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CHARAS
Quarta-feira, 9 de abril de 2008 Fernando "Tucano" Russell

Sitala é um conto seriado apocalíptico de Fernando “Tucano” Russell, com ilustrações de Brunner Franklin.

Meu primeiro contato com a Europa foi meio traumático. Para começar, o navio que deveria me levar para a “Terra da Rainha” teve alguns problemas. Para variar, eu estava alheio ao início dos acontecimentos, mas de repente, eu vi que o cargueiro que nos levava para a Inglaterra tinha virado uma praça de guerra.

De um lado estavam os marinheiros, quase todos indianos, e o capitão, que era um velho filipino. Do outro, estavam uns cowboys, vindos de Nevada, que estavam muito loucos e queriam assumir o controle do navio.

Lógico que aquilo só podia dar em m%$#@. No final, depois de dois ou três dias de tiroteios e emboscadas pelo navio, os cowboys conseguiram matar a maioria dos indianos e tomaram o cargueiro. Só que tem uma coisa, o negócio de cowboy é cavalo, laço, touro. Navio é para marinheiro, p*!!@! Esses caipiras idiotas devem ter achado que era só girar o timão, como nos desenhos do Popeye.

Eu tentei me manter o mais afastado de tudo e de todos. Passar despercebido. Era desse jeito que, desde a pandemia, eu estava me virando sozinho e estava indo muito bem, por sinal. Por isso, me entoquei em uma cabine e de lá só saí quando o navio encalhou numa ilhota rochosa.

Como se já não bastassem os problemas que todos nós tínhamos que enfrentar, ainda éramos obrigados a lidar com esse tipo de babacas. Eu costumava pensar: se essa doença foi um castigo de Deus, por que não levou esses imbecis para o inferno? Será que os que morreram de varíola foram os escolhidos para se salvarem da selvageria que se tornou o mundo?

Bem, o fato é que eu consegui pegar um dos barcos salva-vidas e saí remando para longe do navio, que não chegou a afundar, mas ficou com o casco encravado nas pedras. Eu olhei para trás e vi o cargueiro. Era uma visão bem sinistra. Parecia que a qualquer momento aquela p*!!@ de navio iria a pique.

Eu demorei a avistar a costa. Depois de uns quatro dias eu já estava desidratado e minha vista estava toda embaçada. Quando vi uma praia no horizonte, achei que era uma miragem ou coisa assim. Estava morto de sede e com o corpo fraco, mas as ondas me levaram para a areia. Eu desci, me ajoelhei e chorei.

Chorei como nunca tinha chorado antes na minha vida, porque era um choro de alívio e de esperança. Eu tinha chegado à Inglaterra, onde minha vida iria mudar. Eu voltaria a ter uma razão para continuar minha existência, longe daquele purgatório em que se transformou a minha pátria. Mas a minha alegria durou pouco. Pouquíssimo, eu diria.

Eu juro que não ouvi nada. Nem ao menos um latido. Quando dei por mim, eu já estava sendo atacado por várias mandíbulas ferozes. O pior é que eu não tinha forças para reagir. Fechei os olhos e desencanei. F*%@-se! Já não sentia mais as mordidas. Nem o bafo quente dos cães, nem a saliva nojenta que se misturava ao meu sangue… Eu estava cansado demais para sentir dor. Tudo o que eu pensava era: que pena! Demorei tanto tempo para chegar aqui e agora vou morrer na praia, como um filhote de tartaruga que não consegue chegar ao mar.

- Fiuuuuiii – eu ouvi um assobio – Pancho, Pepe, Cheech, vengan hasta aquí. Dejen ese pelado. Gritou alguém em castelhano. Na época eu não entendi nada, mas as palavras ficaram na minha cabeça.

As mordidas cessaram. A dor voltou, mas as bocarras insaciáveis e frenéticas pararam de me atacar. Quando abri os olhos, vi um cara meio cabeludo apontando duas pistolas para minha cara. Com um sotaque, que com certeza não era britânico, perguntou em inglês quem eu era.

Clique na imagem para ampliar

Eu não consegui nem responder. Ele abaixou as armas para repreender os cães que latiam sem parar. “Ustedes comem cualquier cosa pola calle y después se quedan malos. Yo no voy limpiar vómito, y tan poco saliré buscando medicamentos.” – disse o cara de volta ao castelhano.

Eu pisquei os olhos e quando os abri novamente, ele estava com as armas apontadas novamente para minha cabeça. Estava ofegando como se tivesse corrido. Parecia um louco (e realmente era). Passou as costas da mão na testa para tirar os cabelos da frente dos olhos.

- Muchacho, usted tiene cinco segundos para decir quiem éres. – disse ele.

Naquela época eu não falava nada de castelhano, mas percebi que aquilo não era inglês. Tentei me explicar e ele voltou a falar a minha língua.

Eu juntei minhas forças para falar, mas apenas sussurrei. Ele se aproximou para ouvir melhor e eu tentei explicar a minha história. Contei que era de Nova York e que estava tentando levar uma nova vida na Inglaterra, mas que o navio havia naufragado.

