Colunas

Batman: Arkham City | Resenha

Batman: Arkham Asylum (PC, PS3, Xbox 360) foi lançado em 2009 e é considerado o melhor jogo do Homem Morcego de todos os tempos. Desde o seu final, já tinhamos pistas de que uma sequência era esperada, e dia 18 de outubro foi lançado Batman: Arkham City (PC, PS3, Xbox 360), que promete expandir as idéias do primeiro game, além de te levar ao encontro de mais personagens memoráveis das histórias do Batman. E pra grata supresa dos fãs, a nova aventura do morcegão melhora o que já era bom no game anterior, e expande muito mais o que você pode fazer por Arkham City.

A premissa do jogo é interessante: logo após os eventos de Arkham Asylum, o seu antigo diretor Quincy Sharp ganha os créditos por contornar a rebelião criada pelo Coringa, e lança seu projeto mais ambicioso, na forma da cidade-presídio Arkham City. O projeto leva Sharp ao status de Prefeito de Gotham, e ele aponta o psiquiatra gênio Hugo Strange como diretor do novo complexo presidiário. Todas as peças estavam prontas para o grande show: capturar o Homem-Morcego.

O jogo começa bem diferente de Arkham Asylum, já que Bruce Wayne escolheu combater o novo presídio na frente política, e está fazendo um discurso contra a própria existência de Arkham City. Durante o comício, a empresa de segurança contratada por Strange, chamada TYGER, leva o bilionário preso. Você começa o jogo já dentro do grande “viveiro” de criminosos de Gotham. A DC Comics lançou um quadrinho especial, contando vários detalhes desta trama, assinada por Paul Dini, o mesmo roteirista de Arkham Asylum e de várias histórias memoráveis do Morcegão.

O ponto mais interessante de Arkham City com relação ao seu antecessor, é a total quebra de linearidade que as paredes do asilo impunham em você. Claro, você podia mudar de direção durante uma missão e procurar por alguns troféus do Charada, ou atacar alguns bandidos, mas sua rotina era basicamente fechada, quase linear.

Em Arkham City, isso mudou, e pra melhor. O resultado é que podemos viver um dia na pele do Batman realmente, com algumas missões mais prioritárias na sua vista, mas com vários case files diferentes para cumprir na forma de missões secundárias. É quase que um sandbox do Homem-Morcego, mas que em nenhum momento você perde o foco na situação ao redor. Mesmo se você se fixar somente aos objetivos principais, basta uma mudada para o detective mode para aguçar sua curiosidade sobre o que mais acontece em Arkham.

A história corre ao redor do grande embate entre Hugo Strange e Bruce Wayne, mas com várias outras ao redor, e o que mais vai te desvirtuar é sobre o Coringa e sua doença fatal. Alguns meses depois de injetar em si mesmo uma overdose do soro TITAN (final de Arkham Asylum), o Palhaço Príncipe do Crime começa a ter sua saúde debilitada, e descobre que está morrendo aos poucos, graças ao efeito do veneno.

Mesmo sequestrando vários médicos e levando eles para dentro de seu esconderijo, não parece haver uma cura, e então ele e Arlequina resolvem incluir Batman nesta equação em busca de uma solução. E tudo isso no meio de uma cidade que está em estado de tensão, dados seus principais líderes de gangues, sendo eles o Pinguim, Duas-Caras e o próprio Coringa.

Ao contrário do game anterior, Batman está armado desde o início, assim como prometido pela Rocksteady, mas não quer dizer que as opções param por aí. Muitas novas opções podem ser desbloqueadas em menos de 2 horas de jogo, no mesmo sistema de upgrades do game anterior. A diferença agora é que por causa da organização mais “orgânica” dos inimigos pelo meio da cidade, você pode arrumar XP facilmente, bastando procurar por grupos e aplicar todos os conhecimentos de combate do game anterior, que são bem semelhantes.

