GALILEO, FIGARO, MAGNIFICOOOOO!!!
Phonógrapho Digital [Música]| Quarta-feira, 11 de março de 2009 | Daniel John Furuno |

“Bom mesmo é o livro que quando a gente acaba de ler fica querendo ser um grande amigo do autor, para se poder telefonar para ele toda vez que der vontade”, diz o adolescente Holden Caulfield em um trecho de O Apanhador no Campo de Centeio, de J. D. Salinger [autor já abordado na coluna Cabeceira].
Com essa frase, o personagem acaba descrevendo com perfeição não apenas a própria obra da qual é protagonista/narrador, mas também uma porção de outras - e não necessariamente literárias.

Na música, especialmente, a máxima é verdadeira. Difícil imaginar alguém que nunca se sentiu inexplicavelmente íntimo de um determinado artista; alguém que nunca se referiu a um guitarrista pelo primeiro nome, como se fossem velhos conhecidos; alguém que nunca teve a impressão de ter seus mais secretos sentimentos esmiuçados por uma música.
No meu caso, poucas são as bandas das quais me sinto tão próximo e que têm me acompanhado a vida inteira, como um amigo de infância. O QUEEN é uma delas.
Lembro-me com clareza dos clipes que eu assistia quando pequeno com meu irmão mais velho, em algum daqueles programas da era pré-MTV, tipo Clip Trip (em particular, os de We Will Rock You e Spread Your Wings, filmados na mesma locação e com o mesmo figurino. Vai ver, eles gastaram toda a verba em Bohemian Rhapsody e tiveram que apelar…).
Lembro-me ainda da estreia de Radio Ga Ga no Fantástico e da passagem da banda pelo Brasil na época do Rock In Rio (não, eu não vi a famigerada entrevista da Glória Maria com o vocalista Freddie Mercury naquele tempo… Mas, obrigado, YouTube!).
Em uma análise fria e racional, eu poderia dizer que o que mais atrai no Queen é o quanto eles conseguiam levar seu ecletismo ao extremo e, ainda assim, soar como uma autêntica banda de rock.
“Pogressivo”, glam, metal, ópera, tango, valsa, country, rockabilly, folk, ragtime, Broadway - tudo entrava na fórmula e virava uma música com a inconfundível assinatura do quarteto. Eu poderia ainda apontar que poucas vezes se viu uma reunião de instrumentistas, cantores e compositores tão talentosos no mesmo grupo. Eles criavam hits que ainda hoje são executados à exaustão nas rádios, como Crazy Little Thing Called Love e We Are The Champions, mas também tinham lados-B maravilhosos, como Long Away e It’s Late.
Mas o que torna o Queen tão especial pra mim é justamente a questão pessoal. É o fato de, na adolescência, eu ter podido esfregar na cara de um headbanger mala que o Metallica já gravou uma música da “banda de bichinha” (Stone Cold Crazy).
É o fato de eu ter atravessado algumas noites solitárias dublando, bêbado, Somebody To Love, no melhor estilo Renée Zellweger em O Diário De Bridget Jones. É o fato de eu ter tido como ponto alto da minha incipiente carreira “artística” o show que um dos meus projetos musicais fez no Queen’s Day, convenção anual de fãs da banda.
Eu não fui à apresentação que Brian May e Roger Taylor fizeram com o Paul Rodgers no Brasil. E não gostei nem um pouco do recente Cosmo Rocks. Eu até daria um tapinha nas costas do guitarrista e do baterista e lhes congratularia por terem finalmente deixado o passado pra trás e seguido em frente.
Mas, se eles pedissem minha opinião, eu diria que achei o disco uma m#rda e os sacanearia, perguntando por que não se aposentaram junto com o baixista John Deacon. Faria isso sem peso algum na consciência - como só os amigos íntimos se permitem.
Tags: Bohemian Rhapsody, Brian May, Freddie Mercury, Paul Rodgers, Queen, Roger Taylor

Quarta-feira, 11 de março de 2009 às 11:35 pm
Cara, texto muito bacana, também adoro Queen. E o show nem ficou assim tão ruim… Eu até que achei bacana. Dei uma estranhada básica no vocal, ficou parecendo “cover”, mas depois relaxei e deu pra aproveitar.
