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Empoeirados vol. 2 – Davi, Golias e o Hotel Cinco Estrelas

Cabeceira [Literatura]
Quarta-feira, 13 de agosto de 2008 Daniel John Furuno

Marcos Rey

Existe uma quase folclórica história que diz que Ian Anderson, vocalista do Jethro Tull, resignado com o fato de que jamais tocaria tão bem quanto outros músicos, decidiu encostar a guitarra num canto e se dedicar a outro instrumento menos, digamos, concorrido. Resultado: caiu de boca na flauta e entrou para a história como um dos principais ícones do rock “pogressivo”.

Eu ainda lutava para tirar algum som duma modesta guitarrinha Giannini quando um amigo me apresentou a um colega de faculdade que estava montando uma banda. Conversamos durante um bom tempo e descobrimos que, apesar das referências distintas, tínhamos o mesmo tipo de abordagem e expectativa com relação à música. A tal banda só precisava de um baixista e, por pura falta de opção, o sujeito – que, para efeitos ilustrativos, chamaremos de Monroe – insistiu que eu assumisse o posto, mesmo sem nunca ter tido contato com o instrumento.

Peguei um baixo emprestado e me meti na enrascada. Passamos a ensaiar regularmente e, num certo dia, resolvemos dar um pulo na casa do Monroe antes para um rápido abastecimento etílico. Conheci então o pai dele, que estava na cozinha: um senhorzinho simpático que, segundo fui informado, era colunista de um jornal e tinha algumas obras publicadas. Já a caminho do estúdio, perguntei ao Monroe que tipo de livros seu velho escrevia; meio constrangido, respondeu-me que eram da Coleção Vaga-Lume. Minha cabeça, é claro, EXPLODIU.

Não faço idéia do que ela representa para a molecada de hoje em dia (se é que representa algo), mas o fato de a Editora Ática ainda mantê-la em catálogo indica que, pelo menos, seus títulos continuam sendo recomendados pelos professores. Para o pessoal da minha geração, a Coleção Vaga-Lume é um clássico absoluto, do mesmo nível que os Trapalhões, o pirocóptero e o punhal dentro do boneco do Fofão. É difícil eleger um único livro como o maior destaque; há vários deles que valem ser lembrados (e alguns futuramente serão aqui na coluna). Mas o autor mais emblemático é, sem dúvida, Marcos Rey.

Marcos Rey e suas obrasEdmundo Donato criou seu famoso pseudônimo juntando o nome de um dos evangelistas e o sobrenome de sua avó materna. Foi redator das rádios Excelsior e Nacional nos anos 1940 e, ao longo das décadas seguintes, criou textos para publicidade e roteiros para programas de tevê (Vila Sésamo e O Sítio do Picapau Amarelo são alguns que levaram sua assinatura). As duas experiências acabaram influenciando sua escrita, como ele próprio afirmou: “A TV ensinara-me a visualizar as cenas, a fixar com nitidez o palco das ações e a focar em diversos planos os personagens. Diferentemente, as lições da publicidade restringiam-se à engenharia da frase; tinha de ser direta, limpa e conter o maior número possível de informações”.

São justamente essas características, aliadas a seu gosto por histórias policiais, que o tornaram um autor acessível para o público mais jovem. Convidado a escrever uma obra especificamente para o segmento infanto-juvenil, Marcos Rey saiu-se melhor do que a encomenda, criando, logo de cara, um clássico do gênero: O Mistério do Cinco Estrelas, de 1981.

A história provavelmente já é conhecida por todos: o adolescente Leo, mensageiro do Emperor Park Hotel, descobre que houve um assassinato no quarto 222. O mistério ao qual se refere o título não é a identidade do criminoso, pois já sabemos quem é o culpado logo nas primeiras páginas. As grandes perguntas são: quem é o morto, onde foi parar o corpo e, mais importante, por que o Barão, um benfeitor acima de qualquer suspeita, mataria alguém?

Mesmo deixando de lado a nostalgia e fazendo uma leitura mais crítica, é possível identificar os elementos que tornaram a história tão cativante anos atrás. Claro que, assim como numa animação da Pixar, as inevitáveis lições de moral estão lá, como a analogia com a história de Davi e Golias – que o próprio autor aponta na nota introdutória – e a mini-trama paralela de Gino, primo paralítico de Leo, e sua “cruzada nacional contra as escadas”. Mas elas não chegam a aborrecer e o leitor poderá se divertir um bocado com os bons personagens, a ambientação construída com esmero e a narrativa muito bem amarrada (destacam-se os desfechos dados ao Barão e ao “quase romance” de Leo e Ângela).

Depois de O Mistério do Cinco Estrelas, Marcos Rey voltou ao universo pré-adolescente com os igualmente clássicos O Rapto do Garoto de Ouro, Um Cadáver Ouve Rádio e Enigma na Televisão, entre outros. Para toda uma geração, o autor, falecido em 1999, não será lembrado por seu trabalho no rádio e na tevê ou por seus elogiados romances adultos, mas sim por seus livros da Coleção Vaga-Lume.

