínuo espaço-temporal para impulsioná-la a velocidades mais altas que a da luz.
TELETRANSPORTE

O muito últil teletransporte não foi planejado, mas foi incorporado à série por causa de uma inconveniência frequente: dificuldades orçamentárias.
Simplesmente não havia dinheiro para filmar modelos de naves de transporte pousando e decolando de tantos cenários diferentes em miniatura. A solução foi simples. Por que simplesmente não teletransportar os tripulantes para os cenários de isopor pintado e papel crepom?
GADGETS
Fora as portas automáticas, as vídeo-conferências, os phasers atordoantes, os comunicadores de mão (o celular flip StarTAC se chamou assim em homenagem à série, é o que dizem), o gadget mais notável era o Tricorder. Era um sensor móvel, capaz de analisar materiais, campos energéticos e basicamente qualquer coisa estranha ao seu alcance. No início era meio que um trambolho carregado por Spock como uma bolsa, mas depois foi evoluindo para versões menores e com outras funções, como a de analisar seres vivos e dar diagnósticos médicos.
Tudo isso pode nos parecer trivial hoje, mas na década de 1960 estava além dos sonhos dos mais talentosos engenheiros. E o fato de muita dessa ficção ter virado realidade hoje é mais uma prova da validade da base científica empregada na série, parte de uma escola ferrenhamente defendida por Isaac Asimov desde que começou a escrever, fugindo dos antigos modelos mais simplificados da “fantasia pura” em troca de algo mais plausível em nosso mundo.
O FENÔMENO

Com o cancelamento em 1969, todos os envolvidos consideraram seus trabalhos feitos e encerrados. Não poderiam estar mais enganados.
Em vez de ser esquecida, a série seguiu justamente o caminho oposto. De alguma forma, suas reprises ficavam cada vez mais populares. E foi assim que uma geração inteira de fãs (re)descobriu Star Trek e o elevou ao status de cult.

Neste fervor de sucesso, em 1972 nasceu a primeira convenção trekker da história em Nova York. A ideia de convenções nerds não era nova (em 1970 aconteceu a 1ª Comic-Con em San Diego), mas certamente os trekkers ajudaram popularizá-las ainda mais.
Os organizadores da convenção esperavam algumas centenas de participantes, mas logo de cara tiveram que receber mais de 3000. Não era para menos, já que além de exibirem o inédito piloto “The Cage” em 16mm, ainda conseguiram levar nomes de peso, como o próprio criador Gene Roddenberry e um dos maiores autores de ficção-científica da história, o megaboga lendário Isaac Asimov.

James Doohan (Scotty) em uma das convenções trekkers.
As convenções cresceram em tamanho e em frequência e praticamente se tornou o novo “emprego” do elenco, que pulava de uma para outra, fazendo palestras, respondendo perguntas e dando autógrafos aos fãs.
Durante toda a década de 1970 tentou-se explicar o fascínio explosivo pela ficção-científica. Uma delas estaria intimamente ligada ao apogeu da corrida espacial, afinal o homem acabara de pisar na lua em 1969 e o programa Apollo continuava mandando seus astronautas para o espaço como se fosse para comprar leite na padaria.
Diante deste fenômeno, a NBC, detentora dos direitos, tinha a faca e o queijo na mão. Chegou a lançar uma série animada entre 1973 e 1974 com as vozes originais (menos a de Walter Koenig), mas o grande planejamento mesmo era trazer a série live-action de volta sob a alcunha de Star Trek: Phase II. Embora isso não tenha acontecido, o astronômico e inédito sucesso de Star Wars nos cinemas (em 1977) pavimentou a estrada para a produção definitiva (que também vinha sendo cogitada) do primeiro longa metragem de Star Trek.
STAR TREK NO CINEMA

Em 1979 estreava Star Trek: O Filme, com um orçamento de US$ 35 milhões. Mas a maior batalha não foi travada no espaço e sim nos estúdios da Paramount Pictures. A produção tinha todo o elenco original da série, um diretor vencedor de Oscar (Robert Wise), colaboradores de peso como os mestres da ficção-científica Ray Bradbury e Isaac Asimov, só não tinha uma coisa: roteiro.
Quando o filme começou a ser rodado, apenas estava definido que uma grande ameaça estava indo em direção da Terra e só a Enterprise poderia salvá-la.

Brinca-se até que a famosa cena em que a nave adentra a misteriosa nuvem cósmica é tão demorada porque os roteiristas ainda estavam inventando o que haveria dentro dela.
Mesmo sob essa imensa pressão, o roteiro funcionou e o filme foi um grande sucesso de bilheteria, chegando a quase US$ 140 milhões no mundo inteiro.
Após viver um sucesso fantasma por uma década, finalmente Star Trek estava de volta, maior e melhor. A ressurreição bem sucedida colocou Kirk, Spock, McCoy, Sulu, Chekov, Uhura e Scotty no auge por 6 filmes no total, encerrando sua épica jornada em grande estilo e na hora certa.

FILMES DA TRIPULAÇÃO ORIGINAL
A NOVA GERAÇÃO

Com todo esse sucesso, em 1987, ainda antes do 5° filme com a tripulação original, Roddenberry teve a oportunidade de criar uma nova série para a TV, Star Trek: The Next Generation (1987-1994). Muitos se questionavam se ele seria capaz de repetir o sucesso da tripulação original. Afinal, quem estaria à altura para ocupar a ponte da Enterprise sob a sombra de mitos tão queridos?
A genialidade de Roddenberry foi justamente não apostar no “mais do mesmo”. Em vez disso ele preferiu arriscar e mudar completamente o perfil da tripulação, começando pelo capitão.

No posto de capitão da Enterprise-D, o ator shakespeariano Patrick Stewart como Jean-Luc Picard, que era em essência, o completo oposto de Kirk. De pose clássica e refinada, era a imagem do oficial altamente treinado.
Um dos testes mais difíceis da Academia da Frota Estelar era o Kobayashi Maru (visto em “Star Trek II: A Ira de Kahn”). Em resumo, era uma simulação de um cenário impossível de se vencer. O único resultado possível é a destruição da nave e a morte de todos a bordo. O objetivo era testar a reposta dos aspirantes a capitães sob condições extremas. O jovem Kirk foi o único que venceu porque hackeou os computadores e alterou os parâmetros para sua vantagem.
Picard, por sua vez, jamais faria isso.
No entanto, o novo capitão tinha outras qualidades e ganhou respeito do público por sua liderança, autoridade, rapidez de pensamento e perspicácia diplomática.

A lógica e as habilidades mentais de Spock foram transmutadas em dois personagens. Um androide, Data (Brent Spiner), e em um novo posto de conselheira, ocupado pela betazoide empática Deanna Troi (Marina Sirtis).
Também compunham a tripulação o primeiro oficial William Riker (Jonathan Frakes), o engenheiro-chefe cego Geordi LaForge (LeVar Burton), a oficial médica Beverly Crusher (Gates McFadden) e a presença mais notável, o chefe de segurança e oficial tático Worf (Michael Dorn), que era nada menos que um Klingon.
Um Klingon na Enterprise? Sacada de mestre de Roddenberry, desafiando seu próprio conceito, que havia estabelecido muito bem os Klingons como uma raça totalmente antagônica (inimigos mortais de Kirk) durante 20 anos de série e filmes.