Quando falei a palavra navio, ele arregalou o olho e me perguntou se o navio havia afundado. Eu respondi que não sabia, mas que achava que sim. Falei que havíamos batido em uma formação rochosa em alto-mar.

Ele continuou me interrogando e seus olhos brilharam quando eu contei sobre os marinheiros indianos. Marinheiros indianos? Ele repetiu minhas palavras, me argüindo. Eu fiz que sim com a cabeça e ele berrou:

- Charaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaas! Charaaaaaaaaaaaas!!!!

Os três cães que o acompanhavam começaram a uivar como se fizessem parte de um número ensaiado de circo. Auuuuuuuuuuuu!

- E haviam brasileiros na ‘nave’? - perguntou ele, falando um inglês quase incompreensível.

- Não. – eu respondi.

- Argentinos? - continuou ele.

- Não que eu me lembre. Só americanos, acho. E indianos, ou paquistaneses. Quem sabe ao certo?

Ele cerrou as sobrancelhas, baixou a cabeça e resmungou:

- Mierda! Nada de chuteiras, entonces.

Eu olhei para os cães, que pareciam entender todo o nosso diálogo e acompanhavam silenciosamente cada palavra.

- Quantos dias de viagem? Argüiu ele, voltando o olhar para mim.

Eu não sabia direito o tempo, mas chutei uma semana. Então ele me botou dentro do barco, mandou os cães subirem a bordo e empurrou o barco de volta para o mar. Eu não entendi nada, mas ele me deu água para beber e uma barra de cereais que já estava com a data de validade vencida há algum tempo. Eu preferi não comer. Só bebi bastante água.

- Mi nombre és Javier. – disse ele voltando ao espanhol. Depois repetiu a frase em inglês e eu também disse meu nome: Ezekiel, como o da Bíblia.
Ele repetiu o nome do santo livro: a Bíblia. - respirou fundo e começou a remar. – Me gusta más Charas. - sussurrou ele.

Conforme ia remando, Javier me perguntava sobre a América e sobre a viagem. Com esforço fui falando tudo o que ele questionava. Ao que fui contando sobre o local onde o navio havia batido, ele começou a dar risadas. Disse-me que eu não sabia navegar e que tinha perdido meu tempo remando em círculos.

De fato, no cair da noite nós avistamos as luzes do navio. Eu fiquei impressionado com a disposição daquele cara remando. Além da capacidade de se nortear sem um GPS ou uma bússola sequer. Mal sabia eu que toda motivação dele estava dentro do navio. E, pelo que ia buscar lá, Javier remaria uma semana sem parar.

Chegamos perto do casco do cargueiro e pudemos ver que o navio ainda não tinha ido para o fundo. Estava lá, encalhado nas pedras.

Ao invés de tentar subir a bordo, Javier deitou-se e dormiu, me deixando ainda mais confuso. Tanta pressa para chegar e, quando chegamos, ele parou e dormiu. Como meu corpo e minha mente não se agüentavam, eu adormeci também.

Acordei no outro dia, com um dos cães me lambendo. O sol ainda estava raiando. Percebi que Javier tinha tirado o casaco que usava e tinha me coberto. Estava frio, mas ele estava com uma camiseta branca com as mangas cortadas.

- Hey, chico! Usted tiene una arma?- perguntou ele.

Eu disse que tinha uma espingarda calibre doze escondida no navio, mas que na pressa de fugir, deixei-a para trás. A careta que ele fez não precisava de palavras, mas ele quis ser mais enfático:

- Nunca se separe de sua arma. Nunca tenha pressa. E o mais importante: alimente bem o seu cachorro. Eles mantêm os gatos afastados!

Eu baixei meus olhos e aceitei o conselho, embora soubesse que minha maior arma era minha fé. E que se estava vivo até agora, era por obra do Divino Espírito Santo.

- Espere aqui com os cães. – disse ele, subindo em uma escada de corda que levava ao convés.

Eu esperei no barco salva-vidas. Eu e os três cachorros que me atacaram na praia. Cheech era o mais inquieto. Um jack russell terrier de pêlo liso, que não parava de andar de um lado para o outro, dentro do barco. Os outros dois eram mais calmos. Pancho, um rottweiler imenso e Pepe, um dogo canário com bastante idade e uma puta cara de mau.

Olhando bem para eles eu imaginei que, na praia, não me atacaram para matar, pois isso seria muito fácil para eles, principalmente para Pancho e Pepe.

Lá em cima, Javier estava quase dentro do convés, quando disparou o primeiro tiro. Os cowboys ainda estavam a bordo e ele teve que abrir caminho à bala. Os cães ouviram os tiros e levantaram as orelhas, atentos aos movimentos.

Clique na imagem para ampliar

Não demorou muito e o espanhol estava de volta. Ele desceu habilmente a escada de corda e ao retornar estava com uma mochila gigante nas costas. Quando chegou ao barco, ele abriu a mochila e me mostrou o que fora buscar. Três mudas de uma planta, um saco com umas bolinhas escuras e uma espingarda calibre doze, cujo cano ficava para fora da mochila.