Pensei em dizer ao Monroe que eu acharia o máximo se o meu pai fosse colega do Marcos Rey, mas achei melhor deixar quieto. Por um lado, é compreensível o constrangimento dele. Tem muito acadêmico por aí que acha que literatura infanto-juvenil é “sub-literatura”. O que o povo ranzinza parece esquecer é que (por mais que isso soe batido) são esses livros que formam os futuros leitores de obras mais “sérias” e, quem sabe, até mesmo alguns futuros escritores. Afinal, nem só de Hemingway e Faulkner vivem as estantes. Assim como nem só de guitar heroes vive o rock.

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FALANDO NISSO
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75 COMENTÁRIOS

  1. Luis diz:
    Quarta-feira, 13 de agosto de 2008 às 11:09 pm

    Eu quando moleque, antes de ter contato com qualquer livro da coleção vagalume, tive o prazer de ver o Marcos Rey na minha escola respondendo as perguntas da molecada, até respondeu duas minhas, as quais só me recordo de uma: QUAL É O SEU MAIOR SONHO?

    Aí ele falou “Mas eu já respondi isso antes, que eu já realizei meu sonho que era escrever para todas as idades”. Ô vergonha…

    Mas depois acabei conhecendo alguns dos livros dele dessa coleção, realmente eram bem interessantes, eu acho que gostei mais do “Garra de Campeão”. Alguns momentos realmente atropelam outros.

  2. Acid diz:
    Quarta-feira, 13 de agosto de 2008 às 12:02 am

    Cara, esses livros formaram o meu caráter! Merece a nossa lembrança a escritora Lúcia Machado de Almeida, que fez o clássico Escaravelho do diabo.

    http://tinyurl.com/6dceqv

  3. Marcelo Moorfo diz:
    Quarta-feira, 13 de agosto de 2008 às 12:20 am

    Excelente coluna!!!

    Essa coleção marcou a minha infância.
    Li dois destes livros um dia desses. Ia doá-los e resolvi dar uma lida antes.
    Bons tempos aqueles!!

  4. Marina diz:
    Quarta-feira, 13 de agosto de 2008 às 12:32 am

    Leitores de Marcos rey, Lucia Machado de Almeida, Pedro Bandeira (pelo qual tenho um carinho especial) e outros se tornaram os atuais leitores do Tolkiens e Bernard Cornwell… Se não houvesse quem nos mostrasse que leitura pode ser divertida ficaríamos presos aos clássicos “A Moreninha” e afins, (não desmerecendo o seu valor… mas vamos combinar… são meio boring).
    Resumindo, São eles os reponsáveis pela grande maioria dos leitores de hoje, em especial aqueles que encaram leitura como entretenimento, não apenas como cultura.

    ps: série vaga lume merece um nercast!

  5. Narigolas diz:
    Quarta-feira, 13 de agosto de 2008 às 1:04 am

    Sou obrigado a contar que durante algum tempo, eu e mais 3 amigos disputávamos quem havia lido mais títulos da série vaga-lume…
    De tudo que li nesta época, fiquei apaixonado durante um tempo por romances policiais. Torrei algumas economias comprando uma série publicada no Brasil com as histórias de Sherlock Holmes. Uns livrinhos com capa preta e “formatinho”. rsrsrrrs
    Ciosa de nerd…

  6. Marcelo Salgado diz:
    Quarta-feira, 13 de agosto de 2008 às 1:50 am

    Meu primeiro livro foi O Caso da Borboleta Atíria, que não era dele. Mas depois li todos os livros do Marcos Rey, inclsuindo O Gigolô, que como vocês devem perceber pelo nome, não era infanto-juvenil.
    Daniel, belo texto e boa lembrança!
    Valeu!
    Marcelo Salgado

  7. Vinícius Schiavini diz:
    Quarta-feira, 13 de agosto de 2008 às 10:04 am

    Excelente texto!

    E uma coisa interessante a falar: quase todos os livros do Marcos Rey sa Série Vaga-Lume são interligados! Uma coisa bacana a se explorar.

  8. Renato diz:
    Quarta-feira, 13 de agosto de 2008 às 11:05 am

    O Mistério dos Cinco Estrelas foi o primeiro livro que eu li na minha vida!

    Coleção Vaga-lume é muuuuuuuuuuuito foda!

    Mas concordo com a Marina. Pedro Bandeira também é O CARA (Ou deveria chamar de “O Kara”)

    Anjo da Morte, a Droga da Obediência, Mistério dos cinco estrelas….que saudades…

  9. Aoshi Shinomori diz:
    Quarta-feira, 13 de agosto de 2008 às 11:14 am

    Cara, tive que enxugar uma lágrima aqui no canto do olho. Acho que vou ali no armário desencavar algumas dessas preciosidades…

  10. Mariana diz:
    Quarta-feira, 13 de agosto de 2008 às 12:19 pm

    O pior é ver que ele tem vergonha :/ poxa, com certeza esses livros ainda são recomendados na maioria das escolas!