Com seus códigos de guerreiro e condutas agressivas, os Klingons eram vistos na série clássica como uma mistura espacial dos soviéticos com os japoneses da 2ª Guerra Mundial, representados obviamente segundo à perspectiva ocidental capitalista.
Mas qual era o argumento de Roddenberry? “Não existe isso de uma raça má”. Na Terra, povos podem entrar em conflitos e depois resolvê-los. Como Star Trek: A Nova Geração acontecia 74 anos depois do tempo de Kirk, era razoável acreditar que Klingons e humanos haviam acertado suas diferenças (tema que foi abordado em “Star Trek VI: A Terra Desconhecida”, como uma clara alusão ao colapso da União Soviética).
Era também uma afirmação que ele já havia aplicado à própria humanidade na década de 1960, sugerindo um russo na tripulação original, em plena guerra fria.
Abertura da 5ª temporada.
A série durou 7 temporadas e ganhou 4 filmes para o cinema. O primeiro dele Star Trek Generations (1994) reuniu os dois lendários capitães, Kirk e Picard, em um roteiro que começou muito bem e acabou muito mal.
O pico do sucesso e das críticas positivas foi atingido em Star Trek: Primeiro Contato (1996), onde os novos e temíveis inimigos da Federação, os Borgs, ameaçavam remoldar a própria história da humanidade em mais um bem sucedido roteiro envolvendo viagem temporal.
Infelizmente, o fim da Nova Geração no cinema não foi memorável quanto o da tripulação original. Os filmes seguintes não foram tão bem quanto os primeiros, sendo o último um fracasso em comparação a todos os outros, arrecadando US$ 67 milhões no mundo todo (se pagou e olhe lá).
FILMES DA NOVA GERAÇÃO
OS SPIN-OFFS
Voltando um pouco atrás, é importante notar que outras séries de TV surgiram, pegando carona na melhor fase da franquia.
Star Trek: Deep Space Nine (1993-1999)

Foi criada pelos produtores Rick Berman e Michael Piller, sem Gene Roddenberry (falecido em 1991), e era um spin-off direto de The Next Generation, com cross-overs e tudo. Se passava na mesma época, só que acompanhava o dia-a-dia de uma estação espacial cardassiana ocupada pela Federação.
A ideia soava meio estranha aos fãs, acostumados com o conceito de exploração espacial. A premissa de DS9 era mais política.

Segundo os produtores, a inspiração veio da conturbada situação entre Israel e Palestina. Na série, após a libertação dos bajorianos de uma sangrenta ocupação cardassiana, a Federação entrou no meio para tentar manter um clima controlado em um verdadeiro barril de pólvora.
Para piorar, a estação ficava próxima a um dos poucos wormholes (buracos de minhoca) estáveis da galáxia. Este fenômeno (que para os astrofísicos é apenas teórico) funcionava como um portal direto para o inexplorado quadrante gamma. Ou seja, qualquer coisa poderia surgir dali.
A trama acabou evoluindo para um conflito aberto, que proporcionou memoráveis cenas de batalha como jamais vistas na franquia. Durou 7 temporadas.
Star Trek: Voyager (1995-2001)

Veio quase como uma resposta aos que não gostaram da ideia estática de DS9. Querem exploração? Aqui vai. A nave Voyager (nome conveniente) esbarrou em uma anomalia espacial que a jogou no quadrante delta, também desconhecido pela humanidade.
A 70.000 anos-luz de casa, era impossível voltar, mesmo em velocidade de dobra máxima, no tempo de vida da tripulação.

O jeito era vagar pelo espaço à procura de uma outra solução. Fãs machistas gostam de implicar, justificando que isso só poderia ter acontecido com uma nave com uma mulher no comando, a capitã Kathryn Janeway (Kate Mulgrew). Vê se pode. Durou também 7 temporadas.
Enterprise (2001-2005)

Foi um passo completamente diferente. Um prequel. Havia boatos de que a ideia era mostrar as aventuras de Sulu na USS Excelsior, nave que ele comanda em Star Trek VI: A Terra Desconhecida (1991).
Mas a série acabou contando a história da primeira Enterprise, sob o comando do capitão Jonathan Archer (Scott Bakula). Antes de Kirk, Spock e companhia, em uma época em que a Frota Estelar estava ainda se estruturando, sob tutela dos vulcanos.

Muitos dizem que a série começou em uma época pouco interessante e que gastou muito tempo definindo conceitos que os fãs já conheciam bem das séries anteriores. Ou seja, tinha o tenebroso fator whatever.
A série só ganhou velocidade mesmo na 4ª temporada. Mas aí era tarde demais, com a audiência baixa, os constantes cortes de orçamento logo se transformaram em cancelamento.
AO INFINITO E ALÉM

Depois do fracasso de Star Trek: Nemesis nos cinemas em 2002 e da série Enterprise em 2005, Star Trek estava sérios em apuros. Pela primeira vez desde 1987 não havia uma série na TV, tampouco qualquer perspectiva de um filme para o cinema.
A franquia entrara em coma.
Com uma linguagem inteiramente nova sobre o tema espacial, seguindo a nova onda de episódios contínuos em vez do formato tradicional americano de episódios independentes, rápidos, tensos e inteligentes, instaurada pelo espetacular remake de Battlestar Galactica em 2003, Star Trek teria de se reinventar ou morrer de vez.
E essa foi a missão dada a J.J. Abrams: ressucitar Star Trek.

Em uma decisão corajosa, propôs um reboot da série com as figuras mais icônicas da franquia, a própria tripulação original. Visto tudo o que se passou por mais de 40 anos de altos e baixos, parece um conceito inescapável, mesmo sabendo que iria bater de frente com inevitáveis comparações entre os novos atores e as imortalizadas atuações de William Shatner, Leonard Nimoy e cia.
Basta esperar para ver se, a longo prazo, Abrams conseguirá passar pelo seu próprio teste Kobayashi Maru: angariar uma nova geração de fãs e ainda agradar a velha guarda. Sem trapacear!
Tags: Ficção-Científica, Gene Roddenberry, Jornada nas Estrelas, Kirk, Spock, Star Trek