- É a sua arma? - perguntou Javier.

Fiz que não com a cabeça. Eu tinha uma Winchester e ele tinha trazido uma Bettinsole. Mas, nada mal! Nada contra! Uma espingarda européia para começar uma nova vida na Inglaterra, pensei, pegando a arma na mão.

Javier também me deu uma pequena estatueta de uma deusa hindu. Era uma mulher em um vestido vermelho, sentada em um burrico. Ele me disse que aquela era Sitala, a deusa da varíola. Disse-me para abandonar minhas crenças e pensar em deuses novos. É claro que não o levei a sério, mas guardei o presente.

Clique na imagem para ampliar

Javier voltou a remar.

- Só mais uma coisa, cara. Aqui não é a Inglaterra, não – ele avisou com aquele inglês horrível. - Aqui é a ilha da Irlanda, hermano. Eu moro em Youghal, a praia onde você se encontrou com meus cães. É perto de Cork. Você pode ficar comigo por algum tempo, até que esteja em condições de viajar. Depois disso, você me paga a estadia e pode ir embora para a Inglaterra. Mas já te aviso, el viaje és un carajo!

Eu fiquei com a minha tradicional cara de palerma e Javier seguiu remando e cantando em sua língua natal:

Me gustan los aviones, me gustas tu.

Me gusta viajar, me gustas tu.

Me gusta la mañana, me gustas tu.

Me gusta el viento, me gustas tu.

Me gusta soñar, me gustas tu.

Me gusta la mar, me gustas tu.


Texto: Fernando “Tucano” Russell
Ilustrações: Brunner Franklin

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69 COMENTÁRIOS

  1. Anônimo diz:
    Quarta-feira, 9 de abril de 2008 às 3:03 am

    =)
    boa tucano!

  2. Maverick diz:
    Quarta-feira, 9 de abril de 2008 às 3:50 am

    proxima VR deveria ser MIB.
    meio out of place comentar isso aqui.. mas whatever _|_

  3. rvf diz:
    Quarta-feira, 9 de abril de 2008 às 7:14 am

    Muito bom!!

  4. O Questão diz:
    Quarta-feira, 9 de abril de 2008 às 8:33 am

    O cara invadiu o navio pra pegar mudas de Cannabis???

  5. Igor Harã Serafim (Maquiavel Warson) diz:
    Quarta-feira, 9 de abril de 2008 às 8:56 am

    Agora tá ficando bem mais interessante…

    Bem original…

    estou gostando.

  6. Rodwolf diz:
    Quarta-feira, 9 de abril de 2008 às 9:07 am

    Tucano, excelente cara!

    ¿Que voy hacer? je ne sais pas
    ¿Que voy hacer? je ne sais plus
    ¿Que voy hacer? je suis perdu
    ¿Que horas son, mi corazón?

  7. Tucano diz:
    Quarta-feira, 9 de abril de 2008 às 9:24 am

    É isso aí, Rodwolf! hehehehe

  8. Frederico diz:
    Quarta-feira, 9 de abril de 2008 às 9:29 am

    Tá melhorando, isso tem potencial. :)

  9. Harvox diz:
    Quarta-feira, 9 de abril de 2008 às 10:04 am

    Bom!…onde o Cara da história morava antes? suburbio de NY? Quando li a primeira pensei que ele era “brasileño”, ou não…hauahuah

    Saco ¬¬ agora tem que esperar um mês…

  10. Diniz diz:
    Quarta-feira, 9 de abril de 2008 às 10:21 am

    Realmente, o conto tem potencial. Melhor que histórias de ratos e queijos, com certeza.

  11. Alottoni, o Jovem Nerd diz:
    Quarta-feira, 9 de abril de 2008 às 11:18 am

    Caraca, o que tem a ver comparar com “Quem escondeu meu queijo”?!?

  12. Jack diz:
    Quarta-feira, 9 de abril de 2008 às 11:47 am

    Hahuahuahuahuahua

  13. henrique diz:
    Quarta-feira, 9 de abril de 2008 às 12:19 pm

    Como assim o cara tinha um casaco e uma camisa branca por baixo??
    Não dava pro desenho ser um pouquiiinho mais fiel então?

  14. henrique diz:
    Quarta-feira, 9 de abril de 2008 às 12:33 pm

    Ei, ali nas notícias, no vídeo que mostra o Darth Vader em Force Unleashed, o cara fala que as cabeças dos fãs vai explodir pq ele vai ser jogável! Hahaha, agora eu me pergunto onde essa expressão realmente surgiu…

  15. Spasmos diz:
    Quarta-feira, 9 de abril de 2008 às 1:46 pm

    ta ficando irado
    mais só mês que vem agora, owhn droga.