  11. fábio diz:
    Quarta-feira, 13 de agosto de 2008 às 2:59 pm

    Nossa cara, havia me esquecido completamente dessa parte da minha vida! Se for parar pra pensar, realmente foi a Coleção Vaga-Lume que me levou a ter um gosto pela leitura, como a Marina falou acima.

    No meu colégio havia uma certa quantidade de livros da coleção, aos devo ter lido praticamente todos, faltando uma meia dúzia.

    Creio eu ter um ou dois perdidos na minha estante lá em casa, fiquei com vontade de reler agora :D

  12. Luis diz:
    Quarta-feira, 13 de agosto de 2008 às 4:39 pm

    O Marcos Rey não tinha vergonha de nada não, eu é que fiquei com vergonha de ter perguntado algo que já tinham perguntado antes.

  13. Rômulo Melkor Mancin diz:
    Quarta-feira, 13 de agosto de 2008 às 6:27 pm

    Eu lembro quando um dia disse pra minha professora da 3ª série:

    “Professora, eu queria ler um livro da série vagalume”

    Meu irmão mais velho tinha me recomendado, ae a professora olhou chocada e me levou pra biblioteca empoeirada da escola, os livros estavam la entulhados ja a anos, ae o primeiro q eu peguei foi exatamente “o Mistério do Cinco Estrelas”.

    Tomae.

  14. Thiago Cabello diz:
    Quarta-feira, 13 de agosto de 2008 às 7:21 pm

    Ano passado fui num sebo e comprei seis livros do Marcos Rey, o mais caro foi 2 reais.

    Foi muito, muito bom reler esse cara…

    Ótima coluna!
    Reitero o q já falaram: deviam fazer um nerdcast sobre a coleção vaga-lume.

  15. Marcelo Rorschach diz:
    Quarta-feira, 13 de agosto de 2008 às 8:26 pm

    O Mistério dos Cinco Estrelas foi o primeiro livro que eu li na minha vida! (2)

    Curti a matéria.

    O JN já citou Tenis-Polar num nerdcast. Bem q eles podiam fazer um podcast sobre os karas…. pode ser qdo lançarem o filme…

    :D

  16. davicruz diz:
    Quarta-feira, 13 de agosto de 2008 às 8:34 pm

    Cara, parabéns pela excelente coluna! Era algo que eu realmente gostaria de ter escrito! Eu AMAVA a coleção Vagalume, assim como outra coleção, que acho importante citar: A INSPETORA, que o Ganymédes José publicava sob o pseudônimo de SANTOS DE OLIVEIRA.

    Meu pai era o professor de literatura da escola e, por isso, o responsável pela aquisição dos livros para a biblioteca. Isso era sempre feito nas férias de verão, para dar tempo de catalogar os livros, etc.

    Lembro de um ano, algo como 20 anos atrás, quando ele recebeu no início de janeiro os livros adquiridos e, como a escola estava fechada, levou tudo lá para casa.

    Fiquei maluco, ao me deparar com aprox. 100 títulos a minha disposição, quase todos da Coleção Vagalume, A Inspetora e os clássicos E AGORA VOCÊ DECIDE…

    abraço!

  17. Beicom diz:
    Quarta-feira, 13 de agosto de 2008 às 8:41 pm

    Aprendi a gostar de ler com “Pantano de sangue”, depois lí “Um cadáver ouve rádio” e então lí dezenas de livros da série vagalume.
    Durante um bom tempo eu era o único freqüentador da biblioteca da minha escola o_O
    Vou esperar por um nerdcast sobre a série vagalume e outros clássicos da leitura infantil.

  18. Fábio diz:
    Quarta-feira, 13 de agosto de 2008 às 11:06 pm

    Como professora, minha mãe recebia muitas amostras grátis de livros, por essa feliz coincidênci tive uma pilha da coleção Vaga-Lume. Marcos Rey, com certeza, era o ponta de lança da série. Boas tardes de férias na companhia de seus livros…

  19. Fábio diz:
    Quarta-feira, 13 de agosto de 2008 às 11:12 pm

    ah, como alguém mais em cima falou, um nerdcast sobre a série Vagalume seria fantástico!

  20. Wishm4st3r diz:
    Quarta-feira, 13 de agosto de 2008 às 8:06 am

    Nossa.. me lembro do primeiro que li, o mistério da cidade fantasma.. de mais!

  21. diz:
    Quarta-feira, 13 de agosto de 2008 às 8:30 am

    “O Caso da Borboleta Atíria” também foi um dos meus primeiros livros, a coleção Vaga-Lume era um clássico, só ela já merecia uma coluna.