Das novidades dos dispositivos (gadgets), muitos são conseguidos derrotando vilões, ou em parcerias com antigos inimigos, como Mr Freeze, por exemplo, ou em entregas feitas por Alfred quando solicitado. São muitas as opções de upgrades, que criam um verdadeiro senso de recompensa, e que você ainda vai gastar algum tempo coletando mesmo após terminada a história principal.

Na movimentação, Batman pode planar pelos céus de Arkham, recuperando altura com seu arpéu, e fazendo verdadeiros mergulhos para logo em seguida planar por mais tempo, ou para afundar a cabeça de um adversário na nova versão do seu chute planando. E quando entra em combate, novos inimigos aparecem.

Adversários armados com facas e bastões elétricos já são velhos conhecidos por te obrigar a usar uma tática especial, mas agora temos inimigos com armaduras e alguns com escudos improvisados, outros que são resquícios do projeto Titan, além de grandes inimigos de um braço só armados com marretas, e cada um leva sua parte de estratégia para ser derrotado.

Nos combates deste game, vários inimigos podem te atacar ao mesmo tempo, e seu counter pode funcionar com até 3 inimigos, impedindo que seu free-flow seja perdido por estar sendo cercado por mais de 15 adversários ao mesmo tempo. Ainda foram acrescentados alguns golpes especiais como o atordoamento que atinge vários adversários ao seu redor, e mais movimentos de finalização foram adicionados.

No game anterior, o batarangue e a bat-garra podiam ser acionados para dar continuidade ao seu combo, e esse sistema ganhou mais inclusões dos seus dispositivos para infernizar a vida dos inimigos. Transformar a cara dos adversários em purê já era bom antes, só que agora chega a ser ainda mais divertido e não fica repetitivo.

Ainda temos vários inimigos armados com fuzis e rifles de elite (os velhos snipers), mas eles recebem o mesmo tratamento do predador mostrado em Arkham Asylum. Circulando e se escondendo dos inimigos, Batman consegue retirar um a um com os golpes sileciosos, ou simplesmente desativar remotamente as armas sem que seus inimigos percebam, somente para ver a cara de perplexidade deles ao tentar atirar e descobrir uma arma falha.

E se tudo der errado e você se encontrar no alvo de vários tiros, as bombas de fumaça (uma muito bem-vinda adição por sinal) simula um ambiente de fumaça te dando a chance de derrotar seus oponentes, enquanto eles estão cegos. Vale salientar, não existe mais distinção entre “áreas de mano-a-mano” e “áreas de stealth” como havia anteriormente. Em Arkham City, qualquer lugar é bom para se ter uma briga, assim como qualquer topo de prédio é bom para se ter um alvo.

Vários personagens das histórias do Batman aparecem no jogo, e assim como no game anterior, nenhuma aparição soa forçada, ou incluída por “”pressão dos fãs”. Aliás, essa inclusão de personagens algumas vezes age contra você, seja ao procurar pistas sobre alguém e inadvertidamente entrar no território inimigo (o que ocasiona uma chuva de balas ou um pelotão de inimigos raivosos), seja sendo desviado do seu objetivo por causa de um outro chamado, que muitas vezes pode representar uma armadilha.

Mas um ponto onde realmente ficou falho foi o pouco desenvolvimento dado para alguns dos vilões mais memoráveis das histórias, como o Duas-Caras, que aparece numa animação, e depois leva um soco da mulher gato e nunca mais aparece de novo na história principal. Acontece com alguns outros personagens também, mas vamos nos abster de spoilers.

Outro ponto negativo é a batalha com chefes. São poucos pela cidade, assim como Arkham Asylum, mas desta vez elas estão bem mais fáceis, e você consegue descobrir o padrão de ataque depois do segundo ataque. Mesmo jogando no modo mais difícil, em vários momentos achei mais fácil os chefões do que lutar contra um grupo de 20 inimigos variados.

Cada vez que temos um encontro com novos personagens, ou quando coletamos os troféus do Charada, novas informações são desbloqueadas, que você pode conferir na tela do Bat-computador. Alguns toques te levam ao sistema de upgrades e aos desafios do Charada, que mapeiam onde você encontrou ou marcou os troféus, onde viu os reféns dele ou onde estão objetos quebráveis.