Quarta-feira, 11 de março de 2009 às 12:31 am
Aê, welcome back, Furuno. Texto mais curto - o que foge aos seus demais - mas genial.
Eu tenho de reconhecer que tinha uma certa aversão a Queen antigamente, mas tudo o que é bom e se ouve com cuidado e respeito acaba mostrando seu valor. Queen é, sem dúvida, PodCumê!
Marcelo Salgado
Quarta-feira, 11 de março de 2009 às 2:00 pm
Cara, assim como o Jovem Nerd, eu adoro o Queen. Acho uma banda extremamente completa…show de bola o texto…..
valeu!
Quarta-feira, 11 de março de 2009 às 5:53 pm
ja foi prometido um NerdCast só sobre Queen
estamos aguardando
Quarta-feira, 11 de março de 2009 às 5:59 pm
A primeira banda que lembro de falar que gostava, ainda pequeno, foi Queen.
Meu pai é muito fã e sempre escutava horas a fio os álbuns deles.
Não sei se é por sentimentalismo ou por reconhecimento de genialidade, mas pra mim Queen foi, é e sempre será a melhor banda de todos os tempos.
Claro que temos Beatles, Stones, um oceano de influências e pioneiros, mas pra mim a alma do rock se resume em Freddie Mercury.
Além da banda talentosíssima havia ele.
O melhor vocalista de todos e ponto.
Fã é assim mesmo. =P
Quarta-feira, 11 de março de 2009 às 6:06 pm
Também to aguardando o NC do queen. Sou um puta fã e o ponto alto pra mim de todos os nerdcasts foi quando o Jovem Nerd perguntou num nerdcast musical “E o Queen? Onde se encaixa?” e alguém responde PRONTAMENTE: “O Queen é FODA PRA C@%$#@!”.
E pronto, enough said.
Quarta-feira, 11 de março de 2009 às 7:59 pm
Banda mais que demais… xD
E que venha o Nerdcast do QUEEN!
Quarta-feira, 11 de março de 2009 às 8:22 pm
Eu venho aqui como chato pedindo alguma matéria, ou qualquer coisa sobre Metallica, ja que passaram batido por ele nos nerdcast e tals… xD
E qualquer um que entender Metallica vai entender que é uma das maiores bandas do mundo… xD
E sobre Queen, eu acho meio charope. ._.
Quarta-feira, 11 de março de 2009 às 12:10 am
Ainda bem que o metallica não acha o Queen “charope” Eron ¬¬
aliás são fãs declarados da banda!
Excelente texto parabéns…. e eu fico com Deacon… pelo menos… é o que eu acho certo! Queen Rocks!
Xarope mesmo é o Hot Space!
Quarta-feira, 11 de março de 2009 às 12:50 am
Eu adoro o Queen ! tenho quase todos os cds aqui em casa e já escutei eles várias vezes.
A genialidade que todos os integrantes da banda tinham em compor as músicas eram sensacionais, principalmente na década de 70 onde eles não usavam sintetizadores.
Adorei a coluna, muito bem escrita, e vamos torcer para que logo tenhamos um Nerdcast sobre a banda.
Quarta-feira, 11 de março de 2009 às 1:00 am
Glória Maria é uma vergonha, de um milhão de anos.
Quarta-feira, 11 de março de 2009 às 9:13 am
Freddie Mercury quando veio ao Brasil pela última vez (1984) deixou a modéstia na Inglaterra, dando origem a toda fiasco Glória Maria…
Muitas tomam Queen como uma banda oitentista, sendo que deu-se inicio no comecço da decada de 70 periodo o qual eu particularmente prefiro…
Definitivamente uma banda ímpar
Quarta-feira, 11 de março de 2009 às 11:09 am
@ Edu
É gosto cara, não desrespeito o grupo, inclusive gosto de algumas musicas, e acho muito bom o cover de Stone Cold Motherfucking Crazy… Sò não consigo ouvir Bohemia Rhapsody até o fim… Assim como muitas musicas que acho muito experimental, e acaba chegando à lugar nenhum…
Quarta-feira, 11 de março de 2009 às 11:21 am
Como a maioria, eu tenho aquela dorzinha no coração de ver o (meio) Queen andando por aí com alguém no lugar do Freddie Mercury, mas ainda assim gostei do resultado com o Paul Rodgers, até o limite onde isso seja possível. E achei fofo o Brian May falando que eles já eram fãs do cara antes, e que se Freddie Mercury estivesse vivo, diria que não foi o Rodgers que teve a honra de poder tocar com o Queen, mas sim o contrário. Fofo!