    E, Marcos Rey, não preciso dizer mais nada.

  22. Maurício diz:
    Quarta-feira, 13 de agosto de 2008 às 11:25 am

    Recentemente comprei um livro num sebo chamado “O roterista profissional - tv e cinema”, de um tal de Marcos Rey. Como eram muito barato, estava sem nada para ler, e tinha uma pequena viagem para fazer, resolvi levar o livro. Leitura é muito boa, mas minha surpresa foi ao ver no final do livro, nas obras do autor, que entre outros estava, O misterio dos cinco estrelas.

    Imediatamente, muitas lembranças da coleção vagalume voltaram. E alguns pensamentos surgiram também. Será que essa geração de crianças conhece a coleção vagalume? Acho que não. Marcos Rey foi um dos autores que me levou a gostar de ler, e eu nem lembrava do nome dele. Fiquei feliz ao ver que outras pessoas lembram e curtem esses livros…

  23. Diego Kober diz:
    Quarta-feira, 13 de agosto de 2008 às 11:33 am

    Eu, assim como os outros, também comecei a ler com a coleçar Vaga-lume. Tenho até hoje aqui em casa “Um cadaver ouve rádio”, que minha mãe me deu quando era bem pequeno.
    Junto com Monteiro Lobato, esses livros fizeram minha infância muito feliz. “Os doze trabalhos de Hércules” eu devo ter lido umas 6 vezes enquanto no primeiro grau, simplesmente adorava aquele livro.
    “Mistério no cinco estrelas” eu li umas três vezes :D

  24. Eveline diz:
    Quarta-feira, 13 de agosto de 2008 às 12:21 pm

    Meu projeto de graduação foi um vídeo, “caso ‘O Mistério do Cinco Estrelas’ virasse filme, como seria a abertura?”
    http://videolog.uol.com.br/video.php?id=154059

  25. MV diz:
    Quarta-feira, 13 de agosto de 2008 às 5:06 pm

    O Mistério dos Cinco Estrelas foi meu primeiro livro. indicado pela professsora!
    Depois dele me tornei um viciado em série vaga-lume e Marcos Rey é meu autor favorito da série!

  26. skyzitty diz:
    Quarta-feira, 13 de agosto de 2008 às 5:36 pm

    Marcos Rey foi o autor que mais li durante minha adolescência. Toda a série com o Leo, Gino e Angela é maravilhosa. Meu preferido é O Rapto do Garoto de Ouro - final imprevisível. Enigma na Televisão tbm é bom as pampas.

  27. Mariana diz:
    Quarta-feira, 13 de agosto de 2008 às 11:10 pm

    nossa, foi depois de Marcos Rey que descobri Sherlock Holmes e Aghata Christie, aí só foi… felizmente cresci e hj leio outras coisas…
    mas tudo começou com “O Mistério do Cinco Estrelas” qndo tinha 10 anos de idade!

  28. Rod diz:
    Quarta-feira, 13 de agosto de 2008 às 1:18 am

    Adorava essa coleção!!

    Vale a pena lembrar também do Escaravelho do Diabo e da série dos Karas.

  29. Anderson diz:
    Quarta-feira, 13 de agosto de 2008 às 10:53 am

    Esse tipo de livro que deveria ser obrigatório em vestibulares.

  30. Felipe B diz:
    Quarta-feira, 13 de agosto de 2008 às 11:14 am

    Este texto me arrancou lágrimas. Os livros da coleção vaga-lume marcaram uma época da qual tenho muita saudade!

  31. JPedro diz:
    Quarta-feira, 13 de agosto de 2008 às 11:37 am

    Nossa cara, esses livros são muito bons. Ainda tenho algumas dúzias aqui em casa. E os do Marcos Rey são dos meus preferidos.

  32. Robson diz:
    Quarta-feira, 13 de agosto de 2008 às 11:37 am

    O Mistério do Hotel Cinco Estrelas foi o primeiro livro de mistério que eu li, depois vieram Os Karas, Agatha Christie, Sherlock, e outros. O Caso da Borboleta Atíria ainda é uma referência pra mim devido à singularidade da estória. Sempre me intrigava o triângulo amoroso Leo, Gino e Ângela.

    PS: Nerd Cast com série Vaga-Lume (4)

  33. Fabiane diz:
    Quarta-feira, 13 de agosto de 2008 às 11:50 am

    Os livros da coleção Vagalume formaram meu caráter, juntamente com os do Pedro Bandeira e outros autores. Era quase um por dia!

  34. skyzitty diz:
    Quarta-feira, 13 de agosto de 2008 às 5:43 pm

    O Rod lembrou bem! O Escaravelho do Diabo é dos bons, mas a série dos Karas, do Pedro Bandeira, é sensacional. Tanto que ele ainda está trabalhando no sexto livro da série, que está pra sair a um tempão. É quase um Chinese Democracy dos livros infanto-juvenis…

  35. Josué diz:
    Quarta-feira, 13 de agosto de 2008 às 7:19 pm

    Cara muito bom. Marcos Rey era o meu escritor favorito da coleção Vaga Lume.

