Rock Band - Um review brazuca
Leia e confira os vídeos da jogabilidade| Segunda-feira, 2 de junho de 2008 | Jackson Bezerra |

Olá pessoal do Jovem Nerd. Hoje falarei sobre um dos jogos mais comentados nos últimos tempos: Rock Band, o jogo musical da Harmonix lançado para Xbox 360, PS3 e PS2. Farei um review sobre os principais aspectos do jogo, com minhas opiniões pessoais sobre a versão de Xbox 360, que adquiri recentemente.
Existem algumas particularidades sobre esse game, já que não é possível jogá-lo com os controles “normais” dos consoles, apenas com os controles especiais que acompanham o game: um microfone, um controle de bateria e um controle de guitarra (réplica de uma Fender Stratocaster), já que o objetivo principal do jogo é tocar músicas utilizando esses controles.
Quem está familiarizado com o jogo Guitar Hero entende bem como funciona. Basicamente existem “pistas” na tela, e as notas ficam passando e você deve tocar as notas conforme elas passam durante a música. Com a banda completa, as pistas laterais correspondem ao baixo e à guitarra, a pista central pertence à bateria e temos uma pista passando na parte superior da tela, pertencendo ao vocalista. Assim como no Guitar Hero, ao acertar determinadas partes da música o jogador aumenta uma barra especial que pode ser ativada para multiplicar os pontos, chamada de OverDrive. Porém, neste jogo, se um membro da banda for mal e falhar durante a execução da música, é possível trazê-lo de volta à banda usando seu OverDrive.