Quarta-feira, 11 de março de 2009 às 6:18 pm
Sobre as experimentações e falta de equipamento nos anos 70, Bohemian Rhapsody foi, se não me engano, por muito tempo a música que mais levou tempo pra ser gravada. Como não havia muitos recursos disponíveis como hoje em dia, eles só dispunham de poucas (ou uma, não lembro) trilhas pra gravar.
Todo aquele coral presente em Bohemian Rhapsody foi gravado só com as vozes de Freddie, Brian e Roger. Eles gravavam uma vez e voltavam a fita para gravar em cima. O processo foi repetido centenas (ou mais) de vezes, tanto que a fita master ficou transparente (!).
Isso é um detalhe técnico, sem contar a genial composição desta canção, eleita diversas vezes como a melhor de todos os tempos.
E Freddie era um legítimo Rock Star, podia ter feito o que quisesse com Glória Maria. XD
Pô, o cara saiu de Zanzibar pra Londres e depois pro panteão do rock.
Freddie lives. \o/
Quarta-feira, 11 de março de 2009 às 6:24 pm
Queen merece nerdcast com certeza!
Uma das bandas mais influentes de todos os tempos
Quarta-feira, 11 de março de 2009 às 7:12 pm
A entrevista da Glória Maria foi a entrevista mais estranha que eu ja vi.
Quarta-feira, 11 de março de 2009 às 9:01 pm
na moral , o novo queen so daria certo de pusessem o fredie nelson, o vocal do ultimo disco do paul gilbert, apenas copiem e colem o nome desse cara no you tube e confiram voces mesmo
Quarta-feira, 11 de março de 2009 às 9:10 pm
Queen é um acontecimento, um evento. Não é música, é algo mais profundo, mais enlouquecedor, e diferente de outras dessas coisas profundas, enlouquecedoras, não nos faz afundar, mas sim nos eleva ao máximo da existência.
Ótimo texto!
Quarta-feira, 11 de março de 2009 às 11:39 pm
Para os fãs de Metallica: ouçam o solo de guitarra na música “Innuendo”.
Quarta-feira, 11 de março de 2009 às 12:34 am
Claro, nós, fãs de Metallica somos um bando de trogloditas que só ligamos para rapidez e tecnica… Errado… Alias, Innuendo não tem nada demais, Death on two legs seria um exemplo muito melhor se quer falar de técnica.
Eu nem discuti aqui se Metallica é melhor ou não que Queen, só pedi para fazer uma coluna, mas claro, por que iriamos profanar sobre aqueles beberroes idiotas que só pensam em pso do Metallica aqui onde se fala de divina musica do deus na terra, sr. Mercury.
Só um adendo, para aqueles nerds que gostam de H. P. Lovecraft, ouçam “Call of Ktulu”(assim mesmo, “ktulu”, e de preferencia versão S&M), acredito que vão ser remetidos ao conto. =D
Quarta-feira, 11 de março de 2009 às 8:08 pm
Queen me remete á infancia em que meu pai escutava os discos de Barreirito, Milionário e José rico e outros clássicos sertanejos.
Me lembra do Queen porque enquanto ele ouvia aquela loucura eu me trancava no quarto e colocava os fones de ouvido no último!!
Mas pra um nerdcast não dá mais sem o Abbade. Ia ficar sem graça e queiram ou não ele era o que mais entendia de rock aí.
Olhem os últimos nerdcasts; aviação, diplomacia…
Quarta-feira, 11 de março de 2009 às 9:41 am
Queen no Nerdcast!!!
Quarta-feira, 11 de março de 2009 às 1:16 am
Opa, só pra deixar bem claro, nunca disse que ou quis dizer que fãs de Metallica são trogloditas, eu mesmo sou fã dos caras.