Quinta-feira, 7 de maio de 2009 às 6:04 pm
Nossa! Isso dá um livro. Entendi a empolgação do JovemNerd. Vamos à leitura.
Quinta-feira, 7 de maio de 2009 às 6:07 pm
Era disso que eu estava precisando!
Agora, vamos à leitura! uaahahahuh
E como disse o LuizC, isso realmente da um livro!
Quinta-feira, 7 de maio de 2009 às 6:10 pm
Awesome!!!!!
Quinta-feira, 7 de maio de 2009 às 6:11 pm
Não deu pra ler tudo ainda, mas realmente a matéria parece ótima. Vou continuar a leitura, parabéns Alottoni !!!
Quinta-feira, 7 de maio de 2009 às 6:13 pm
Parabéns pelo trabalho “Hercúleo” ^^
Praticamente uma “Trekpedia”…
Quinta-feira, 7 de maio de 2009 às 6:20 pm
Excelente artigo JN, muito bom mesmo. Eu não dava muito atenção Star Trek, você me fez ver com outros olhos.
Parabéns!
Quinta-feira, 7 de maio de 2009 às 6:24 pm
Muito bom.
E amanhã estreia.
Quinta-feira, 7 de maio de 2009 às 6:29 pm
WOOOAH! Enorme mesmo.
Você tava twittando direto sobre como esse “livro” sobre Star Trek estava ficando grande.
Não ficou grande. Ficou HUGE MOTHAFUCKA!
Massa. Vou ler
Quinta-feira, 7 de maio de 2009 às 6:30 pm
WOOOAH! Enorme mesmo.
Você tava twittando direto sobre como esse “livro” sobre Star Trek estava ficando grande.
Não ficou grande. Ficou HUGE MOTHAFUCKA!
Massa. Vou ler.
Quinta-feira, 7 de maio de 2009 às 6:40 pm
Garoto, eu vi!
Tudo isso que você descreveu aí e muito mais. Agora vou conferir o Abrams & Co. propõem neste Star Trek Reloaded… Que ao menos a diversão e o sonho sobrevivam.
Auica!
(saudação dos Incas Venusianos, mas que pode substituir o “vida longa e próspera”).
Quinta-feira, 7 de maio de 2009 às 6:40 pm
Adorei o post!
Mesmo tendo apenas 17 anos, me apaixonei pela primeira vez que vi Start Trek (o original).
Não consegui assistir esses mais novos, pois odiei
Quinta-feira, 7 de maio de 2009 às 6:44 pm
Sensacional, primeira explicação sobre a série que me fez ficar com vontade de assistir. E também me ajudou a entender como o espírito de aventura do filme de Abrams é inspirado na série original.
Parabéns pelo ótimo texto.
Quinta-feira, 7 de maio de 2009 às 6:48 pm
Nossa, ta muito bom =)
mal posso esperar pro filme amanha
e realmente uma das coisas mais legais na série foi a capacidade que eles tiveram de fazer algo tão bom, com orçamento tão baixo o.o ficou tudo tão bem adaptado que você nem sente falta de incríveis (e caros) efeitos especiais (tanto no star trek original, quanto no the next generation)
Quinta-feira, 7 de maio de 2009 às 7:05 pm
Parabéns JN
Muito bom este post. Agora estou mais preparado para assistir o filme na telona!
Você escreve muito bem. O que aconteceu com o livro que você estava escrevendo?
Quinta-feira, 7 de maio de 2009 às 7:05 pm
Awesome!!! \o/ Que venha a nova velha tripulação.
Quinta-feira, 7 de maio de 2009 às 7:18 pm
Incrível.
Li e nem percebi o tamanho, muito bem escrito.
Quanto a Star Trek, eu sempre achei divertido a idéia de ter uma frota estrelar com capitões e parará, mas nunca peguei pra ver. Esse filme será meu ponto de partida. Talvez não seja bom para um novo fã se basear nesse novo filme, mas vamos lá né…
Quinta-feira, 7 de maio de 2009 às 7:18 pm
Engraçado, o JN agora tem anúncios do Google no final do post! Mas voltando ao assunto, obrigado pelas explicações sobre Star Trek, eu sou justamente um destes caras que sempre teve a curiosidade de saber mais sobre a série, mas não tinha uma fonte escrita de forma resumida e agradável para ler, muito menos, um amigo com tantos conhecimentos sobre. Valeu JN.
Quinta-feira, 7 de maio de 2009 às 7:23 pm
Quem for curioso o bastante, veja o trailer do game STAR TREK D•A•C, nele há mais cenas novas do FILME, e pode ser visto em High Definition [HD] mp4 no YouTube:
http://www.youtube.com/watch?v=fTd1-_L3nk4
Quinta-feira, 7 de maio de 2009 às 7:24 pm
Isso sim que é uma explicação completa!
Quinta-feira, 7 de maio de 2009 às 7:27 pm
Vim até o artigo devido a quantidade de twits que postaram sobre…
Mas e por que as pessoas comentam ANTES de ler? Que viagem, cara. Eu li tudo e agora comento:
E fiquei com mais vontade de ver o filme. 
UAAAAAAAAAAU. Ficou MUITO massa, é artigo digno de revista ou algo assim (mas aí não daria pra passar os vídeos, haha). Não sou trekker, e nem um pouco fanática pela série, portanto, foi também um artigo muito esclarecedor.
Quinta-feira, 7 de maio de 2009 às 8:05 pm
Caro Jovem Nerd
Não sou trekker(Star Wars forever xD), na verdade, tenho tanto medo de trekkers quanto Azaghal tem de Otakus(meu máximo de trekiçe são ditados klingons e usar a lizard-spock expansion), mas desde a produção de JJ Abrhams estou dando uma chance. A série clássica precisava msm de uma revigorada. Vou dar meu voto de confiança a Star Trek, sem preconceitos nem nada.
Ótimo trabalho, e n tá tão grande assim n(pra quem lê né. pq escrever é ph*da)
Vida longa e próspera
Quinta-feira, 7 de maio de 2009 às 8:05 pm
Nota: Leonard Nimoy vai aparecer no próximo episódio de Fringe, serie “nova” do J.J, e parece que vai ser um papel fixo, ja que ele vai interpretar um personagem beeeeem importante.
Quinta-feira, 7 de maio de 2009 às 8:19 pm
Eu já sabia! Estava esperando essa matéria. Agora finalmente posso entrar de cabeça para descobrir o que tem de tão especial. =)
Quinta-feira, 7 de maio de 2009 às 8:20 pm
Alottoni, ótimo texto, rachei de rir quando me lembrei da cena da briga Chekov Scotty x Klingon. O texto me animou a ir ao cinema e ver a volta da Star Trek.
Obrigado, por me fazer lembrar de tudo isso.
Quinta-feira, 7 de maio de 2009 às 8:54 pm
Sem dúvida a melhor matéria já publicada no Jovem Nerd desde sua inauguração! Parabéns Alottoni! Eu como Trekker sou suspeito de falar, mas agora ou nunca é hora de renascer a melhor e mais belo franquila de ficção científica de todos os tempos.
Vou fechar meu comentário com uma frase dita por um dos roteiritas do novo filme que estreia amanhã. Com a palarra Roberto Orci:
“Jornada (Star Trek) é possívelmente uma extrapolação do nosso futuro, com base naquilo que é agora conhecido cientificamente.”