As possibilidades de jogo são muitas. Para apenas um jogador, é possível fazer carreira solo no vocal, bateria ou na guitarra – infelizmente os baixistas ficarão desapontados nesse ponto, já que não existe carreira solo no baixo. Além disso, é possível jogar em modo “quickplay” em todos os instrumentos, inclusive o baixo, e entrar no modo de treinamento, onde é possível escolher a música, o instrumento e até mesmo a velocidade com que a música passa para que você possa treinar aquele solo impossível. Porém Rock Band se torna muito mais divertido em modo multiplayer. É possível montar bandas inteiras, ou com qualquer configuração que se queira, e tocar as músicas do jogo. Isso também pode ser feito online – que tal tocar “In Bloom” na guitarra com um baixista nos EUA, um vocalista na Inglaterra e um baterista no Japão? É possível com esse game.
- Veja a galera jogando “In Bloom”
Apesar de todos esses modos serem interessantes o jogo realmente brilha no seu modo principal de jogo, chamado Band World Tour, daqui para frente chamado apenas de BWT. Neste modo, deve-se escolher um líder para a banda e novamente montá-la com qualquer configuração, de 1 a 4 jogadores, escolher um nome e cidade natal para ela e sair tocando nos locais em cada cidade, ganhando dinheiro, fãs e reputação em sua jornada para se tornar a banda mais famosa do mundo.
No modo BWT cada jogador cria seu personagem mudando todas as suas características – nome, peso, altura, cidade natal, e pode inclusive comprar novas roupas e instrumentos para o seu personagem – isto é, desde que tenha dinheiro para isto. As roupas variam de acordo com estilos, podendo ser góticas, punks, de metal ou rock. As possibilidades de criação de personagens são praticamente infinitas, pois além de escolher atributos físicos e roupas, ainda é possível adquirir acessórios como óculos, brincos e anéis, ou ainda fazer tatuagens no personagem ou maquiá-lo ao estilo dos membros do KISS, por exemplo.
- Confira o vídeo da criação do personagem
Uma das melhores características é a possibilidade de se adquirir mais músicas para o game. Ao comprá-lo você já pode tocar 58 das mais variadas vertentes do Rock n Roll, do Pop ao Punk, do Emo ao Metal, e a cada semana 3 músicas novas são lançadas ao preço de 2 dólares cada – ou menos, se compradas em pacotes especiais, como um pack do Metallica com as músicas “Ride the Lightning”, “…And Justice For All” e “Blackened”, que custa USD 5,50. Tal fato aumenta e muito o tempo de jogo, já que essas músicas podem ser tocadas também no modo BWT.
Os gráficos não desapontam, mostrando os personagens criados para serem seus vocalistas, guitarristas, baixistas e bateristas da maneira exata que você os criou, e eles se portam como verdadeiros rockstars, dançando e cantando de acordo com a música tocada, chamando a platéia para cantar junto e empolgando-se com solos arrasadores.
A grande maioria das músicas do jogo são versões originais dos artistas, e apenas em algumas não foi possível utilizar as “Master Tracks”, sendo feito covers para serem colocadas no jogo. Porém, mesmo as covers foram bem feitas e os menos atenciosos nem notarão que não se trata da versão original.
Tudo o que disse até agora é válido também para o PS3, porém a versão de PS2 não tem muitas das características já citadas, como escolha e customização de personagens, possibilidade de adquirir novas músicas e mesmo o modo BWT não é tão completo. Assim, quem tem PS2 e realmente gostou do jogo, talvez deva parar para pensar se não é hora de investir num console Next-Gen.
- Should I Stay Or Should I Go
Além de todas essas características, o jogo ainda tem outra boa vantagem: ele atrai até quem não gosta muito de videogame. Quando todos os marmanjos que vocês podem ver nos vídeos cansaram de jogar (após horas a fio), as esposas e namoradas tomaram os controles e montaram uma banda, o que geralmente não acontece em torneios de Winning Eleven por aí afora…. ou seja, Rock Band é um jogo que agrada a todos e é perfeito para reuniões de amigos.
Com a notícia de uma mega atualização para Xbox 360 e PS3, que corrigia alguns defeitos e melhorava vários aspectos do jogo, Rock Band torna-se muito mais que um jogo, e sim uma plataforma atualizável que aumenta a cada dia sua jogabilidade e seu fator replay – afinal, ninguém quer ficar tocando as mesmas músicas para sempre. A Harmonix percebeu isso e decidiu investir no mesmo jogo do que ficar criando continuações – aparentemente deu certo, pois os rumores indicam que mais 6 milhões de músicas já foram vendidas online em apenas 4 meses do lançamento oficial do game.
Vamos então ao veredicto final no estilo Gamespot!
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Gráficos |
9,5 |
Os personagens são bem feitos e infinitas possibilidades existem para criar seu personagem, que aparecerá na tela da mesma forma que foi criado. Será ainda melhor se lançarem mais opções (que já são muitas). |
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Som |
9,5 |
Ajuda muito usar músicas originais dos artistas, e infelizmente nem todas são, porém mesmo as covers são bem feitas. A platéia até canta junto em determinados momentos. |
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Jogabilidade |
10 |
Ao jogar, você se sentirá um rockstar, independentemente do instrumento que escolher. Os controles respondem bem aos seus comandos. O modo BWT é viciante. |
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Fator Replay |
10 |
Com ao menos 3 músicas novas sendo lançadas por semana e podendo ser incorporadas ao modo BWT, tendo atualizações constantes, o fator replay é quase infinito. |
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Total |
9,7 |
Aos amantes de música, aos adoradores do Rock n Roll, aos jogadores de videogame e mesmo a quem não gosta, Rock Band é sucesso certo em reuniões de amigos. |
Obrigado pela leitura, e até a próxima Press Start. See ya!
Tags: Rock Band, Video Games, Wii, XBox 360

Segunda-feira, 2 de junho de 2008 às 7:18 pm
ô louco, meu!!!!Yeah!!!! lol
Segunda-feira, 2 de junho de 2008 às 2:21 pm
…Agora q eu soube,comprei o Rock band faz 5 dias e num sabia pq eu n conseguia criar algum carinha,e tb n sabia pq n ganhava dinheiro pra customizar,…hah,quase q me arrependo de ter comprado de ps2..
Segunda-feira, 2 de junho de 2008 às 3:38 pm
Talvez se você tivesse lido a matéria antes, guh…mas enfim, se você ainda quiser tudo isso, poderá comprar um PS3, pois ele é compatível com os instrumentos que vem na versão PS2.
Um abraço,
Jack
Segunda-feira, 2 de junho de 2008 às 2:44 pm
to louco para chegar na cidade onde eu moro.