    Os meus preferidos dele são os que tem como personagens principais os primos Leo e Gino, e Angela a “quase” namorada do Leo. São 4 livros com esses personagens: O Mistério do Cinco Estrelas, O Rapto do Garoto de Ouro, Um Cadáver Ouve Rádio e Um Rosto no Computador.

    Um Cadáver Ouve Rádio era o ultimo que faltava pra completar minha coleção, e encontrei pouco tempo atras, de um cara que estava vendendo livros na rua.

  36. Rafael diz:
    Quarta-feira, 13 de agosto de 2008 às 6:31 pm

    Havia algo extremamente afinado com o público alvo da coleção vagalume: as orelhas do livro!
    Não sei se os demais nerds lembram, mas havia um vagalume que aparecia numa história em quadrinhos antecipando o roteiro da história.
    Eu pegava para ver os desenhos da orelha do livro e era fisgado. Li um monte desse jeito: O rapto do Garoto de OUro, Éramos Seis, A Serra dos dois meninos, A Grande Fuga, etc.

  37. Bruno diz:
    Quarta-feira, 13 de agosto de 2008 às 3:14 pm

    Cara, que coluna formidável.

    Lembro que tive contato com a coleção vaga-lume na 7 série. Sim, pegava os livros na biblioteca da escola, a escola tinha quase que toda a coleção, eu e mais um colega meu de sala. Éramos os únicos que pegavam, hehehehehhe. E era em série, acabava um e já pegava outro.

    “Um cadáver ouve Rádio”, “Mistério dos cinco estrelas”, a série dos Xisto, “Escaravelho do Diabo” e por aí vai. Foi a coleção de despertou minha mania de ler.

  38. Fernanda diz:
    Quarta-feira, 13 de agosto de 2008 às 4:14 pm

    Na escola me lembro que trocavamos os livros da coleção Vaga Lume entre os alunos como se fossem figurinhas. Depois anotavamos com um X na contracapa do livro ( tinha as fotos de cada livro) para saber qual ja tinhamos lido. Achoe que cheguei a ler quase todos.Os meus preferidos eram do Xisto, quem manda ja morreu, a turma da rua quinze entre outros.

    Foi a partir daí que comecei a me interessar pela leitura….

  39. Ziliano diz:
    Quarta-feira, 13 de agosto de 2008 às 6:51 pm

    Tenho saudades dessa época, tenho certeza que a Coleção Vagalume, deu a muito Nerd, o gosto pela leitura, pelo conhecimento e pela ficção. Obrigado Marcos Rey, obrigado coleção vagalume, por trazer para as nossas adolescencias tristes e melancolicas, um pouco de boa cultura.

  40. C diz:
    Quarta-feira, 13 de agosto de 2008 às 8:29 pm

    clássico

  41. Caio diz:
    Quarta-feira, 13 de agosto de 2008 às 12:45 pm

    nossaaaaa…
    eo li o misterio do cinco estrelas quando eo tava na tercera serieee!
    eh um lixo esse livro!
    hauhauhauhauhuahuahauha

  42. Daniel Felipe diz:
    Quarta-feira, 13 de agosto de 2008 às 1:04 pm

    O meu primeiro foi A Ilha Perdida.

    Clássico que formou meu caráter, de minha mãe e de meu pai…

    Ainda tenho a versão que catei pra ler em minha estante.
    Queria comprar mais dessa série pra deixar pro meu filho ler um dia.
    O bom que em qualquer sebo a gente acha ele por 2 reais!Hhehe

    Muito boa a coluna cara!

  43. Deka diz:
    Quarta-feira, 13 de agosto de 2008 às 9:09 am

    Comigo aconteceu algo inusitado: Havia um livro da Coleção Vaga-Lume que eu adorava quando menor ainda (não cresci muito desde então). Chama-se “A maldição do tesouro do faraó”. E mesmo depois de mais velha (dizer ‘depois de grande’ seria mentira) continuava a reler a história.

    Quando iniciei meu curso na faculdade, reconheci o nome do professor Sérsi Bardári, e tive aulas durante dois semestres com o autor do livro favorito da minha infância.

  44. Yuri diz:
    Quarta-feira, 13 de agosto de 2008 às 12:12 pm

    MINHA CABEÇA EXPLODIUUU COM ESSA COLUNA.

    Nem lembrava desses excelentes livros que fizeram minha infância mais feliz e me fizeram gostar de ler. Nem lembrava como o tempo passava mais rápido quando eu lia um dos livros do Marcos Rey, Acredito que li todos os citados no texto. Muito, muito bons!