E o que eu disse (escrevi, na verdade) sobre Innuendo foi uma dica, tipo “olha se vocês gostam de Metallica e nunca ouviram Queen, ouçam essa música”, não me interessa quem é melhor ou pior, isso é impossível de ser medido e seria idiotice pensar desse modo.
Por favor, não me nivele por baixo… u.u’
Eu não endeuso ninguém, só afirmo que pra mim Queen/Freddie são as melhores coisas que já ouvi. Opnião pessoal e ponto.
Enfim, chega de perder tempo em comentários.
PS: Odeio esse H.P. Lovecraft… =/
Quarta-feira, 11 de março de 2009 às 4:01 pm
Legal o texto. Eu vi o musical We Will Rock You em Londres e recomendo a todos os fãs do Queen. Bem melhor do que esse Queen cover que está por aí…
Quarta-feira, 11 de março de 2009 às 6:37 pm
Cara, concordo com tudo o que vc escreveu, à exceção do Cosmos Rocks e dos shows do Queen PR. Eu fui nos 3 shows deles aqui no Brasil e gostei muito do Cosmos Rocks. Acho que a questão é só encarar que é outro trabalho. Não é Queen. Mas é bom pra baralho! Principalmente porque tem Brian na guitarra e Roger na bateria. Fui nos shows, encontrei os caras e não me arrependo. Fiquei feliz de vê-los fazendo o que gostam e tocando pra gente! E espero que continuem fazendo isto!
Outra coisa. Vi o Ahimsa tocando no QD duas vezes e tenho que dar os parabéns, porque foram apresentações realmente magníficas. Eu sou baterista da Bohemian Queen, aqui do Rio. E posso dizer que, pra quem curte Queen, tocar Queen é um prazer indescritível! Então, espero cruzar com o Ahimsa em outras ocasiões, celebrando sempre a música de Freddie, Brian, Roger e John!
Quarta-feira, 11 de março de 2009 às 7:11 pm
Adorei o texto. Sou fã radical do Queen. Um nerdcast do queen seria como um verdadeiro sonho realizado. Até hoje não escutei nenhuma banda que possua tantos hits inesquecíveis quanto o Queen. É uma das poucas bandas que tocam ao vivo tão bem quanto no estúdio. Aliás tenho o DVD do Live at wembley stadium que é o show mais emocionante que já assisti na vida. Repriso ele pelo menos uma vez por semana.
Quarta-feira, 11 de março de 2009 às 11:26 pm
“(…)Eu vi o musical We Will Rock You em Londres e recomendo a todos os fãs do Queen. Bem melhor do que esse Queen cover que está por aí…”
Po Lucas… não fale uma besteira dessas!
Quarta-feira, 11 de março de 2009 às 12:30 am
Péssima a entrevista da Gloria Maria… Mas acho que todos os reporteres experientes já passaram por isso um dia no começo da carreira… Mas mesmo sendo péssima, ADOREI!!!
Quarta-feira, 11 de março de 2009 às 6:00 pm
Texto muito legal, mas discordo quanto ao novo trabalho deles. Achei o disco Excelente. Não pude assistir o show “pessoalmente”, por isso vi a versão que foi para os cinemas do show que eles realizaram na África (se não me engano). E como o próprio texto diz: eles tiveram coragem de seguir em frente. Estilo novo, musicas novas, mas tudo fiel às raízes. Dou parabéns ao Queen. E vida longa à nova formação.
Quarta-feira, 11 de março de 2009 às 8:17 pm
Olha, eu gosto MUITO do Queen, sou fanática por eles. Posso garantir que os shows da Cosmos Rocks Tour 2008 foram ótimos, presenciei 2 no Brasil, e acompanhei por vídeo demais shows pelo mundo. O Brian e o Roger estão perfeitos, parece que quanto mais o tempo passa, mais eles ficam bom na função que desempenham. Fisicamente também se encontram muitíssimo bem, tive a oportunidade de conhecê-los pessoalmente, são pessoas incríveis.