O Charada vai te dar mais dor de cabeça dessa vez, mas uma mudança boa na jogabilidade adicionou estratégia ao seu combate, já que alguns inimigos na cidade são também informantes do Charada. Deixa-los por último te garante a chance de um interrogatório, revelando todas as localizações desses ítens colecionáveis numa determinada área, substituindo os mapas do jogo anterior.

Você coleciona os troféus, tira fotos com o detective mode de cenas para responder às questões dadas pelo vilão, e encontra os grandes pontos de interrogação pintados pelo cenário. A novidade são alguns troféus dentro de armadilhas que requerem algumas pequenas tarefas para serem abertas, utilizando seus gadgets.

Ainda sobre personagens, uma inclusão muito bem vinda neste game é a Mulher-Gato. Não somente ela tem sua própria história (inclusa num DLC, que vem nas versões em pré-venda gringa ou na versão básica brasileira), ela tem seus próprios movimentos e objetivos. Caso você tenha o código pra ativar a personagem logo de cara, faça isso.

Uma das primeiras missões do Morcegão é descobrir o que está realmente havendo dentro de Arkham City, e ninguém melhor do que uma espiã pra saber disso, já que a Mulher-Gato usa Arkham como seu quintal.

Habilitando a personagem, você terá acesso à uma trama paralela somente dela, o que incluiu seu próprio sistema de movimentação e combate. Do alto dos prédios, Selina Kyle mergulha para as profundezas de Arkham contando somente com seu chicote e suas habilidades felinas. Basicamente, basta mirar num ponto e acionar o chicote, e mesmo que você não alcance o local exato do pulo, uma mira surge, para ela se deslocar aos seus comandos, em timing perfeito até atingir seu objetivo.

O mapa de Arkham City está pelo menos 4x maior do que o asilo, o que era mais uma promessa da Rocksteady bem cumprida. Mas não é somente uma mapa maior, é realmente caracterizado em diversas áreas, como partes industriais, museus, a antiga delegacia de polícia de Gotham, e o antigo Tribunal de Gotham, que cada cabeça do crime toma cada área como base de operações.

Ainda temos uma seção subterrânea graças ao antigo sistema de metrôs, além de alguns quilometros de tubulação e áreas secretas que podem ser exploradas. Localizada ao Norte de Gotham, os detalhes de decoração e os cartazes já precários devido ao tempo imprimem uma sensação de história ao ambiente, que eventualmente sucumbiu e foi usado às pressas como esse mega-presídio.

Todo o visual do jogo assusta. A Gotham criada para esse jogo, representada pelos cenários de Arkham, é uma dissociação de qualquer outra, seja dos filmes anteriores, seja dos quadrinhos, seja das animações. Toda a cidade tem aquele aspecto cinzento, sombrio e depressivo, com exceção do terreno do Coringa, que leva algumas pinturas florescentes, mantendo o mesmo nível de insanindade do seu principal habitante. Existe uma grande área central, inacessível até perto do fim da história principal, mas que ficou sub-utilizada por ser quase 1/5 do terreno que você acessa por menos de 30 minutos.

Posso afirmar sem dúvida que a espera valeu a pena. Batman: Arkham City é grande, é diversificado, eleva todos os bons aspectos que tínhamos em Arkham Asylum, inova em boas partes, e mesmo com uma crítica ou outra, o jogo parece ser bem fechado, como uma autêntica experiência na vida do Homem-Morcego. Mesmo que você queria se concentrar só na história, você vai investir algo como 10 horas de jogo, e pode expandir esse número até 3 vezes buscando cada detalhe que a cidade tem pra oferecer.

Combater inimigos ficou maior e mais complexo, mas ao mesmo tempo mais gratificante quando você engata aquele combo de 30+ hits. Caçar e neutralizar seus inimigos também ficou mais variado graças aos novos aparelhos, e você terá chance de colocar tudo em prática nos challenges (que chegam em maior quantidade e muito mais variados) após terminada a história principal.