  16. R0cc0 diz:
    Quarta-feira, 9 de abril de 2008 às 2:40 pm

    Meu comentário foi excluído por causa dos comentários sobre droga? Não fiz apologia não, mas acho que peguei pesado… =/

  17. Alottoni, o Jovem Nerd diz:
    Quarta-feira, 9 de abril de 2008 às 3:15 pm

    R0cc0, nosso sisteminha bloqueia comentários para moderação se eles tiverem palavrões, muitos links ou se forem muito longos, e também por alguns critérios que nem nós entendemos.

    Algumas palavras porém jogam comentários direto na lixeira. Fui procurar o seu na moderação, mas não encontrei. Será que vc pegou tão pesado assim? heheheh

  18. igor diz:
    Quarta-feira, 9 de abril de 2008 às 4:55 pm

    Boa, Tucano! Agora vai.

  19. Igor diz:
    Quarta-feira, 9 de abril de 2008 às 5:47 pm

    Se o Tucano fizer como o Yabu e vender a história pra uma produtora de desenho animado, na minha opinião dá audiência, e muita (claro que para um público mais adulto, não crianças como as princesas do mar..)

    Resumindo: MUITO BOM!!!

    Abs

  20. Estrelar diz:
    Quarta-feira, 9 de abril de 2008 às 6:12 pm

    Atitude heróica.

    Também da pra fazer seu herói no City of Heroes!

  21. Kool_oku diz:
    Quarta-feira, 9 de abril de 2008 às 7:03 pm

    Será que o oriente será citado?

    Show de bola Tucano.
    (oYo)

  22. Tucano diz:
    Quarta-feira, 9 de abril de 2008 às 7:13 pm

    Espere e verá, Kool_Oku… hehehehe

  23. JV diz:
    Quarta-feira, 9 de abril de 2008 às 7:14 pm

    Tá melhorando, Manu Chao na carotida meu amigo.
    Tucano volte a fzer aqueles videos do projeto caos são muito bons

  24. Tucano diz:
    Quarta-feira, 9 de abril de 2008 às 7:20 pm

    Valeu JV.

    Quanto aos desenhos, Henrique, tem uma boa explicação. O desenho retrata a realidade e o texto o que ele lembra. Será que colou???? Heheheheh

  25. Gley Riviery diz:
    Quarta-feira, 9 de abril de 2008 às 9:01 pm

    @Tucano: isso também se aplica ao vestido “vermelho” da deusa Sitala!

    Em tempo: “Um jack russell terrier de pêlo liso (…)”
    Rá!

  26. Gley Riviery diz:
    Quarta-feira, 9 de abril de 2008 às 9:03 pm

    E desistiram de publicar o Rírous S01E05?

  27. O Questão diz:
    Quarta-feira, 9 de abril de 2008 às 9:14 pm

    @Gley Eles devem estar economizando o material agora que a VR acabou, para que o site não fique sem atualizações.

  28. S diz:
    Quarta-feira, 9 de abril de 2008 às 9:43 pm

    Sacanagem apagarem meu comentário só porque eu não elogiei.

  29. henrique diz:
    Quarta-feira, 9 de abril de 2008 às 10:14 pm

    “O desenho retrata a realidade e o texto o que ele lembra.”
    Eu acho que cola mais dizer o contrário, veja, então o cara ficou mesmo sem uma ferida sequer das mordidas?

  30. Azaghâl, o anão. diz:
    Quarta-feira, 9 de abril de 2008 às 10:40 pm

    Apaguei e se escrever m#&$% apago novamente. ISSO AQUI NÃO É UMA DEMOCRACIA!

    Pode criticar, mas falar m%^#& eu estou vetando!

  31. S diz:
    Quarta-feira, 9 de abril de 2008 às 10:45 pm

    Mas que parece A Batalha do Apocalipse, parece =\

  32. R0cc0 diz:
    Quarta-feira, 9 de abril de 2008 às 11:09 pm

    É Sr. Alottoni, acho que devo ter pegado pesado, mas sem crise.
    Já que envolve doença zumbi e o … a 4, vou aproveitar pra divulgar o trabalho de um amigo meu, apesar de estar no inicio ainda tem potencial, aguardem;

    http://theibraim.blogspot.com

    Abraços

  33. S diz:
    Quarta-feira, 9 de abril de 2008 às 2:40 am

    Se eu falar que no primeiro desenho nenhuma das armas está apontada pro lugar certo, meu comentário também será deletado? =\

  34. Alottoni, o Jovem Nerd diz:
    Quarta-feira, 9 de abril de 2008 às 2:53 am

    S, a idéia é: Se for criticar, faça de maneira construtiva. Com o intuito de contribuir com o autor e com uma discussão saudável.

    Se vc simplesmente achar uma m%@$ e ponto, o melhor que pode fazer é ignorar e nem comentar nada. Mandar um ‘whatever’ e pronto.

  35. Gley Riviery diz:
    Quarta-feira, 9 de abril de 2008 às 7:14 am

    @R0cc0:
    Muito bom o trabalho do seu amigo!