Não tenho do que reclamar sobre o novo álbum, acredito que seja uma compilação de canções maduras, afinal, não são mais os mocinhos de antigamente, os pensamentos evoluem conforme o tempo. Isso foi o que aconteceu com a música deles, é mais serena, porém, mais reflexiva.
Quarta-feira, 11 de março de 2009 às 8:22 pm
Metallica é legal, gosto muito, mas QUEEN… cara, é outro nível. Só isso. Bohemian Rhapsody é a melhor música já produzida pela humanidade. Além dela, destaco Under Pressure (música foda), The Show Must Go On (letra foda) e Another One Bites The Dust (combinação de ambos).
Destaco todas as músicas, aliás. Nerdcast sobre Queen já!
Quarta-feira, 11 de março de 2009 às 12:28 pm
Cara, pra ti é outro nivel, pra ti Bohemia Rhapsody é a melhor musica já feita. Talvez tu não reconheça a genialdiade de Metallica por estar escondida atras de distorções e preconceitos, pois quero ver ouvir qualuqer versão de Metallica em instrumentos mais eruditos, como violoncello(Apocalyptica), harpas(Harptallica) ou piano(Scott D. Davis no album Pianotarium). Vale a pena conferir.
Quarta-feira, 11 de março de 2009 às 7:07 pm
concerteza uma das bandas mais completas de rock que existiu!!!
você o quanto eles eram diversificado ouvindo faixas como “inuendo”(minha preferida) até “To Show must Go on”, e claro coisas como “A crazy litle thingh called love”,”Save me” e “One Vision”.
Queen é uma banda que eu ouço até hoje!! concerteza merece um NERDCAST!!!
Quarta-feira, 11 de março de 2009 às 1:03 pm
Ok, vamos lá.
Assim como o autor, Queen tem acompanhado toda a minha vida e eu TENHO que dizer, que é a banda que eu mais idolatro em todo mundo. Queen é vida. Esteve presente em fases inesquecíveis da minha vida. A “trilha” da minha vida, vem de Queen. Esteve presente em momentos de morte, e dor, de vida, e de felicidade principalmente. Freddy conseguiu fazer brotar em mim uma esperança, quando eu estava totalmente LOST.
Fora o fato de que as músicas por si só, são ÓTIMAS. Toda aquela variação. Podemos ver glam, rockabilly, rocksteady, country, opera rock, um misto de tudo que se pode reunir de boa forma.
Mas aí nego vira pra mim e fala “AH O FREDDY MORREU ENTÃO JÁ ERA.”
Isso é óbvio. Ele morreu, perdeu parte da magia. Ninguém nunca vai conseguir chegar aos pés do Freddy. Até os mais fodas imitadores do planeta não conseguem sequer chegar perto da voz dele. Eu estive no Show do “Queen Paul Rodgers” e posso dizer, que foi ÓTIMO. Peraí, o cara conseguiu levantar a multidão, não merece consideração ? Fora o Brian May que é um dos maiores guitarristas do mundo, fora o Roger Taylor gente … Muita gente que se diz fã, esquece do último pedido desesperado do Freddy quando ele disse e escreveu “The show must go on”.
E pra quem não sabe na verdade eles não estão seguindo carreira completamente. Estão seguindo com um TRIBUTO ao Queen antigo. Tanto que nessa turnê, existem apenas meia dúzia de músicas novas. E só. O resto é o bom e velho Queen.
E sério, sinto raiva das pessoas que só consideram o Freddy e não a banda em si.
Quarta-feira, 11 de março de 2009 às 10:46 am
Óótimo texto, de verdade. Conheço bem o sentimento de ter os sentimentos explorados aos mínimos micro detalhes por aquela mardita música que te deixa “balançado” e que vc não cansa de ouvir.
“esfregar na cara de um headbanger mala que o Metallica já gravou uma música da “banda de bichinha”…” — PERFEITO, assim quem sabe esse headbanger mala passou a entender um pouco mais de música…afinal de contas, Metallica é uma ótima banda, assim como foi o Queen.
Não pude assistir ao Cosmos Rock, mas compartilho a sua opinião apenas ouvindo o som…deviam ter parado no topo do topo…agora, acho que ficará complicado atingir a mesma altitude pré-cosmos.