  45. edu diz:
    Quarta-feira, 13 de agosto de 2008 às 5:37 pm

    Sou Fã desta serie e comecei a me interessar pela leitura jsutamente pelo tedio dos dias de chuva em que nao dava pra jogar futebol e a oferta de livcros que havia na minha casa….Gigante de Botas, Escaravelho do Diabo e todos do Marcos Reis. conclusão…hoje sou redator.

    valeu Marcão

  46. Marcio diz:
    Quarta-feira, 13 de agosto de 2008 às 10:36 pm

    Eu comecei a ler por causa dessa série, li quase todos do Marcos Reis, bons tempos ..

  47. marvin contendo diz:
    Quarta-feira, 13 de agosto de 2008 às 8:39 pm

    Eveline, a abertura que você bolou para o Mistério do Cinco Estrelas ficou sensacional!!!

    Parabéns.

  48. Luciana diz:
    Quarta-feira, 13 de agosto de 2008 às 10:28 pm

    Eu simplesmente adoro e até hoje quando vejo um destes livros me obrigo a ler uns pedaços. Seu texto me fez lembrar de ‘os Karas’ que eram personagens do Pedro Bandeira e que na mesma época em que eu lia Marcos Rey me viciaram. Não sosseguei enquanto não li todos os livros que envolviam eles.

  49. luciana diz:
    Quarta-feira, 13 de agosto de 2008 às 11:27 am

    cara, escaravelho do diabo é um tesão.

  50. May Chan diz:
    Quarta-feira, 13 de agosto de 2008 às 12:10 pm

    Nossa, coleção vagalume é clássico dos clássicos. Lembro das competições na escola para ver quem lia mais livros da coleção Vagalume e da Inspetora. Bons tempos….
    Excelente coluna

    PS: Nerdcast coleção vagalume (5)

  51. amanda diz:
    Quarta-feira, 13 de agosto de 2008 às 2:39 pm

    Primeiramente:

    cara, escaravelho do diabo é um tesão. [2]

    Acho que é o melhor livro da série. =D

    hehe

    Tenho MUITOS livros desta coleção na minha casa. Uma vez estava passando por uma escola e os livros iam ser doados PARA RECICLAGEM!! ¬¬

    Aí eu levei todos que estavam lá pra casa! Fala sério né gente… Reciclar, tudo bem, mas reciclar livro e ainda mais da coleção vagalume… Ah.. Fala sério!

    Os de hoje em dia que não conhecem estes clássicos, não sabem o que estão perdendo.

    PS: Nerdcast coleção vagalume [6] =)

  52. amanda diz:
    Quarta-feira, 13 de agosto de 2008 às 2:43 pm

    Enterufter finisqufterenterinis ufterm tentermpãisomber menter combermufterniniscaisrndomber comberm menterufter inisrmãisomber sómber aisssinism!

    Quem lembra?!
    XD
    (era assim mesmo? se não for, putz, que vergonha!)

  53. Henrick4ever diz:
    Quarta-feira, 13 de agosto de 2008 às 3:37 pm

    Escaravelho do Diabo foi o primeiro livro que lí , gostei tante que nunca mais parei de ler , sempre tenho um livro na cabeçeira da cama….
    Como foi dito pela Amanda ‘os Karas’ de Pedro Bandeira , marcou época na minha , como esquecer de Miguel , Chumbinho , Magrì , não lembro o nome dos outros que dirá o Código Polar ( era esse o nome mesmo ? )
    Bons Tempos aqueles

    Abraços

  54. Carol souza diz:
    Quarta-feira, 13 de agosto de 2008 às 4:54 pm

    Eu amavvvvaaaa série Vaga-lume…. E o Marcos Rey era meu autor predileto , junto com Sidney Sheldon , pq ngm é perfeito….
    Um dia, numa feira de livros que fui com meu pai, estava lá o Marcos Rey…foi meu primeiro encontro assim, com um cara que eu admirava….lembro que fikei vermelhíssima e pedi pra ele autografar um dos livros que havia comprado, e um deles era uma coletânea de crônicas do Marcos Rey, chamada “O Corração roubado”…mto bom!
    Tds os livros que o pessoal citou eu li….pena que hj em dia por causa da faculdade e trampo ,não dê pra ler mto….
    enfim…só pra compartilhar minha paixão por marcos rey…e esse dia foi um dos meus primeiros micos diante de pessoas q admiro.

  55. Jedi Whatever diz:
    Quarta-feira, 13 de agosto de 2008 às 11:49 am

    Cara, eu tive VÁRIOS livros da coleção Vagalume, adorava! ACho q

  56. Jedi Whatever diz:
    Quarta-feira, 13 de agosto de 2008 às 11:50 am

    Cara, eu tive VÁRIOS livros da coleção Vagalume, adorava! Acho q o primeiro que li foi “o escaravelho do diabo”, e depois não parei mais…não cheguei a ler todos, mas os que batiam na minha mão eu devorava! Tenho ótimas lembranças dessa série!