Live long and prosper!
Quinta-feira, 7 de maio de 2009 às 9:01 pm
Eu como não sou trekker acho que esse novo filme será uma mistura de Velozes e Furiosos com Top Gun no espaço e isso inacreditavelmente deixará o filme bom! Mas acho que alguns fãs de carteirinha da série sairào decepcionados! KHAAAAAANNNNN!!!!
Quinta-feira, 7 de maio de 2009 às 9:07 pm
Excelente texto Alottoni ! Infelizmente não pude assistir todas as séries e filmes, conhecendo bem mesmo a série clássica, então para mim este texto foi ótimo para tirar algumas dúvidas sobre as outras séries e filmes que foram produzidos depois desta.
Uma longa vida e próspera.
Quinta-feira, 7 de maio de 2009 às 9:08 pm
Alexandre, adorei a Resenha, muito bem escrita! Sem dúvida eu e minha galera temos que conferir!!!
Quinta-feira, 7 de maio de 2009 às 9:14 pm
Eu nunca soube tanto de Star Trek quanto agora, depois de ler esse texto. Nada como fazer algo com amor, mesmo com amor nerd. Eu fico pensando somente uma coisa: Quando vai sair o mesmo para Star Wars, eu amo essa série, não sei se em grau menor ou melhor d que TSra Trek. Deu vontade de ir e ver o filme. Thanks ^_~
Quinta-feira, 7 de maio de 2009 às 9:26 pm
Li tudo corrido aqui da facu, mas já me empolgou o suficiente pra ir ver o novo filme
eu acho que só vai ter cópia dublada aqui orem por mim
Quinta-feira, 7 de maio de 2009 às 9:38 pm
Dos melhores textos já postados no JN. Um grande serviço a quem sempre se manteve à margem do universo Star Trek. J.J. Abrams deveria agradecer e mandar uma comissãozinha da produção… rs.
Muito bom, mesmo!
Quinta-feira, 7 de maio de 2009 às 9:42 pm
Ótimo artigo, só discordo do Teleporte, o consagrado na tradução é Teletransporte.
Demais seria legal falar um pouco mais sobre a Voyager, DS9 e os terríveis Borgs. Mas já está bem grande né? Entendo.
Parabéns.
Quinta-feira, 7 de maio de 2009 às 10:05 pm
Olha aí hein, pelo jeito o J.J. Abrams conseguiu fazer oque o George Lucas não conseguiu hein. Dar vida nova a franquia. Não sou fã de Star Trek mas pelos trailers desse filme de amanha já me empolguei total, além das criticas estarem muito favoráveis. Vou até ver Wrath of Khan, que todos dizem ser o melhor dos filmes, pra pelo menos ficar mais interado no universo Star Trek antes de ver o filme amanhã.
No aguardo do Nerdcast já. Valeu JN.
Quinta-feira, 7 de maio de 2009 às 10:28 pm
Muito bom texto mesmo.
Mas excessão, Jovem Nerd?
Vida longa e próspera
;*
Quinta-feira, 7 de maio de 2009 às 10:36 pm
Olá Nerds!
Alexandre, parabéns pelo texto, você soube buscar muito bem os detalhes importantes da franquia. Bem lembrado a parte em que o Scotty briga com o Klingon. Tenho a série Clássica na mais elevada estima. Apesar dos cenários de isopor, os episódios eram muito bem escritos, com poucas exceções claro. O mais interessante para mim na série clássica são as personalidades dos personagens, o trio Macoy, Kirk e Spock é simplesmente genial, se um deles saíssem prejudicariam seriamente a integridade da série.
Tentei não fazer muita expectativa para este filme, mas acho que não consegui, estou contando os minutos para a hora da exibição, mandei até fazer um uniforme de oficial de ciências da série clássica.
Sarek muito provavelmente estará no filme, nada mais nada menos que embaixador de Vulcano e pai de Spock, o cara disse no 10º episódio da segunda temporada que se casou com uma humana porque era a decisão mais lógica a ser tomada no momento.
Estou confiando cegamente neste novo filme, para que mesmo que não consiga uma boa trama, não estrague as personalidades imortais destes super personagens.
Nunca compreendi disputas entre fãs de Star trek e de Star Wars, sou muito fã das duas franquias. Nem sequer existe a possibilidade de um confronto porque as duas se passam em tempos muito distantes.
Olha a empolgação… Chega, Vida longa e próspera para todos.
Daniel Lima
24 Anos
Brasília DF
Quinta-feira, 7 de maio de 2009 às 11:20 pm
@Bella
Nossa, que feio! Eu todo preocupado com “ideia” e “contrassenso”, novidades da reforma ortográfica e deixei escapar essa.
Quinta-feira, 7 de maio de 2009 às 11:30 pm
@Alottoni
;*
Acontece, né?
Parabéns pelo texto
Quinta-feira, 7 de maio de 2009 às 11:31 pm
Reparei nas brincadeirinhas entre linhas no matéria e na abrangente informação, mas o que quero ressaltar é a capacidade de envolver as pessoas neste artigo tão bem escrito, cada parte se completa e termina te segurando da cadeira para continuar lendo e lendo. Claro que as imagens ajudaram, mas creio que se uma matéria gigante consegue te envolver o bastante para só parar de terminar e ainda ficar reclamando que acabou rápido é porque quem escreveu ralou muito pra fazer decente e do melhor jeito possível.
Parabéns, você se superou, to com o cara ai em cima: melhor matéria do Jovem Nerd ever.
Ps.: Por culpa sua senhor Alottoni, eu to com a edição do meu podcast (dotCast) atrasado, cacete! Fiquei lendo isso e olha a hora!! OLHA A HORA!!! Que m#rda, dá próxima vez, vou ficar mais do que duas horas conversando com você na Campus Party, vou falar não só de religião, mas de política, animê, mangá, games e tudo mais que vocês tem medo de gravar! E vou gravar!!! Minha vingança será maligna!!!
Ass.: de barba e sem bigode. (Azaghal, até hoje to esperando meus bottons…) rs
Quinta-feira, 7 de maio de 2009 às 11:32 pm
Alottoni, viste todos os segmentos? Até Star Trek: Deep Space Nine” e “Enterprise”?
Quinta-feira, 7 de maio de 2009 às 11:43 pm
Até DS9 e Enterprise! (”It´s been a loooong roooaad…”)
Quinta-feira, 7 de maio de 2009 às 12:13 am
Isso sim é um mega guia Star Trek,
ficou muito fod@!
Live long and prosper!
Quinta-feira, 7 de maio de 2009 às 12:14 am
De todos, só não vi ainda a Enterprise e a versão remasterizada da série clássica (que você esqueceu de citar).
E pelo que andei lendo, os trekkers americanos bitolados estão reclamando que o novo filme é “divertido e assistível”. http://migre.me/Vsq
Vida longa e próspera!
Quinta-feira, 7 de maio de 2009 às 12:17 am