Para quem é fã do Homem-Morcego, e que realmente mergulha no universo criado nos quadrinhos, Arkham City é um verdadeiro fan-service, por respeitar os mais de 60 anos de história do Batman. E pra quem curte games, é um balanço ideal entre uma história densa com vários objetivos e um free-play responsável com horas de opções. Definitivamente, é o melhor jogo de super-herói já feito.


Guilherme Costa escreve regularmente no blog DIA DE GAMER

26 Comentários
1 Matheus diz:
há 3 meses e 2 semanas

gostei demais do primeiro jogo, amanhã mesmo vou comprar esse.

2 Dr. Hardman diz:
há 3 meses e 2 semanas

Estou trabalhando num Skin que adiciona um botão que fala: “I’m Batman”.

Mentira.

3 Leonardo diz:
há 3 meses e 2 semanas

Já terminei e gostei muito desse jogo, recomendo pra todo mundo. Eu só achei a mesma coisa que o Guilherme em relação aos chefes, foi um pouco decepcionante até chefes tão fáceis de serem derrotados; sem contar que também ficaram devendo uma boa e grandiosa batalha final.

Mas, não é nada que te tire a experiencia que esse jogo te dá, é demais mesmo.

4 Davi Orempüller diz:
há 3 meses e 2 semanas

Comprei ontem e joguei umas 4 horas direto. JOGÃO!

5 Flávio Magela diz:
há 3 meses e 2 semanas

Acabei de conferir meu pedido… vai ser entregue Quarta-feira!!

Finalmente… Strange, me aguarde !!

6 Luiz diz:
há 3 meses e 2 semanas

Lembro de ter lido que a versão nacional traria legendas em PT_BR. Confere a informação?

Estou jogando o primeiro e não vejo a hora de acabar e partir para este segundo game.

7 andreizr diz:
há 3 meses e 2 semanas

Luiz
confere sim, legendas em BR, não em PT :)

8 Lucas diz:
há 3 meses e 2 semanas

Galera, algum de vocs tiveram problema em baixar o Robin e a Mulher gato? Eu to tendo esse problema com a minha versão de PS3

9 kleber diz:
há 3 meses e 1 semana

galera comprei ontem e nao sei como passar o cara de um braco com uma marreta alguem me ajuda como derroto esse cara desdeja agradeco

10 Guilherme (@grcosta) diz:
há 3 meses e 1 semana

@kleber

Pra você derrotar ele você precisa usar o movimento “stun”, que é quando o Batman joga a capa no rosto do adversários. Só que contra esse, repita esse movimento 3x consecutivas, e aí ele ficara atordoado, aberto pra receber seua ataques.

11 kleber diz:
há 3 meses e 1 semana

vlw pela dica tava meio critico aqui rsrsrs agradeco

12 marina diz:
há 3 meses e 1 semana

Oi pessoal comprei o jogo mas ao tentar baixar o Robin ele da que o codigo já foi usado, achei muito estranho já q a mulher gato eu consegui! Outro detalhe êh que o pack do robin não vi como disponível para comprar na live! Alguém conseguiu baixar o robin?

13 Rodrigo S. Vilaça (@Rodsvilaca) diz:
há 3 meses e 5 dias

Como fã do Batman, que viu o 1º filme do Tim Burton, com Keaton e Nicholson MAIS de CEM vezes, me reservo ao direito de NÃO gostar de Arkham Asylum e tampouco de Arkham City. :X

14 Rômulo "Melkor" Mancin diz:
há 3 meses e 5 dias

@Rodrigo S.Vilaça

Você é um imbecil.

Passar bem.

15 Brunolo diz:
há 3 meses e 4 dias

O meu é pra chegar na terça-feira,junto com o DLC do Robin

16 M4TH3U5 diz:
há 3 meses e 1 dia

@Rodrigo S.Vilaça

O jogo é um dos melhores,a ambientação,a história.. TUDO é bom tanto no Akham Asylum quanto no Arkham City.