  57. Felipe Prieto diz:
    Quarta-feira, 13 de agosto de 2008 às 11:59 am

    Tenho a coleção completa até hoje!

    foda!

    se hoje amo os livros, muito se deve a Marcos Rey

    abraços

  58. Corto Maltese diz:
    Quarta-feira, 13 de agosto de 2008 às 1:35 pm

    Parabéns pela coluna, tanto essa do Marcos Rey e da série vaga-lume quanto a anterior do João Carlos Marinho e o Gênio do Crime que abriu as aventuras da Turma do Bolachão… aliás até hoje acho Berenice Detetive uma obra-prima.

    Uma outra escritora tão boa quanto o Marcos, o Pedro, o João e o Ganymedes José (autor da série da Inspetora e de mais um sem fim de livros) é a grande Stella Carr.
    Na verdade ela foi a primeira autora a realmente conquistar os jovens com a série dos Irmãos Encrenca Marco, Eloís e Isabel.

    Se o Pedro Bandeira reinou absoluto nos 90, o Marcos era literalmente o rei dos anos 80, nos anos 70 só dava Stella Carr e O Caso da Estranha Fotografia, O Enigma do Autódromo de Interlagos, O Incrível Roubo da Loteca, O Fantástico Homem do Metrô, O Caso do Sabotador de Angra, O Esqueleto Atrás da Porta, O Segredo do Museu Imperial e Estranhas Luzes no Bosque entre outros que ela fez depois como A Morte Tem Sete Herdeiros, O Monstro do Morumbi, Eles Morrem, Você Mata…, Acordar ou Morrer, Os Criminosos Vieram Para o Chá, Cuidado! Não Olhe Para Trás!, O Enigma das Letras Verdes, O Passado Esteve Aqui entre outros, além da série Calafrio na Scipione.

    Outros grandes autores juvenis do tempo pré-Harry Potter são Alvaro Cardoso Gomes, Lúcia Machado de Almeida, Luiz Galdino, Luiz Puntel, Sílvia Cintra Franco, Teresa Noronha, Marçal Aquino, Giselda Laporta Nicolelis, Ivan Jaf etc.

  59. ZOILO diz:
    Quarta-feira, 13 de agosto de 2008 às 2:19 pm

    PARABÉNS DANIEL !

    ESTOU PASSANDO PARA OS MEUS FILHOS OS LIVROS DA COLEÇÃO VAGALUME !
    O QUE FOI BOM ONTEM, COM CERTEZA SERÁ BOM HOJE !

    VALE UM NERDCAST !

  60. Raphael The Oliver diz:
    Quarta-feira, 13 de agosto de 2008 às 5:18 pm

    cara.. eu li a “Árvore que dava dinheiro” e “o Menino de Asas”.. realmente, pelos dois livros, dá pra sacr que a coleção é incrível!!!

    E tow dando um jeito pra ver se compro a coleção (se é que posso encontrá-la à venda)

    Abraços aos Nerds de plantão, e essa matéria é da hora!

  61. Daniel Souzah diz:
    Quarta-feira, 13 de agosto de 2008 às 7:55 pm

    Pow eo tenho 15 ans e eo adooro o Marcos Rey kara..jah li o Misterio do 5 estrelas,Um cadaver ouve radio, Doze horas de terror, e eles sao todos OTIMOS!!

  62. hhhhggggdffdfdfdfd diz:
    Quarta-feira, 13 de agosto de 2008 às 8:32 am

    bdyugbhfbgndfdvf bcxhjvbcxhjvbh TIBIA É D uzfgbzgybzfyufzbyzfycgcxhbvcjhbv

  63. Kaisa diz:
    Quarta-feira, 13 de agosto de 2008 às 11:41 am

    Definitivamente sou nerd então.
    Tive todos,li todos.
    Adorava o Marco Rey , o Pedro Bandeira, e o Ganymedes José….
    Entre outros.
    Leio muito hoje e sou muito grata.

  64. Aline diz:
    Quarta-feira, 13 de agosto de 2008 às 10:39 pm

    eu nem me lembro qual foi o 1º livro da série, mas lia muuuuito qdo mais jovem. a literatura infanto juvenil é rica se bem trabalhada, os escritores brasileiros são muito bons para essa faixa etária e ajudam a construir leitores.
    le-los hoje faz perceber que tem muitos bons, outros nem tanto, mas o gosto pela leitura já foi feito, com a ajuda desses aí.