minhas anteninhas de vinil estão captando a chegada de um nerdcast sobre star trek…
Quinta-feira, 7 de maio de 2009 às 12:20 am
acreditam que até pouco tempo atras eu não sabia que o William Shatner tinha feito a série original, achava que era outro ator? cara, na boa, ele ficou muuuuito diferente com o passar dos anos
Quinta-feira, 7 de maio de 2009 às 12:21 am
Eu como não era fã da série começei a assisti somente a nova série Enterprise, e apesar do baixo orçamento eu adorava e estou esperando a divida com o cartão de crédito diminuir para comprar a saga completa.
Abraços
Quinta-feira, 7 de maio de 2009 às 12:56 am
Muito bom artigo Senhor Jovem Nerd.
Estava querendo também escrever algo sobre Star Trek, com certeza usarei-o como uma de minhas fontes mais confiáveis.
Claro que se não houver problemas !
E também eu sei que nunca vou conseguir destrinchar com tanta maestria esse tema como o fez O Senhor Jovem Nerd !
Ótimo Trabalho !
Quinta-feira, 7 de maio de 2009 às 2:43 am
Cara não sou fã da série nem nada, mas desde de que lançou o trailer dessa bagaça fiquei curioso.fiquei com medo de ir no cinema e não entender nada,sempre achei legal essa idéia de star trek, o único problema é conhecer os personagens íconicos e não a história.mas depois deste “resumão” vou no cinema mais tranquilo, 1º pq li o Resumão do Jovem Nerd e não estou mais boiando tanto, 2º Pq o J.J Abrams é quem dirigi,esse cara é foda d ,depois de Lost virei Fã desse cara. E Pessoal Não esquecer o Cast de Lost! a Temporada ta quase no fim,falta só a Season Finale.Abs Pra vcs do Site.
Quinta-feira, 7 de maio de 2009 às 2:47 am
Exelente matéria parabens ao jovem nerd,já salvei tudo
Quinta-feira, 7 de maio de 2009 às 2:54 am
Nóóóóóssaaa!!
Completa, interessante e, mesmo sendo longa, não ficou boring no meio do caminho, está de parabéns õ/
Ficou muito boa a matéria
Quinta-feira, 7 de maio de 2009 às 3:45 am
“episódios independentes, rápidos, tensos e inteligentes”
Onde que Battlestar Galactica teve disso que eu não vi? Só vi uma produçãozinha chinfrim com atuações risíveis naquele piloto.
Se esse filme do Star Trek está se inspirando em BG, temo ter que passar longe =P
Hehe, brincadeiras à parte, as criticas que vi sobre o filme é que ele realmente está impecável, vou ao cinema assim que puder!
Aliás, ótimo texto, Alottoni!
Quinta-feira, 7 de maio de 2009 às 6:52 am
Agora deu pra entender a extrema empolgação do Alottoni no Twitter! Ótimo texto, digno de um Pulitzer! *brinks*
Resta saber se o filme atenderá às nossas expectativas!
E Alottoni, se não houver problema, usarei um pouco de texto num blog em que colaboro, dando os devidos crédito, OK?
Live long and prosper!
Quinta-feira, 7 de maio de 2009 às 9:16 am
Não sou trekker, mas agora estou mais aguçado ainda a ver o filme de J.J. Abrams…
Quinta-feira, 7 de maio de 2009 às 9:18 am
Parabens pelo post consegui ler todo talvez porque sou um fã meio desinformado ou seria apenas um viciado em series antigas destas a melhor com certeza e jornada nas estrelas queria ter uma grana pra compra os episodios antigos porque a nova geração não me agradou muito.
Agora e espera pelo filme e ver se valçe a pena gasta usn trocados no cinema.
Quinta-feira, 7 de maio de 2009 às 9:20 am
Nossa parabéns pelo texto está perfeito, na nimha humilde opnião.
Não sou fã da serie, nunca vi nem um minuto de Star Trek (por falta de recursos), mas com este texto, fiquei muito animado de ver o filme e procurar a serie clássica.
O problema vai ser levar meus amigos (q não são nerds) ao cinema.
Quinta-feira, 7 de maio de 2009 às 9:58 am
Eu sempre gostei de Star Wars pensando que era complexa e divertida, mas depois desse texto a minha vontade de ver Star Trek triplicou… Vou conferir essa jornada e ir aonde nenhum homem jamais foi: \\// !!!!
Quinta-feira, 7 de maio de 2009 às 11:03 am
Ótimo especial! Conheci Star Trek com os episódios da “Next Generation” então o que eu mais amo é o aspecto “cientificamente embasado” que a série tem (na minha opnião muito mais que a série classica).
O que me fascina também é essa visão otimista de futuro para a humanidade. Eu particularmente acredito muito nela. Acho que se não entrarmos em uma guerra de extermínio e se nenhuma outra catastrofe apocaliptica acontecer esse futuro é bem possível no aspecto politico e cultural.
Quinta-feira, 7 de maio de 2009 às 11:21 am
Muito bem escrito! Padrão JN!
Quinta-feira, 7 de maio de 2009 às 11:30 am
ouch
pra quem não entendia nada de star trek, hoje vou ver o filme como se fosse veterano =)
Quinta-feira, 7 de maio de 2009 às 1:07 pm
Ótimo texto JN!
Quinta-feira, 7 de maio de 2009 às 1:28 pm
muito bom o texto,mas o q será que são esidétrelas?
Quinta-feira, 7 de maio de 2009 às 1:40 pm
Sou fã de Star Trek ha mais de 20 anos e gosto muito mais do que Star Wars.
Achei esse resumo sobre a saga sensacional, coreu até uma lágrima vendo a abertura da série original (TOS)
N
ão vejo a hora da estreia do novo filme.
Quinta-feira, 7 de maio de 2009 às 1:40 pm
Muito bom, allotoni, parabens. Bem escrito e muito explicativo. Nunca fui muito chegado na franquia, mas fiquei com vontade de ver, pelo menos, o filme novo, rsrs. Muita paz.
Quinta-feira, 7 de maio de 2009 às 1:40 pm
Assiste ao filme ontem. Foi muito bom! De chorar de emoção!!!!!
E acreditem o JJ Abrahams conseguiu. Ele resetou a franquia e em muito estilo.
Eu que sou trekker desde que eu me lembre, posso dizer: Este filme vai agradar aqueles que nunca quiseram saber de Star Trek, sem desrespeitar os fãs hard-core.
Quinta-feira, 7 de maio de 2009 às 3:33 pm
Eu gosto muito de Star Trek =) Minha mãe já me apresentou à série quando eu era pequena e desde então acompanhei a antiga série com o Capitão Kirk, a Nova Geração com a Enterprise comandada pelo Picard, a Voyager atravessando o quadrante Delta sob o comando da capitão Janeway e Deep Space Nine com o Almirante Cisco.
Pretendo assistir esse filme o quanto antes (provavelmente este final de semana mesmo. Comemorar o aniversário da minha mãe E o dia das mães levando ela pra assistir Star Trek hehehe)