  36. Tucano diz:
    Quarta-feira, 9 de abril de 2008 às 10:46 am

    S, muito bem observado. Que coisa hein, meu caro! Não tinha parado para notar esse detalhe das armas. Onde será que o espanhol louco estava com a cabeça para apontar as pistolas para o nada? Que gafe imperdoável!

    Agora, deixa eu te falar uma parada. Sabe o que é mais interessante do que ver as pessoas se divertindo com “um monte de clichês mal costurados”? É ver como tem gente que ME leva tão a sério. E pior! Como tem gente que SE leva tão a sério a ponto de criticar apenas por criticar e achar que isso faz grande diferença.
    Se eu precisar de crítica, peço ao Mario Abade, que pelo menos estudou e é profissional nisso. Literatura de verdade, na minha opinião, é aquela que da prazer a quem lê. Se as pessoas que passam por aqui estão gostando, eu não me importo de continuar escrevendo, mesmo sem ganhar um centavo.

    Para mim, o Brunner está fazendo um trabalho ótimo nas ilustrações. Lembrem-se: fazemos isso por prazer e não temos o mínimo de compromisso financeiro nem com o site, nem com vocês. Eu tenho o meu trabalho, o Brunner o dele. Estamos colaborando para dar divertimento às pessoas que acessam esse site. Nosso compromisso é com o público. Se a galera quiser, eu escrevo até o fim. Se não quiserem, é Jericho na cara. A gente cancela e pronto!

    Quanto a você, me parece apenas um pseudo intelectual recalcado. Se A Batalha do Apocalipse fosse tão ruim quanto você acha, não teria vendido tanto e não teria sido premiado. Se você está bravo com a vida, procure arejar a cabeça. Arrumar uma namorada também ajuda. Talvez produzir alguma literatura de “valor”.
    Para finalizar, saiba que esse conto é publicado somente uma vez por mês e você não é obrigado a lê-lo. Aliás, se você leu o livro do Eduardo Sphor, acredito que também não tenha sido obrigado. Quanto a ser deletado, veja o número de comentários negativos no capítulo anterior. Veja se foram deletados e pense o “porque” você levou um spam na cabeça!

  37. S diz:
    Quarta-feira, 9 de abril de 2008 às 1:33 pm

    Sun Tzu disse que se você conhece a si mesmo e ao inimigo, não precisa temer o resultado de uma centena de embates. Infelizmente, não é o caso. =(

    Acho que o meu mestrado em Teoria da Literatura, em curso, me abaliza, sim, pra comentar sobre o seu texto. A única coisa pela qual eu, realmente, peço perdão é a minha dureza nas críticas. mas é que eu pensei que um pouquinho de sarcasmo seria bem recebido, principalmente pelo Senhor da Oceania, tão conhecido por falar no mesmo tom de obras alheias. ;)

    Sobre seu comentário em A Batalha do Apocalipse, eu tenho duas palavras pra você: Paulo Coelho. O que faz um texto ser vendido não é a qualidade literária dele, mas a acessibilidade que o público tem a seus significantes e significados e a propaganda. Livros de auto-ajuda e Harry Potter estão aí pra confirmar, muito mais vendidos que Sartre, Dostoiévski ou Iser. =/

    Dau Bastos, que é um dos principais autores e críticos de literatura da atualidade (e com quem eu dive o privilégio de fazer aulas curriculares de Oficina de Ficção), provou isso ao escrever em 45 dias, sob encomenda da editora, um livro que tinha o objetivo de tornar-se um Best Seller. O objetivo foi alcançado e o livro menos literário de sua autoria (incluindo não-ficção e literatura infanto-junvenil) é atualmente sua obra mais vendida. Pode procurar pelo nome dele e por “Clandestinos na América”, se não acredita. =]

    Eu tomaria aqui a liberdade de criticar tópico a tópico seu conto, mas como acho que meu comentário será novamente deletado, acho melhor economizar meus dedos ;)

    Boa sorte com o texto o/

  38. S diz:
    Quarta-feira, 9 de abril de 2008 às 1:36 pm

    O comentário que eu acabo de fazer é grande demais e por isso foi mandado antes pra aprovação da moderação, certo?
    Espero que ele apareça aqui, pelo menos =]
    Qualquer coisa eu divido ele em dois nas próximas.

    E R0cc0, seu amigo faz um excelente trabalho =]
    Transmita-lhe meus parabéns o/

  39. Alottoni, o Jovem Nerd diz:
    Quarta-feira, 9 de abril de 2008 às 2:23 pm

    S, acho que você está sendo duro demais ao comparar ‘A Batalha do Apocalipse’ com Dostoiévski.

    Nem no imaginário os dois tipos de literatura sequer estão no mesmo patamar. Você está comparando pinturas de Van Gogh com quadrinhos de Jim Lee. Federico Fellini com George Lucas.