  65. Mike Costa diz:
    Quarta-feira, 13 de agosto de 2008 às 8:21 pm

    se hoje amo os livros, muito se deve a Marcos Rey [2]

    eu adoro a vaga-lume, leio até hoje!
    tenhos os livros: Garra de Campeão (O melhor de todos), Quem manda já morreu, Corrida infernal e O Menino que adivinhava (Marcos Rey); A maldição do Tesouro do Faraó (Sérsi Bardari); Na Barreira do Inferno e Aventura no Império do Sol (Silvia Cintra Franco); A Turma da Rua Quinze (Marçal Aquino); A Grande Virada (Raul Drewnick); Vamos Salvar a Baleia (Thomas Brezina); O Ninho dos Gaviões (José Maviael Monteiro); A Vida Secreta de Jonas (Luiz Galdino); A Montanha das Duas Cabeças (Francisco Marins); Meninos Sem Pátria (o segundo melhor - Luiz Puntel).
    Devo ter mais algum, mas nao tou lembrando agora, como já disse, leio até hoje, embora já esteja prestes a prestar vestibular! :p
    Velha infância!!! Ganhei quase todos quando tinha apenas cinco anos, ou seja, eles soa todos rabiscados..hehe.
    Abraços, nerds!

  66. Raynara Hellonara diz:
    Quarta-feira, 13 de agosto de 2008 às 1:01 am

    Nossa acho que esse foi o primeiro livro que eu li da coleção vagalume !! Eu estava na 4 serie tinha apenas 10 aninhos e resolvi explorar a blibioteca do meu colégiu ( e que blibioteca, morro de suadade dela).
    Li quase todos da coleção amei O Menino que adivinhava, Meninos Sem Pátria, O cadaver ouvi Rádio e por ai vai.
    Li muita turma dos tigre tb ( até hj sonho em ser detetive hahahaha).
    Ah literatura infanto juvenil é formadora de mentes o que seria de mim sem a coleção Vaga-lume, turma dos tigre e varios outros livros que devorei no meu tempo de leitora compulsiva.
    Graça a esse livros tomei paixão epla leitura, nunca saiu de casa sem um livro e naum durmo sem ler, nem que seja as instruções de um shampoo. Hoje gosto de escrever tb - reflexo dos meus resumos dos livros - e até ja escrevi um livro.
    Pra concluir a leitura infanto - juvenil é e semrpe será [ formadora de mentes.

  67. Marcelo diz:
    Quarta-feira, 13 de agosto de 2008 às 4:09 pm

    Muito boa a matéria,Daniel!

    Quem foi criança ou adolescente nos anos 80 claro que lembra da série Vaga-Lume.

    Li adoidado quase todos os livros.

    Seria muito bom se fizessem filmes baseados nos livros do Marcos Rey!

  68. Thayanne diz:
    Quarta-feira, 13 de agosto de 2008 às 7:50 pm

    eu li o livro a grande virada
    so nao consegui fazer a conclusao do trabalho q eu estava tentando pegar na internet
    mas
    euli o livro de raul drewnick
    amei o livro e gostaria q me mandassem a conclusão e o resumo bls
    e vio eu nao so nerd
    beleza

  69. Gustavo Ávila diz:
    Quarta-feira, 13 de agosto de 2008 às 2:00 pm

    A Turma da Rua Quinze é o primeiro livro que eu lembro de ter lido. Fantástico. É aquela coisa de começar a ler e não querer parar mais até descobrir que diabos está acontecendo e quem está fazendo o quê.
    Aliás, peguei ele novamente para reler.

  70. Natália diz:
    Quarta-feira, 13 de agosto de 2008 às 5:26 pm

    Nossa realmente são livros muito bons, e que
    marcaram uma época da minha juventude.

    Ainda tenho todos, ou depois de algumas mudanças, quase todos
    livros da coleção vaga-lume.

  71. carla diz:
    Quarta-feira, 13 de agosto de 2008 às 7:03 pm

    essa serie e boa…
    mas ñ é entendem?
    são boas as historias e td
    mas…
    mas ñ sei ñ ,bem q podia ser melhor,né?
    rapto do garoto de ouro
    aquilo e um lixo
    onde q ja se viu um mgaroto de ouro

  72. carla diz:
    Quarta-feira, 13 de agosto de 2008 às 7:04 pm

    doga

  73. carla diz:
    Quarta-feira, 13 de agosto de 2008 às 7:04 pm

    nada de bom mas tem tudo de bom

  74. Gustavo Roberto diz:
    Quarta-feira, 13 de agosto de 2008 às 7:40 am

    Ter ido para coordenação da escola várias vezes quando era moleque, me fez ler todos os livros desta coleção :D
    Eu sempre me refugiava na biblioteca do colégio, e acabava pegando os livros para ler em casa.

    O Mistério do Cinco Estrelas é muito bom, O Caso da Borboleta Atíria também é excelente, inclusive, encontrei e tirei foto de um animal raro que aparecia naquele livro, e a foto pode ser vista aqui :

    http://www.gustavoroberto.blog.br/2009/01/31/jitiranaboia-foto/

    É um animal bem incomum, mas tive o prazer de fotografá-lo aqui na varanda de casa.

    Um abraço à todos !

  75. gah diz:
    Quarta-feira, 13 de agosto de 2008 às 9:21 pm

    gente
    qual é o final do livro um mistério no museu imperial?

Comenta aí, nerd!

 
   
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