Quinta-feira, 7 de maio de 2009 às 4:06 pm
Canelada É muito comum o público geral confundir Star Trek (Jornada nas Esidétrelas) e Jornada nas Estrelas
Quinta-feira, 7 de maio de 2009 às 4:19 pm
Longo?
Juro que nao achei nem um pouco.
Comecei a ler, e no instante passou.
Inclusive perguntei ao Senhor jovem nerd, no twitter, por onde começar, e ele falou pelos filmmes. Ja estou baixando!
Sou mega fan de star wars, e agora estou animado pra virar, ou não, um trekker!
Quinta-feira, 7 de maio de 2009 às 5:12 pm
Sensacional!!!!!!
Fantastico texto!!!
To loco para ver o filme!! E vamos lá, todos juntos indo onde nenhum nerd jamais esteve!! heheee.
Quinta-feira, 7 de maio de 2009 às 6:33 pm
Ótimo artigo.
Pena que o filme é uma m#rda.
Quinta-feira, 7 de maio de 2009 às 7:01 pm
Cara , só tenho uma coisa a dizer : PERFECT
Quinta-feira, 7 de maio de 2009 às 8:18 pm
JN meus parabens pela matéria!
Sou fã tanto de Star Trek quanto de Star Wars e também não consigo entender a rixa entra alguns fãs…
Enfim, um comentário além de tudo que foi dito: dizer que a série Enterprise “tinha o tenebroso fator whatever.” é cruel!
Eu amo esta série e gostei muito de ver os primeiros passos - a poderosa Forta Estrelar engatinhando e cometendo erros. Só por que os conceitos são bem conhecidos não significa que não podem ser vistos de perto…
Enfim, foi uma pena…
Em todo caso AMANHÃ assisto o filme (se não esplodo de ansiedade)
Quinta-feira, 7 de maio de 2009 às 8:23 pm
Bem sou Super Fá de Star Trek, acompanhei todos os seriados quando passava na TV, e vi todos os filmes com os que considero realmentos os integrantes da EnterPrisse, Capitão J. T.Kirk, Sr. Spok, Dr. Maccoi, Sullu, Scott, Usura, Checovisk. Depois que começõu a Nova Geração daí por diante para mim foi só avacalhação.
Fico Feliz que J.J. Abrams irá ressucitar o verdadeiro e genuino Star Trek através de sua geração. É claro q vou ver o filme e tenho certeza que será emocionante.
Parabéns!!!
Quinta-feira, 7 de maio de 2009 às 9:27 pm
Muito bom, tanto para “ensinar” quanto para relembrar os que já conhecem.
Gostaria de dar duas contribuições:
No piloto “Cage”, o Sr. (NUNCA Dr.!) Spock sorri, sua única demostração pública de emoção em toda a série.
E em “Tribles” por acaso não eram romulanos que provocavam a briga? Aliás, estes sofreram a mudança mais radical de todas as raças já que tinham uma certa semelhança com os klingons e vieram a se transformar em primos dos vulcanos…
Os kirkenses que me desculpem, mas jamais houve um capitão como Picard. Sua melhor frase: “Ainda existem muitas letras no alfabeto” ao ver a Enterprise D - a mais linda de todas! - destruída. Para concluir, tenho as plantas da 1ª Enterprise, se alguém tiver interesse.
Abraços.
Quinta-feira, 7 de maio de 2009 às 9:33 pm
Assisti hoje ao novo Star Trek e posso dizer que o diretor J.J. Abrams acertou em cheio! Agradando velhos fãs e pessoas que não conheciam a franquia…
Allotoni, parabéns pelo excelente texto!
Recomendo o filme a todos!
Quinta-feira, 7 de maio de 2009 às 10:38 pm
Muito boa a matéria.
que a humanidade possa um dia ser algo parecido com que Gene imaginou
Quinta-feira, 7 de maio de 2009 às 9:02 am
Meu bom amigo Alexandre…
É com muito prazer que termino de ler teu fabuloso e bem condensado texto.
Meus parabéns, seu nerd trekkie!!
VEREI O FILME HJ! Nham!!!
Abraços à todos. E não tenho como resistir… sorry
VIDA LONGA E PRÓSPERA!
Claudio ‘Onor’ Azevedo
Quinta-feira, 7 de maio de 2009 às 10:33 am
JN, meus parabéns pelo texto!
Sou fã tanto de Star Trek como de Star Wars e também não consigo entender a rixa entre fãs…
Só teve um ponto com que não concordei muito. Dizer sobre Enterprise que “tinha o tenebroso fator whatever.” é muito cruel! Os fãs poderiam já ter enbasados estes conceitos mas achei muito divertido ver a evolução dos mesmos e testemunhar a poderosa Frota Estrelar engatinhando e aprendendo com seus erros.
Verei o filme hoje antes que morra de ansiedade…
Quinta-feira, 7 de maio de 2009 às 1:34 pm
@Pipineltine
Eu também comecei a ver Enterprise interessadíssimo! Teve episódios espetaculares, como o da discussão sobre a Diretriz Primária, foi inesquecível.
No entanto, o ritmo era muito lento. Nós, fãs, querendo ver a escalada das tensões com os Klingons, Romulanos e os caras fazendo episódios sobre o CACHORRO da Enterprise!
Hehe Ok, foi só um episódio, mas é simbólico para entender que com tantas coisas interessantes para se explorar, os caras viajavam demais.
Quinta-feira, 7 de maio de 2009 às 2:15 pm
OK, eu vim louco pra ouvir um nerdcast sobre o filme e fiquei bastante frustrado por encontrar um sobre o mercado financeiro. mancada
Quinta-feira, 7 de maio de 2009 às 8:11 pm
@Edgar
Eles já fizeram um nerdcast sobre Star Trek.
Procura o 26.
Quinta-feira, 7 de maio de 2009 às 8:43 pm
OK, eu vim louco pra ouvir um nerdcast sobre o filme e fiquei bastante frustrado por encontrar um sobre o mercado financeiro. mancada [2]
Quinta-feira, 7 de maio de 2009 às 9:49 pm
Bom texto.
Tendo ouvido o nerdcast sobre Star Trek, só faltou ao Jovem Nerd citar a fonte de todas essas curiosidades…
Feio, muito feio!
Quinta-feira, 7 de maio de 2009 às 2:11 am
Que isso Daniel, o nerdcast de mercado financeiro foi muito bom. Era óbvio que não teria um nerdcast sobre star trek, porque já tem um antigo o episódio 26 - E se for haver um sobre o filme tem que esperar o pessoal assistir e assimilar tudo. A cabeça dos caras ainda devem estar trabalhando em assimilar tudo.
Quinta-feira, 7 de maio de 2009 às 3:29 pm
Na verdade eu só assisti a um filme de Star Trek até hoje, e nem me lembro qual…
Mas depois dessa matéria, eu entendi um pouco mais da cronologia das séries e estou até pensando em começar a assistir aos filmes, começando pelo primeiro, claro.
Depois quero assistir ao novo filme também!
\\ //_
( )
Quinta-feira, 7 de maio de 2009 às 3:39 pm
Caaaara, que sensação de “sente-se e tome uma xícara de chá”! Star Trek sempre foi uma zona p’ra mim, sem saber por onde começar a assistir ou ler. Até então eu me resumia a também cabeluda mitologia do tiozão Lucas. Vlw!!!