    A proposta é outra. É desprentensiosa. Agora, o que fica parecendo é que seu mestrado em Teoria da Literatura lhe diz que apenas obras intelectuais valem ser lidas. Que qualquer outra coisa é lixo pseudo-intelectual e pertence às massas bitoladas. É a mesma coisa que dizer que um adulto educado não deveria perder tempo jogando bola quando poderia estar fazendo cálculos para investir no mercado financeiro.

    Se você não consegue se sintonizar em diferentes freqüências de apreciação, é melhor a gente nem continuar o papo. Mesmo porque não tem ninguém no Jovem Nerd querendo bancar Sartre.

  40. S diz:
    Quarta-feira, 9 de abril de 2008 às 2:57 pm

    De modo algum eu comparei as duas formas, o que eu fiz foi, precisamente, dizer que a literatura de massa, como o próprio nome já diz, é mais lida que a literatura, por assim dizer, profunda. E disse os motivos.
    Em momento nenhum eu desmereci as formas de entretenimento literário. Eu mesmo sou um grande entusiasta da série Harry Potter e tenho Clandestinos na América na minha prateleira. ;D

    E critico, mesmo assim; critico a forma mané como Harry Potter é escrito e critico a forma mané como Heidegger escreve, do mesmo jeito \o\~
    Leio Phillip K. Dick, Borges e Stephen King no mesmo passo \o\~
    Gosto de Tsugumi Ohba e Frank Miller em mesma intensidade. /o/~
    De Baudelaire e Chacal \o\~
    E por aí vai \o/

    O meu comentário inicial não foi em relação a literariedade do texto, longe disso.
    Foi uma opinião pessoal, e ponto. =]
    Eu não gostei porque achei clichê, qual o problema disso? Eu nem falei dos erros de grafia e gramática, nem nada.
    Penso que seria bem pior se eu simplesmente dissesse “não gostei” e não justificasse, não é? ;D

    Acho errado castrar os seus leitores só porque eles têm opinião própria.
    Abraço o/

  41. Gley Riviery diz:
    Quarta-feira, 9 de abril de 2008 às 3:32 pm

    Eu quero bancar o Sartre!
    :)

  42. Igor, carioca- nerd e sem dengue. diz:
    Quarta-feira, 9 de abril de 2008 às 3:32 pm

    Entendi. Mais um da “nata intelectual” brasileira se escondendo atrás de um diploma. É melhor dar a mão ao Harold Bloom e sair correndo para a peça de Shakespeare mais próxima.

    Além de pretencioso, me parece uma pessoa incoerente. Que diabos uma pessoa de gosto tão refinado e odiadora de clichês comerciais (toda a cultura dita “nerd” é assim) procura aqui no JN?

    Sempre lembrando que situar-se em tempo e espaço faz bem. Machado e o próprio Bardo não eram nada mais do que autores populares, literatura e dramaturgia de massa.

    É impressão minha ou de vez em quanto o estudo afunila a visão das pessoas em vez de ampliar?

    E pro JN e Cia. Rebatizem esse espaço de “Oceania” e passem o rodo em toda essa idiotice. =D

  43. Alottoni, o Jovem Nerd diz:
    Quarta-feira, 9 de abril de 2008 às 3:49 pm

    S,
    Então, cara, acho que estamos sendo mais razoáveis agora. Na 1ª parte do Sitala, o Tucano abraçou diversas críticas feitas de modo construtivo.

    Aliás, os comentários aqui existem para que se acrescente algo à discussão. Dá até pra falar que “não gostou e pronto” de uma maneira sensata. No entanto, não li o seu comentário que foi deletado, então nem posso julgar.

    Eu pouco sei sobre teoria literária. Só entendo do que eu gosto e não gosto de ler. É o caso da maioria das pessoas. Acho o exercício do Tucano aqui muito interessante.

    Ele é um cara que, como eu, gosta muito de escrever, mas está verde ainda. E com este conto (que tenho achado muito interessante), ele está expondo suas qualidades e defeitos a um grande público. Tenho certeza que ele pode aprender muito com essa experiência.

    E acho que você mesmo, com seu conhecimento, se tiver boa vontade, pode dar muitas dicas para que ele melhore cada vez mais.

  44. Jack diz:
    Quarta-feira, 9 de abril de 2008 às 4:10 pm

    Me lembrei agora de um episódio de King of the Hill (que provavelmente é sub-cultura e não merece ser visto) na qual o moleque (Bobby Hill) demonstra uma veia cômica e o pai (Hank) o matricula numa escola para palhaços. Na escola, o professor extremamente pernóstico, ensina a ele que ser palhaço é uma arte e não apenas fazer gracinhas.
    A partir daí, o garoto começa a incorporar dramaticamente o personagem tartufo, um cão sem graça. O professor acha ótimo. Mas, só o professor. Aquela obra cômica não era exatamente o que as pessoas achavam engraçado.

    Pode parecer loucura, mas muita gente não consegue ler 2 páginas de Machado de Assis e ainda assim se divertir lendo uma história do Paulo Coelho.

    Eu pessoalmente não gosto de Paulo Coelho, mas algum valor ele deve ter. Não é apenas propaganda que faz com que milhões de pessoas ao redor do mundo leiam os livros “rasos” dele.