PS:Boa Piada sobre ser um fã do Batman

17 Compan diz:
há 2 meses e 4 semanas

@Lucas

Vê qual país vc colocou qnd logou na PSN! Pode ser isso…. Tem q ser Brasil caso o jogo seja daqui…

18 Ph diz:
há 2 meses e 2 semanas

Melhor jogo do Batman ever…. sou grande fã do Cruzado Encapuzado e esse jogo é a melhor pedida para os fãs!

19 Daniel "Orochi" diz:
há 2 meses e 2 semanas

Olá pessoal vi uma noticia em outro site (http://www.gamegen.com.br/playstation3/batman-arkham-city-robin-edition/), que nao foi dada nem no Omelete e no Jovem Nerd, que fizeram uma versao Batman Arkham City chamada Robin Edition, em que da para jogar com ele no modo historia, mas ainda fico com a nossa versao brasileira, em bom e velho portugues Pt-Br.

20 Daniel "Orochi" diz:
há 2 meses e 2 semanas

Respondendo o comentario da Marina, eu consegui baixar o Robin, mas na psn store, mas enquanto eu esperava o jogo entrei na psn e nao aparecia para comprar o Robin, mas quando jogo chegou e eu atualizei o sistema do play3 para v.93 apareceu, agora saiu a v4.0, isso corrigue o carregamento de algunas legendas, as vezes os cara falavam e nao aparecia, e os menus nao de navegaçao agora eh possivel colocar portugues br também. Mas acredito que nao estava aparecendo por algum problema tecnico, tenta usar o codigo de novo, faz o seguinte entra no jogo e atraves dele tenta acessar o psn store em vez de ir direto pelo meno do play, eu fiz assim, espro que ajude.

21 Caio Henrique diz:
há 2 meses e 2 semanas

Acabei de Salvar Batman Arkham City e é simplesmente d+. Estou jogando CoD MW3 (Que, aliás, também merece uma resenha), mas devo dizer que entre esses dois eu voto no batman como melhor jogo do ano!

22 silvio diz:
há 2 meses e 1 semana

eu comprei o meu e estou adorando joga-lo! nao encontrei problema técnico nenhum, logo que coloquei no console já conecetei na psn e com isso baixou um patch(acho que o 1.02) e nao tive problema algum no jogo até o momento está rodando sem qualquer problema técnico…é tão bom que dá até dó d jogar e termina-lo…ainda bem q tem os desafios…só acho que devia ter um modo co-op online tipo:
batman e robin em um challenge map bem dificil…ia ser muito bom…quem sabem nao lançam em futuros dlc`s…se bem q tá froids os dlc`s do batman
robin bundle – U$ 6,99
nightwing bundle – U$ 6,99
batman skins – U$ 4,99

até o momento custa 18,97 para se ter tudo e ainda vao lançar mais dlc`s…daqui a pouco vamos ter que pagar quase que outro jogo…
obs…se o jogo custa 56 dólares gastar 20 em dlc`s é como dar quase a metade….acho que tá muito caro isso ae…devia os personagens deviam vir de graça(até pq tem troféus só deles e por isso somos obrigados a compra-los se quisermos fazer troféu claro)…
mas enfim o jogo é excelente!

23 Biyel diz:
há 2 meses e 1 dia

FODASTICO, graficos lindos, história boa. Vale a pena ficar horas de frente pra TV.

24 Lara diz:
há 2 meses e 2 horas

To quase nos finalmentes do AA e bem ansiosa para comprar esse *-*
Achei o gráfico bem bacana e a história mais interessante o que me chama muito a atenção. Além do fato de que sempre quis percorrer as paredes de Arkham. Aliás, o que eu mais gostei no AA foram as paradas do Scarecrow, as ilusões!De qualquer forma, vou comprar assim que terminar o AA *–*

25 rafael skywalker diz:
há 1 mês e 2 dias

Rafael comprou Arkham Asylum e adorou. Só que, depois de comprar Arkham City, não consegue achar mais graça nele.

26 Anonymous diz:
há 1 dia e 13 horas

Esse game é muito bom!

Comenta aí, nerd!

O seu endereço de email não será publicado Campos obrigatórios são marcados *

*