Quinta-feira, 7 de maio de 2009 às 7:35 pm
Amigo Trekker!!
apenas uma palavra sobre tudo o que escreveu: FASCINANTE !!!!!!!
parabéns ficou muito bom!!!
V&P
Quinta-feira, 7 de maio de 2009 às 10:21 pm
Digladiar, digladiar.
Quinta-feira, 7 de maio de 2009 às 12:56 am
Acabei de ler, após ter chegado do cinema. Vi o filme e gostei. Acho que agradará a ambos os públicos (os fãs antigos e os novos fãs).
Quinta-feira, 7 de maio de 2009 às 11:54 am
O JN deve ter se realizado ao ver que o querido Porthos foi vaporizado no filme, hehehe… Mas eu gostei bastante do seriado Enterprise (menos 3a. temporada) e fiquei bem feliz com a menção ao Almirante Archer! Ótimo artigo, Alê!
Quinta-feira, 7 de maio de 2009 às 2:06 pm
Muitas das minhas dúvida com relação a Star Trek foram sanadas, obrigado JN! Agora posso ir assistir o novo filme no cinema com uma grande bagagem!
Quinta-feira, 7 de maio de 2009 às 2:25 pm
droga… chorei.
Quinta-feira, 7 de maio de 2009 às 4:44 pm
Vida londa e própera!!!! \\_//
Briggs rulessssssss!
O cara fez um Spock perfeito. Quando rolou a história que ele ia dirigir a versão dublada pra cinema tinha 99.9% de certeza que ele ia fazer o vulcano! É só olhar uma retrospectiva dirigiu Transformers, fez o principal, dirigiu Watchmen e tb fez o principal. Eu sabia que ia ser ele!
Quinta-feira, 7 de maio de 2009 às 5:17 pm
Muito bom o texto! J.J. Abrams como sempre botou pra lá, saí do filme com vontade de rever a saga, seu comentário sobre a franquia me ajudou bastante a escolher a ordem. Alguns preferem que se veja na ordem cronológica (da saga), mas acho que vou ver na ordem cronológica de lançamento. É muita coisa, só Star Trek: The Original Series são 33gb em 3 temporadas… Imagina o resto.. Fora que geeks acabam baixando os filmes em 720p ou 1080p, espero terminar de assistir tudo antes de morrer, hehehehe
Quinta-feira, 7 de maio de 2009 às 12:35 am
Acabei de ver o filme, felizmente sentado ao lado de um senhor, que vibrava em sorrisos quando um personagem era “reapresentado” o que me fez crer que não só eu, leigo, gostei, mas velhos fãs também! Sem vontade de ver a série antiga, mas quero mais dessa nova geração! Vida longa e próspera ao devorador de cérebros e ao dono da ilha!
Quinta-feira, 7 de maio de 2009 às 10:55 am
Eu fui assistir ao filme de feliz mesmo, pois não conheço a série,infelizmente.
Mas, depois que assisti esse novo filme, eu me empolguei mesmo com a história.
Daí, fucei e vi que já haviam gravado um nerdcast sobre star trek #26.
Está muito bom!
E fiquei ainda mais empolgada, depois de ter lido esse belo artigo!
Vê que o JN dedicou-se mesmo para escrever, está muito bem explicado, eu consegui entender bem mais coisas da série.
Parabéns
Nem imaginava o quanto de séries e filmes havia de Star Trek
e o sucesso ter vindo bem depois, muito interessante!
pelo que li, penso que mais os universitários, isto é, o povo mais jovem que tinham a cabeça mais aberta que foram o motivo da vinda do sucesso, posteriormente.
“Fora as portas automáticas, as vídeo-conferências, os phasers atordoantes, os comunicadores de mão (o celular flip(…) ”
Realmente, não havia nada na época e, no entanto, no seriado já estavam sendo exibidos e o que muitos pensavam que era só mera ficção, estamos usando hoje, normalmente no nosso dia-a-dia.
Claro tirando os phasers, mas quem sabe num futuro aí xD
Agora o Teletransporte é muito bacana, só de pensar da possiblidade de poder ir para qualquer lugar e quando quiser =D
Bom, de tudo que eu li o que mais achei interessante, foi saber que foi na série de star trek cujo elenco principal tinha uma mulher negra no meio.E Luther King que a incentivou a ficar, bah muito legal
Quinta-feira, 7 de maio de 2009 às 2:10 pm
Ótima resenha, JN. Demonstrou que possui conhecimento e paixão pelo tema.
Conheci a série pela Nova Geração e, pessoalmente, gosto mais do Capitão Picard. Com certeza assistirei o filme, apesar o “Sylar élfico”.
Quinta-feira, 7 de maio de 2009 às 1:09 am
Depois da serie clássica para mim a melhor é a “Enterprise”, mas como foi dito, infelizmente nunca decolou. A ídeia de contar o começo da exploração foi muito legal e os personagens também eram ótimos (até mesmo o pequeno beagle do capitão Jonathan Archer) e uma característica interessante era mostrar o lado mais humano dos personagens, seus medos (o medo do teletransporte, que ainda era novidade, era hilário), empolgação e frustrações. Os efeitos especiais tambem eram ótimos, e a abertura para mim foi a melhor de todas as séries. Abraços e parabéns pelo texto, muito informativo.
Quinta-feira, 7 de maio de 2009 às 8:03 pm
Putz, muito bom o review… como comecei a assistir quando “esbarrei” em alguns episódios da Voyager, acompanhei toda a série Enterprise mas não sabia muito sobre a série original… e não tinha um amigo nerd para pergunter! rss… Vou correr para ouvir o NerdCast agora!!!
Quinta-feira, 7 de maio de 2009 às 9:33 pm
Muito bom!
Parabéns!!! Uhuu!
“Vida longa e próspera!”
Quinta-feira, 7 de maio de 2009 às 10:44 pm
Mto bom post!
Tenho 15 anos e desde d q me conheço por gente vejo star trek. Meu pai é um grande fã e via as séries com ele. Vi desde a original até a Enterprise. Só os filmes não assisti, mais tenho vontade. Me senti uma nerd nata lendo o texto e concordando com a cabeça pensando ” é, essa é boa mesmo”.
Alias, nao é só de star tek que minha infania está cheia. Tudo de ficção cientifica eu via.. e gostava haahha
Quinta-feira, 7 de maio de 2009 às 2:27 pm
100
Obrigado valeu a leitura
Quinta-feira, 7 de maio de 2009 às 11:30 pm
Nossa, muito bom esse tópico no blog/site, um ótimo conteúdo.
Vamos a leitura, e parabéns Jovem Nerd.
Quinta-feira, 7 de maio de 2009 às 2:14 pm
Parabéns JN!
Que excelente texto para situar
propensos novos trekkers. Muito
bom mesmo.
Quinta-feira, 7 de maio de 2009 às 6:55 pm
Nossa! Caiu como uma luva pra mim esse texto. Nunca assisti Star Treck (vergonha), não sabia nada sobre a série, filmes etc. Depois de ler, com certeza vou ao cinema assistir o reboot. Valew. \o/