    Como o Alexandre escreveu acima, tem lugar para tudo nesse planeta. Já imaginou (imaginar é sempre bom) se todos ouvissem Bach e comecem comida integral? Porque o resto não presta! Eu curto ler Bertrand Russell e adoro as tiras do Bob Cuspe (Angeli). Não deixe sua “erudição” atrapalhar seu lazer. Abra um pouco a mente, rapaz.

  45. Jack diz:
    Quarta-feira, 9 de abril de 2008 às 4:27 pm

    Como eu escrevi anteriormente, não me levem tão a sério. Virei pauta de discussão literária sem nem mesmo ser escritor. Já vou avisando que minha cadeira na Academia Brasileira de Letras está vaga. Não suporto o papo do Cícero Sandroni e “não olho na cara” do José Sarney!

  46. S diz:
    Quarta-feira, 9 de abril de 2008 às 4:37 pm

    Bom, eu acho que não preciso lembrar que eu só falei de grau de estudo e similiares justamente devido ao que o próprio Tucano disse, e eu cito:

    ["Se eu precisar de crítica, peço ao Mario Abade, que pelo menos estudou e é profissional nisso."]

    Não fosse ele ter dito isso, escolaridade e profisão não viriam à tona e eu continuaria sendo meramente um leitor opinando.
    Mas o que ELE fez foi dizer que a crítica de um LEITOR QUALQUER, sem especialização no tema, pra ela não tem qualquer valor. Então o que eu fiz foi, apenas, mostrar que ele deveria valorizar essas críticas, sim, justamente porque ele NÃO sabe de quem ela está vindo. =]

    Quanto ao comentário do Igor, prefiro nem me estender, dada a natureza incoerente dele. \o\~

    Sou nerd porque estou inserido na cultura pop de massa e no pensamento cult padrão. Ou não. ;D
    Sou nerd porque gosto de ler, de tecnologia, de jogos, de RPG, de quadrinhos, de filmes, de brinquedos e de outros trocentos assuntos nerds. Ou não. ;D
    Frequento o jovemnerd pela compilação de notícias destes campos, que facilita minha vida, e pra rir um pouco de alguns nerdcasts. =D

    Como já disse, os clichês, quando utilizados de forma proficiente, são ótimos. Vide George Lucas fazendo Star Wars (na minha lista de filmes favoritos) a partir de O Herói de Mil Faces, do Joseph Campbell. ;D
    Eu mesmo já utilizei EXATAMENTE esse exemplo e o exemplo de quadrinhos pulando pro cinema pra justificar a ineficácia de gêneros literários em uma prova da faculdade, hwahwahwa XD

    Mas, enfim, prometo que da próxima vez eu falo menos parecido com o Azaghal e mais parecido com o JN \o\
    Abraços =*

  47. Junião Mamuty diz:
    Quarta-feira, 9 de abril de 2008 às 5:39 pm

    “Mas, enfim, prometo que da próxima vez eu falo menos parecido com o Azaghal e mais parecido com o JN \o\
    Abraços =*”

    é impressão minha ou nesse ultimo paragrafo teve um insulto sutil pro AlotToni? caras, o site é seu, vai deixar barato?

  48. S diz:
    Quarta-feira, 9 de abril de 2008 às 6:11 pm

    Não teve insulto nenhum, parem de tentar achar chifre em cabeça de cavalo.

  49. S diz:
    Quarta-feira, 9 de abril de 2008 às 6:14 pm

    E é impressionante como podem corromper um discurso quando querem.
    Eu não falei nada sobre ser superior ou inferior, não disse em momento nenhum que cultura pop é ruim, muito pelo contrário.
    Acho que vocês não leram tudo o que eu disse, só pode.

    E pensar que isso tudo saiu apenas do fato de eu não ter gostado do texto.
    Não sou obrigado a gostar, ou sou?

  50. Alben diz:
    Quarta-feira, 9 de abril de 2008 às 6:18 pm

    do caraleo!

  51. Tucano diz:
    Quarta-feira, 9 de abril de 2008 às 6:57 pm

    Caro, S. Chifre em cabeça de cavalo é clichê!!!

  52. Kool_oku diz:
    Quarta-feira, 9 de abril de 2008 às 7:02 pm

    Depois de ler os cometários ei fiquei com vontade de escrever um cometário gigante, mas a preguiça foi maior.
    KKKkkKkKkkk
    p.s.Comentário desnecessário.

  53. S diz:
    Quarta-feira, 9 de abril de 2008 às 7:43 pm

    Viu?
    Um exemplo de clichê bem utilizado ;D
    Agora aprende \o/

  54. Luciano Gracco diz:
    Quarta-feira, 9 de abril de 2008 às 8:11 pm

    Caro Tucano, estás a criar um monstro tal qual o NerdCast. Criaste uma necessidade que antes não havia!!!! O conto está espetacular, posso dizer que a ansiedade do próximo capitulo não será só minha, mas da grande nação Nerd. Parabéns pelo trabalho e pela imaginação!!!