O estilo do Queen (Com Freddie nos vocais) foi único e impossível de replicar. É como pensar em Iron Maiden sem Bruce Dickinson, Led Zeppelin sem Robert Plant ou em Scorpions sem Klaus Meine. O som pode ser parecido, as sonoridade pode ate ser parecida, mas um vocalista é uma peça insubstituível em uma banda.
Quarta-feira, 11 de março de 2009 às 1:07 pm
Cara, porque não faz um podcast? seria muito bom. abraços
Quarta-feira, 11 de março de 2009 às 4:37 pm
Muito bacana a coluna; já a acompanho já faz algum tempo, mas só agora tenho algo relevante a dizer. Furuno, já ouviste Steely Dan? Acredito que a grande maioria das pessoas que conhecem a referida banda são “nerds musicais”, seria uma boa apresentar esse delírio auditivo para o restante dos nerds; faça esse favor!
Pra mim, antes de “Dark Side of the Moon”, “A Night at the Opera”, “Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band”, “Pet Sounds”, “Back in Black” e WHATEVER, vem “Can’t Buy a Thrill” (Steely Dan)!
Quarta-feira, 11 de março de 2009 às 4:22 pm
gostei muito do texto, sou super-fã do queen. Isso todo mundo já disse, eu escrevo na verdade para fazer um apelo já feito na comu: quero um Nerd cast só sobre o Queeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeen!
Abração aos camaradas Nerds
Quarta-feira, 11 de março de 2009 às 4:30 pm
Gostei do texto, Queen é duca.
Abraço
Quarta-feira, 11 de março de 2009 às 2:16 pm
Sou fã do Metallica, e a banda é pra mim como o Queen é pra você Turuno! Mas uma coisa eu digo: pra mim, nunca existirão bandas como as 3 que eu considero top *de alguma forma* no mundo: Pink Floyd, Queen e Black Sabbath, cada um em seu estilo. Queen teve o melhor vocalista de todos os tempos, e pra mim nunca será superado. Black Sabbath praticamente inventou o metal. E Pink Floyd… bom, é Pink Floyd! Mas como aqui falamos de Queen… é uma banda incrível, e não há como negar que não tem como ficar parado ao som de músicas como Radio Ga-Ga, ou não se “bater cabeça” na parte final de Bohemian Rhapsody!! Sem mais!
Quarta-feira, 11 de março de 2009 às 9:06 am
claro que é mto improvável, mas queen merecia um nerdcast! xD
Quarta-feira, 11 de março de 2009 às 8:36 am
Muito bom o texto. Como muitos aqui, Queen é a minha banda favorita.
Uns comentários: O clipe de Bohemian não foi caro. Na verdade foi um dos mais baratos da história da banda. Caro mesmo deve ter sido o de Breakthru.
A entrevista com a Gloria Maria não tem nada de anormal, no meu ver. Freddie respondeu todas as questões, o problema foi da equipe que bolou e executou a entrevista. Custava fazer as pergunas e inglês mesmo. Ou de repetí-las diretamente depois em português ao invés de gravar duas respostas? Além disso, para o próprio Queen, a entrevista é encarada como uma brincadeira, tanto que ela faz parte do documentário Champions of the World, oficial da banda.
Eu fui ao show do Paul Rodgers. Foi o mesmo que comer a Vera Fischer nos dias de hoje. Muita coisa de perdeu, mas ainda tem muito da magia original ali. Eu escrevi uma resenha no meu blog logo após o termino do show. Quem quiser conferir: http://nonameshideout.com/?p=564
E espero o nerdcast sobre o Queen.
Quarta-feira, 11 de março de 2009 às 1:01 am
Que tal um Phonographo sobre o YES? A maior banda de rock progressivo de todos os tempos…se é que existe 1 pelo menos.
Pelo menos da minha dimensão…
Quarta-feira, 11 de março de 2009 às 3:19 am
é… num gosto muito do Queen! maaaaas, gostei do texto
Quarta-feira, 11 de março de 2009 às 9:01 am
MUITO BOM. Eu adoro Queen, e podem falar o que quiser, que Queen é uma banda homosexual, que suas musicas são coisa de frutinha e etc… mas Queen é uma das bandas com mais musicalidade que ja existiu!