Quinta-feira, 7 de maio de 2009 às 1:05 pm
Grande texto, pra mim foi gosto de revisão, conheço todas as séries e filmes desde os 3 anos de idade.
Que venham mais filmes e em vários Universos Alternativos diferentes, vai ter ST por muitos e muitos anos!
Quinta-feira, 7 de maio de 2009 às 11:26 am
O filme é espetacular. Perfeito.
Quinta-feira, 7 de maio de 2009 às 10:45 pm
O que dizer? SENSACIONAL a matéria, eu adoro Star Trek mas não sabia quase nada sobre as outras séries (só vejo a original e a next generation), adorei a análise, os comentários…
Parabéns pelo excelente artigo!
Quinta-feira, 7 de maio de 2009 às 12:58 pm
Muito bom.
Eu conhecia pouco sobre Star Trek.
Agora me empolguei mais em ver o filme.
Nem percebi que o post era tão grande. Quando menos vi, acabou.
Valeu Jovem Nerd!
Quinta-feira, 7 de maio de 2009 às 8:38 pm
VER AS FOTOS E LER SOBRE OS ARTIGOS ,ME FAZEM RELEMBRAR CADA MOMENTO DO PASSADO E VER CONCRETIZADO O FUTURO ….
Quinta-feira, 7 de maio de 2009 às 9:47 am
A muito tempo q ñ leio nada tão bom a respeito de Star Trek. Ficou ótimo para quem ñ conhece (hereges) e nostalgicamente perfeito pra quem já conhecia. Só posso terminar agradecendo ao JN e desejando vida longa e prospera.
Quinta-feira, 7 de maio de 2009 às 10:23 am
Sacanagem… duas semanas do filme em cartaz e quando vou querer ir no cinema, tem 2 horários dublados e 2 legendados, sendo que os legendados são pra lá de 9 horas da noite… -_-’
Isso que dá morar num país que só dá valor a filme de ação desenfreada e comédia =/
Quinta-feira, 7 de maio de 2009 às 2:44 pm
Parabéns, JN. Conseguiu explicar muito bem a série e sem ser chato. Com isso muitos dos nerds mais jovens que não conheceram Satr Trek vão se interessar, com certeza. Bom trabalho
Quinta-feira, 7 de maio de 2009 às 2:46 pm
Ao companheiro aí de cima. Eu assisti o filme dublado e tá fenomenal a dublagem. Confesso que só fui porque não tinha o legendado disponível, mas não me arrependi. Tá muito boa.
Quinta-feira, 7 de maio de 2009 às 6:06 pm
Cara… isso e muito bom … reviver essa serie e espetacular parabens para vcs que fizerão este post.
Quinta-feira, 7 de maio de 2009 às 9:45 am
Meus sinceros elogios a sua pessoa Allotoni, o texto foi explosivo! Estava “seco” pra assistir ao filme devido aos bons comentários no twitter. Sou trekker, mas não tive como adquirir todas as séries, vi a séria classica a nova geração na tv. Tenho ainda sede pra ver o restante… Não quero baixar da net (aliás ate quero) pois isso seria desrespeito com os gênios criadores de uma das primeira séries que virei fã. O filme esta espetacular, não vi nem sequer resquício de defeito nele. Prometo me inteirar de todas as séries que não vi.
Quinta-feira, 7 de maio de 2009 às 9:46 am
Ah, seria uma boa promoção aqui no JN, vender ou sortear um box de ST
Quinta-feira, 7 de maio de 2009 às 11:01 am
Eu era o típico fã de Star Wars que odiava Star Trek. Até que me casei com uma trekker…
O filme foi minha porta de entrada para esse fascinante universo, e o Jovem Nerd me ajudou muito com essa matéria! Já comprei a primeira temorada de T.O.S., e espero ansioso por assistir todos os episódios, até a última temporada de Enterprise!
Vida longa e próspera a todos, e feliz Dia do Orgulho Nerd!
Quinta-feira, 7 de maio de 2009 às 1:51 pm
Man, eu assisti Star Trek por causa da minha mãe, que era fã do William Shatner!
Saudades das noites em frente à TV assistindo à série!
Ainda não vi o filme (~pecado), mas espero que faça jus à série! ^^
Quinta-feira, 7 de maio de 2009 às 12:16 pm
Finalmente!!! A roça descobriu os motores de dobra!!!
Montes Claros / MG, vulgarmente conhecida como Tatooine do sertão das Gerais, receberá 2 cópias do filme STAR TREK, sendo uma no MOVIECOM (dublado) e outra no IbiCinemas (legendado), estreia com atraso de vários “parsecs” na Sexta-feira, dia 29 de Maio.
Como dizem: Antes Tarde do que Nunca!?
Quinta-feira, 7 de maio de 2009 às 1:29 pm
Concordando com meu conterraneo de Montes Claros, finalmente chegou a cultura nerd a essa longínqua “roça”.
Muito bom o “resumo” sobre Star Trek, animei de assistir até os filmes mais antigos da serie.
Parabéns JN!
Quinta-feira, 7 de maio de 2009 às 7:01 pm
O coração ate bateu mais forte. Eu nem sabia que tinham feito um Star Trek entre 1995 e 2001.
Procurarei assistir.
Quinta-feira, 7 de maio de 2009 às 6:04 pm
NOOOXA ixo q eh artigo de verdade,explica tuda a axcenxao de Star trek adorei trouxe muito maix informaxao pra mim xobre a xerie exe artigo me fez me apaixonar maix ainda por elex
Quinta-feira, 7 de maio de 2009 às 6:12 pm
eu axixti o novo filme e adorei eh muito bom, max conheço gente q ñ goxtou muito pq xera?
Quinta-feira, 7 de maio de 2009 às 10:38 pm
Caramba, o site eh simplesmente PERFEITO. Tudo que eu mais amo na vida eh abordado aqui.
Parabens aew.
Quinta-feira, 7 de maio de 2009 às 11:18 pm
Muito bom!
Até hoje apenas assisti episódios e filmes de forma um tanto esporádica, por saber que havia muito material.
Agora me animei pra assistir o novo filme.
Quinta-feira, 7 de maio de 2009 às 5:18 pm
esse e o do WATCHMAN são ótimos profundos ilários e bem interessante STAR TREK é o melhor uuuhhhhuuuuuuuu
Quinta-feira, 7 de maio de 2009 às 12:07 am
Olá! Muito bom o texto. Só falta complementar agora que já saiu o filme novo.
Quinta-feira, 7 de maio de 2009 às 12:07 am
Não cheguei a ler o artigo inteiro ainda, mas, quem inventou a dobra espacial foi o Zefram Cochrane, correto? Acho que podemos ser parentes…
Quinta-feira, 7 de maio de 2009 às 10:10 pm
@Renato Cochrane
Talvez ele venha a ser um neto seu.
Quinta-feira, 7 de maio de 2009 às 4:26 pm
Sempre gostei de assistir aos episódios de Star Trek, apesar de ser um fã asusmido do universo de Star Wars. Assisti ao filme no cinema, gostei muito, mas nunca procurei qualquer informação sobre a série e sua história. Só essa matéria já respondeu minhas dúvidas! Parabéns a todos da Jovem Nerd, acabam de ganhar mais um nerd em suas leituras!