  55. Tucano diz:
    Quarta-feira, 9 de abril de 2008 às 8:38 pm

    Agora entendi. Quando você usa o clichê e todo mundo reclama é bem utilizado. Quando eu uso o clichê e o pessoal gosta, é mal utilizado!

    Aprendi, Magnânimo S!!!!

    A propósito, você tem amigos?

  56. Junião Mamuty diz:
    Quarta-feira, 9 de abril de 2008 às 9:04 pm

    PUTZ GRILA!

    nesse ultimo comentario do Tucano so faltou um “sua mãe é…” pra acabar com grande estilo…

  57. S diz:
    Quarta-feira, 9 de abril de 2008 às 9:19 pm

    Nossa, me senti no primeiro ano de novo XD

  58. Igor, carioca- nerd e sem dengue. diz:
    Quarta-feira, 9 de abril de 2008 às 10:08 pm

    Clichê é descer o malho em Paulo Coelho e Harry Potter. Engraçado como entre as pessoas ditas cultas esses ataques são recorrentes. Queria realmente saber qual é o problema com os dois que eu não vi até hoje.

    Cadê o anão com espírito de Stalin quando precisamos dele?

  59. k_sono diz:
    Quarta-feira, 9 de abril de 2008 às 11:06 pm

    hehe tenho que visitar mais esses comentários…

  60. Tucano diz:
    Quarta-feira, 9 de abril de 2008 às 11:41 pm

    Ta quase chegando aos 70 comentarios. Mais um pouquinho se iguala ao primeiro capítulo. Obrigado! hehehehe

  61. R0cc0 diz:
    Quarta-feira, 9 de abril de 2008 às 8:26 am

    Opa Tucano, é só a galera fazer que nem o Abadde escrevendo no messenger: uma palavra por comentário e chega rapidinho aos 70.

    (Caramba informação desenterrada do nerdcast Coisas Irritantes)

  62. Rodwolf diz:
    Quarta-feira, 9 de abril de 2008 às 9:18 am

    Concordo, quando as pessoas querem elas distorcem qualquer discurso. Como aconteceu sobre o comentário do tucano aqui:

    “Mas o que ELE fez foi dizer que a crítica de um LEITOR QUALQUER, sem especialização no tema, pra ela não tem qualquer valor.”

  63. S diz:
    Quarta-feira, 9 de abril de 2008 às 11:33 am

    Legal que eu falei que GOSTO de Harry Potter.
    Isso é descer o malho? XD

  64. Laura diz:
    Quarta-feira, 9 de abril de 2008 às 7:00 pm

    gostei xD musiquinha do Manu Chao no final

  65. Pablo diz:
    Quarta-feira, 9 de abril de 2008 às 5:38 pm

    Jack, tu sempre escreveu bem (e está melhorando), sempre inventou boas histórias para RPG (pelo menos eu achava). Percebo já algum tempo, na sua escrita, um estilo próprio. Não entendo nada de literatura, leio o que gosto (e até o que não gosto) pelo prazer de ler.
    Vai em frente e lembre-se, quem se destaca sempre é alvo de criticas, sejam elas construtivas ou não. Portanto meu amigo siga em frente e se você achar necessário, melhore a mira. Se é que me entende.

  66. Pablo diz:
    Quarta-feira, 9 de abril de 2008 às 1:43 am

    Li primeiro a segunda parte do Sitala, inclusive o comentário anterior foi referente a esta segunda parte. Fiquei preso a leitura. Concordo com as semelhanças com algumas histórias de ficção-cientifica catastrófica. Porém as diferenças são fáceis de perceber. O cara nem falou em zumbis, já estão citando os mesmos quase como elementos da história.
    Olha só, como já disse não entendo bulhufas de literatura, mas como história em si com o objetivo de fazer com que “explodam a cabeça”, já conseguiu. Isto é fato. Li depois as duas partes e todos os comentários do Sitala. Sei lá…mas a história está causando uma sensação parecida com a série Lost, no que diz respeito ao leque de possibilidades para continuação. Muita água pra rolar nesse rio.

    Nota: Não sei se ajuda Russell, mas o vírus da gripe espanhola encontra-se congelado no Pólo Norte.

    Nota 2: O garoto sobrevivente de 13 anos parece uma mistura, na sua aparência, com amigos do autor na vida real¿ Ou estou enganado¿

  67. Rodolfo Dorfo diz:
    Quarta-feira, 9 de abril de 2008 às 9:55 am

    Muito bom, realmente sensacional. Não tinha conhecimentos sobre a Sitala

  68. noGa diz:
    Quarta-feira, 9 de abril de 2008 às 12:30 pm

    Otimo :D nerd ruleia, além de interessante traz cultura indiana!!

  69. Kurumin diz:
    Quarta-feira, 9 de abril de 2008 às 3:04 pm

    Pergunto. Vai continuar? Ou não?

Comenta aí, nerd!

 
   
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